domingo, 28 de dezembro de 2014

A morte de Hammarskjöld

Dag Hjalmar Agne Carl Hammarskjöld   Secretário-geral da  (ONU)  





Eram nove da noite de 17 de setembro de 1961 e o americano Charles Southall, então jovem piloto da Marinha, descansava em sua casa em Nicósia, Chipre. Na ilha do Mediterrâneo, ele servia numa base naval da NSA, a Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos, que monitorava comunicações de rádio no Oriente Médio. Era responsável por selecionar, entre as mensagens interceptadas, o que deveria ser repassado a autoridades em Washington. Southall trabalhava no turno do dia. Aquela noite, porém, àquela hora, recebeu um telefonema do supervisor de escuta da base – a NSA e a CIA dividiam um prédio de dois andares de concreto, cercado por grades de ferro.

“Acho que vai te interessar vir aqui por volta da meia-noite”, disse o supervisor a Southall, segundo ele lembrou, mais uma vez, numa conversa por telefone com piauí. “Vai acontecer uma coisa interessante.”

Southall rumou para a base, num lugar descampado fora da capital cipriota. Lá, por volta dos dez minutos do dia 18 de setembro, ele ouviu a transmissão de uma gravação feita pouco antes – provavelmente, acredita, por agentes da CIA que estavam nas proximidades da província de Katanga, no Congo, a cerca de 5 mil quilômetros de distância. Em meio aos ruídos de um motor de avião, uma voz masculina “segura e profissional” narrava: “Vejo um avião de transporte vindo em baixa altitude. Todas as luzes estão acesas. Vou chegar perto dele. Sim, é o DC-6 da Transair. É o avião.” Seguia-se o som do disparo de um canhão aéreo, e a voz continuava: “Eu o atingi. Está pegando fogo. Está descendo. Está caindo.”

Southall afirma que as operações da NSA eram totalmente desvinculadas das da CIA e que ele não sabia quem era o alvo dos tiros efetuados pelo personagem da gravação. Deu-se conta no dia seguinte, quando veio a notícia da morte aos 56 anos do sueco Dag Hammarskjöld (pronuncia-se Dóg Hammar-rold), secretário-geral das Nações Unidas, na queda de um Douglas DC-6 cedido à ONU pela companhia sueca Transair. O avião com dezesseis passageiros espatifou-se na floresta quando se preparava para aterrissar no aeroporto de Ndola, na então colônia britânica da Rodésia do Norte, hoje Zâmbia, vizinha ao Congo.

Hammarskjöld – um economista elegante, humanista, filho da aristocracia política sueca – dirigiu a ONU num período tenso da descolonização. Quando assumiu o cargo, em 1953, a entidade tinha sessenta países-membros. Quando morreu, tinha 104, incluindo o Congo, que se tornara independente da Bélgica em 1960. Hammarskjöld criou as primeiras forças de paz das Nações Unidas e institucionalizou o conceito de “diplomacia preventiva”. No momento de sua morte, ele se dirigia a Ndola para negociações com o separatista congolês Moïse Tshombe, que havia declarado a secessão de Katanga com o apoio mais ou menos velado de colonialistas nostálgicos, mas claramente explícito da Union Minière – companhia de capitais belgas, britânicos e sul-africanos que explorava as reservas de cobre, cobalto e urânio da província.

A hipótese de que tenha sido assassinado, recorrente desde sua morte, foi defendida por metade dos seus assessores na época; a outra metade a descartou como teoria conspiratória. Houve quatro investigações oficiais: duas, incluindo a do governo colonial da Rodésia do Norte, atribuíram a queda do DC-6 a um possível erro do piloto; duas, entre elas a realizada pela ONU, deixaram o veredicto em aberto. Agora, a Assembleia Geral das Nações Unidas está prestes a aprovar uma quinta investigação. Segundo uma proposta apresentada pela Suécia em 15 de dezembro, uma comissão de especialistas independentes vai examinar a validade de novos indícios de que a queda do avião de Hammarskjöld foi provocada por um ataque.

Os indícios surgiram a partir de reportagens que o jornal britânico The Guardian fez na Zâmbia em 2011, e do livro Who Killed Hammarskjöld?, de Susan Williams, publicado no mesmo ano. Williams, pesquisadora do Instituto de Estudos da Comunidade Britânica da Universidade de Londres, foi quem localizou o ex-agente da NSA Charles Southall, depois de ver seu nome mencionado num relatório esquecido na Biblioteca Real em Estocolmo. Ela, assim como o Guardian, entrevistou testemunhas africanas que afirmam ter visto explosões no céu e um segundo avião, menor, próximo ao de Hammarskjöld. Além disso, Susan apontou falhas e incoerências na investigação promovida pelas autoridades coloniais britânicas.

O livro e as reportagens do Guardian levaram à criação da Comissão Hammarskjöld, composta por personalidades africanas, suecas e britânicas, que convidaram quatro juristas para investigar os novos indícios. Eles concluíram, em 2013, que havia elementos suficientes para justificar a reabertura do inquérito da ONU. Diante dos achados, o atual secretário-geral, Ban Ki-moon, pediu à Assembleia Geral que tomasse uma decisão. A resolução sueca inclui um apelo para que os países liberem “toda documentação relevante” e informem o secretário acerca de qualquer dado importante de que disponham sobre a morte de Hammarskjöld.

A Comissão Hammarskjöld, que se desfez depois de encerrada sua missão, já tentara obter acesso a documentos da NSA relativos à gravação relatada por Southall, mas fora informada de que dois de três papéis pertinentes não poderiam ser divulgados por razões de segurança nacional.

Apesar da negativa, Susan Williams acredita que é chegado o momento de retirar os véus que ainda encobrem a história do colonialismo. “Quando as investigações anteriores ocorreram, o balanço histórico e a memória histórica ainda eram muito dominados pela visão britânica. Ninguém mais teve a chance de expor seu ponto de vista e, se teve, ele foi desconsiderado. Hoje a Guerra Fria acabou, o colonialismo acabou, o apartheid acabou, e as pessoas podem ver mais claramente”, disse por telefone, de Londres.



Além do caso do secretário-geral da ONU, outros mistérios rondam a história recente do Congo. Um dos integrantes da Comissão Hammarskjöld foi o lorde trabalhista britânico David Lea, o barão Lea de Crondall. Em abril de 2013, ele enviou uma carta à London Review of Books comentando a resenha de um livro sobre o Império Britânico. Na carta, revelava uma conversa que tivera com a colega Daphne Park, membro da bancada conservadora na Câmara dos Lordes. Entre 1959 e 1961, Daphne chefiara o serviço de espionagem exterior britânico, o MI6, na capital congolesa Leopoldville, hoje Kinshasa.

Segundo Lea, os dois compartilhavam um prosaico chá das cinco quando ele mencionou rumores de que, além da CIA e dos belgas, também o MI6 participara da conspiração para assassinar o carismático Patrice Lumumba, o primeiro premiê eleito do Congo independente – uma figura tão simbólica para os anticolonialistas na África quanto Salvador Allende é para a esquerda latino-americana. A baronesa Daphne – já falecida quando Lea escreveu à LRB – teria então confirmado: “Fomos nós. Fui eu quem organizei.”

David Lea depois reafirmaria o que escreveu, embora dissesse não ter mais nada a acrescentar. Segundo ele, a baronesa havia argumentado que, se deixado vivo, Lumumba – apeado do poder apenas três meses depois de empossado – entregaria as reservas minerais do país aos soviéticos, a quem pedira ajuda contra os separatistas de Katanga. Lumumba foi assassinado em janeiro de 1961, nove meses antes da morte de Hammarskjöld. Seu corpo foi desmembrado, a carne dissolvida em ácido sulfúrico, os ossos enterrados em diferentes lugares.



A história do colonialismo é um rol de barbaridades. No Congo, porém, ela deixou um rastro especialmente trágico. O navegador português Diogo Cão foi o primeiro europeu a aportar, em 1482, na foz do rio Congo, que corta o coração do continente por 4 700 quilômetros. Nove anos depois – como conta o jornalista americano Adam Hochschild no livro King Leopold’s Ghost –, uma expedição portuguesa estabeleceu uma representação no Reino do Congo, obtendo permissão para abrir igrejas e escolas. Ao comércio de marfim seguiu-se o de pessoas. Embora a escravidão fosse disseminada na maior parte da África – geralmente atingindo prisioneiros de guerra –, nada se comparava ao volume do tráfico para a América recém-descoberta.

Um rei congolês da época, Nzinga Mbemba, foi convertido ao catolicismo pelos padres portugueses, e governou sob o nome de Afonso I. Em 1526, ele dirigiu um apelo ao colega de Portugal João III. “A cada dia os comerciantes estão sequestrando nossa gente – filhos dessa terra, filhos de nossos nobres e vassalos, até pessoas de nossa própria família. É nossa vontade que esse reino não seja um lugar para o comércio ou o transporte de escravos”, escreveu numa carta. João III – denominado O Pio – não se apiedou nem da coroa nem da fé cristã do africano. “Você [...] me diz que não quer o comércio de escravos em seus domínios, porque o comércio está despovoando seu país. [...] Os portugueses lá, ao contrário, me contam o quão vasto é o Congo, e como é tão densamente povoado que parece que nenhum escravo saiu daí”, respondeu.

No final do século XIX, com a escravidão transatlântica formalmente encerrada, começou a corrida europeia pela partilha da África. Sob o nome de Estado Livre do Congo, o território teve a particularidade de virar propriedade de um homem só, o rei belga Leopoldo II, que se associou ao escocês Henry Morton Stanley, jornalista e explorador típico da era vitoriana. Calcula-se que, entre 1885 e 1908, durante a administração de Leopoldo II, 10 milhões de congoleses tenham sido mortos em trabalhos forçados para a extração de borracha e do marfim.

Foi nessa época que o marinheiro mercante Joseph Conrad, nascido na Polônia e naturalizado britânico, capitaneou um vapor belga que trafegava pelo rio Congo. A experiência inspirou seu livro No Coração das Trevas, sobre as buscas a um comerciante de marfim, Kurtz, que enlouquece na selva africana. No filme Apocalypse Now, Francis Ford Coppola transpôs a história para o Sudeste Asiático durante a Guerra do Vietnã, com Marlon Brando como um Kurtz coronel das Forças Especiais. “A conquista da terra [...] nunca é uma coisa bonita quando a examinamos bem de perto,” escreveu Conrad.

No início do século XX, o jornalista e ativista socialista britânico Edmund Dene Morel liderou uma campanha contra o trabalho escravo no Congo. Com a repercussão do caso, Leopoldo II cedeu a colônia ao Estado, que a renomeou Congo Belga. Nos anos 40, foi das minas da província de Katanga que os Estados Unidos retiraram o urânio – uma jazida com extremo grau de pureza – para a confecção da bomba lançada sobre Hiroshima.



Quando Hammarskjöld morreu, as reservas minerais congolesas continuavam a alimentar uma posição dúbia dos Estados Unidos e do Reino Unido em relação ao país africano. Washington apoiava a descolonização, mas não queria perder o acesso ao urânio. Sob John F. Kennedy, a diplomacia adotava posições mais brandas, mas falcões continuavam no comando da CIA. Os britânicos temiam que a independência do Congo acelerasse o fim do regime da minoria branca – em nada diferente do apartheid sul-africano – que vigorava na Federação da Rodésia e da Niassalândia, formada pelos atuais Zâmbia, Malauí e Zimbábue. Já os soviéticos pressionavam o secretário-geral sueco a atuar com mais rigor contra os separatistas de Katanga e os mercenários europeus que os serviam. Embora o Conselho de Segurança tivesse determinado a retirada dos paramilitares estrangeiros do Congo, americanos e britânicos (além de belgas e franceses) protestaram quando as forças de paz da ONU no país lançaram operações para prender e deportar esses combatentes a soldo.

“A ONU era vista como uma ameaça pelo governo britânico, especialmente pelo lobby de Katanga e pelas minorias brancas no poder na Federação da Rodésia e Niassalândia. Não seria incorreto dizer que muitos rodesianos, como muitos belgas no Congo, detestavam a ONU e Hammarskjöld. Quando aquele avião foi para Ndola, estava literalmente voando para o coração dessa guerra racial”, disse Susan Williams.

A pesquisadora deparou-se com as incógnitas que cercam a morte do secretário-geral quando começava a escrever um livro sobre a memória britânica da descolonização. Antes cética a respeito do suposto assassinato do sueco, ela mudou de ideia – e de objeto – diante das fotos do corpo de Hammarskjöld. Pesquisava no arquivo de Roy Welensky, que em 1961 era primeiro-ministro da Federação da Rodésia e da Niassalândia, quando descobriu, entre os documentos (hoje na Universidade de Oxford), seis fotografias. Em três delas, o secretário-geral estava vestido, sobre uma maca, antes de ser levado ao necrotério. Apesar de o avião ter se incinerado (ou sido incendiado, segundo algumas teorias), o corpo estava intacto, “nem chamuscado nem coberto de pó”, conforme descreve Susan. Em todas as imagens, a área do olho direito ou aparecia encoberta ou parecia ter sido retocada (peritos divergem), o que alimentou a suspeita de que Hammarskjöld, ainda vivo, tenha sido abatido com um tiro. No colarinho da camisa, alguém enfiou uma carta de baralho – que rumores nunca confirmados disseram ser um ás de aspadas, a carta da morte.

O general norueguês Bjorn Egge, que trabalhava para a ONU no Congo, foi enviado a Ndola para recolher os pertences de Hammarskjöld. Ele viu o corpo do secretário-geral e notou um buraco na testa que considerou compatível com um ferimento a bala. Projeteis foram encontrados nos corpos de outras vítimas da queda; na época isso foi atribuído à explosão da munição transportada pelo avião.

Dos dezesseis passageiros do DC-6, catorze tiveram os corpos total ou parcialmente carbonizados. O único sobrevivente foi o sargento americano Harold Julien, um veterano da Guerra da Coreia que era chefe da segurança do secretário-geral. Com o corpo muito queimado, o militar morreu seis dias depois. No hospital de Ndola, contou a um policial, a enfermeiras e médicos que vislumbrou faíscas no céu e escutou uma explosão antes da queda. Disse também ter ouvido Hammarskjöld gritar para o piloto: “Volte, volte.” Os relatos de Julien foram descartados no inquérito comandado pelas autoridades brancas da Rodésia do Norte, sob a alegação de que ele estava delirando.

A equipe oficial de socorro chegou aos destroços quinze horas depois da queda – apesar de esta ter ocorrido a apenas 13 quilômetros do aeroporto. A mais alta autoridade a esperar ali o secretário-geral era Cuthbert Alport, alto comissário britânico para a Federação da Rodésia e da Niassalândia. Diante do atraso na aterrissagem – O DC-6 já tinha iniciado o procedimento de descida quando sumiu–, Alport não ordenou buscas imediatas. Disse que Hammarskjöld possivelmente tinha decidido “ir para outro lugar” e mandou fechar o aeroporto. Nesse meio tempo, existem abundantes relatos de que outras pessoas passaram pelo local dos destroços – de africanos moradores de aldeias próximas a colonos brancos e homens uniformizados. “Há claras evidências de que os governos britânico e da Rodésia tentaram encobrir as circunstâncias da queda”, acusou Susan Williams.

Desde que a Comissão Hammarskjöld divulgou seu relatório, os Estados Unidos liberaram apenas um dentre os documentos secretos sobre o caso. Trata-se de um telegrama enviado pelo embaixador no Congo, Ed Gullion, na manhã de 18 de setembro de 1961, no qual ele atribui a queda do DC-6 à possível ação de um piloto mercenário belga de Katanga que andava ameaçando as operações da ONU na região. Dois dias depois, o ex-presidente Harry Truman, tido como confidente de John Kennedy, deu declarações enigmáticas. “Dag Hammarskjöld estava prestes a conseguir alguma coisa quando o mataram. Reparem que eu falei ‘quando o mataram’”, disse Truman a jornalistas, segundo registrou The New York Times.



Ainda ativo e com a voz firme, Charles Southall tem hoje 80 anos e é comandante aposentado da reserva da Marinha. Logo depois da queda do avião do secretário-geral, ele foi transferido para a embaixada americana no Marrocos, como espião da Agência de Inteligência da Defesa. No final dos anos 60, recebeu uma “proposta irresistível” para trabalhar na petrolífera Mobil. Há quarenta anos montou sua própria empresa de inteligência comercial, a Omnifact. “Temos meios altamente tecnológicos de encontrar as informações que as pessoas querem”, disse. Vive entre Portland, no estado americano do Oregon, e Londres.

Southall disse que em 1994 foi entrevistado em Casablanca por um enviado do Ministério do Exterior sueco. O documento que Susan Williams encontrou na Biblioteca Real em Estocolmo é o relato dessa conversa. Também afirmou que ofereceu seus préstimos ao governo americano para esclarecer o contexto da gravação que ouviu naquela noite, há 53 anos. Ele entregou a Susan Williams mensagens que trocou nos anos 90 com analistas do Escritório de Inteligência e Pesquisa do Departamento de Estado, que o procuraram para saber o que sabia sobre a queda do avião de Hammarskjöld. Ofereceu-se então para procurar documentos que comprovassem a gravação, mas a conversa não prosperou. “Pela minha experiência, posso prever que os americanos ou vão negar que tenham essa gravação ou vão dizer que ela continua secreta e se negarão a divulgá-la”, disse ele, convicto de que a CIA teve alguma participação na trama contra o secretário-geral.

Ao apresentar à Assembleia Geral sua proposta de resolução, o embaixador sueco na ONU, Per Thöresson, disse esperar que a nova comissão da entidade que se debruçará sobre o caso “ajude a jogar novas luzes sobre as circunstâncias da morte de Dag Hammarskjöld e das outras pessoas a bordo daquele voo, não apenas dando publicidade a documentos que existam, mas também ouvindo as testemunhas que nunca receberam a devida atenção”.

Quanto ao Congo, sua danação continua. Depois do assassinato de Lumumba, o país foi governado por mais de 30 anos pelo ditador Mobuto Sese Seko. Há duas décadas vive um conflito esquecido que já matou 6 milhões de pessoas, o maior em número de vítimas desde a Segunda Guerra. Ruanda, Uganda e mais sete países vizinhos já intervieram no território congolês em apoio a diferentes grupos beligerantes, que se comportam como bandidos violentos – estupros em massa, queima de aldeias, sequestros de crianças para engrossar suas fileiras. Apesar da presença de uma força de intervenção da ONU, o conflito continua. As facções vivem da exploração das minas. Na atualidade, o mineral mais cobiçado do Congo é o coltan, de onde se extrai o nióbio e o tântalo, usados na fabricação de produtos eletrônicos.

“Nunca é uma coisa bonita quando a examinamos bem de perto.”

 por CLAUDIA ANTUNES

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Syria SAA Hezbollah x ISIL Chechen terrorists

Existiu na Terra uma civilização superdesenvolvida antes do aparecimento do homem na Terra.

Os cientistas russos fizeram uma declaração sensacional: existiu na Terra uma civilização superdesenvolvida antes do aparecimento do homem na Terra.

Os investigadores das regiões de Rostov e de Krasnodar chegaram a essa conclusão depois de uma descoberta única feita por um habitante da cidade de Labinsk. Quando pescava, Viktor Morozov descobriu uma pedra desconhecida, no interior da qual se encontrava um microchip, informa o jornal Mir Novostei.

Depois de analisar o “artefato” encontrado, os especialistas concluíram que ele pertenceu a uma civilização mais desenvolvida do que a humana, que viveu na Terra antes de nós.

A descoberta única conservou-se desde tempos antigos por ter estado “mergulhada” na pedra, explicam os cientistas.

Na véspera, no laboratório do Instituto Politécnico de Novocherkassk, região de Rostov, foi realizado, com os esforços da cadeira de geologia, um estudo para determinar a idade da descoberta.

 Constatou-se que a pedra anormal tem cerca de 250 milhões de anos. Este fato é uma prova da existência na Terra de uma civilização ultradesenvolvida muito antes do aparecimento do homem antigo. Provavelmente, nós só num futuro longínquo possamos atingir o nível de tecnologia por ele alcançado.

domingo, 12 de outubro de 2014

Syria




The Syrian army and Hezbollah has retaken control of several areas in eastern Ghouta region as the battle against foreign-backed terrorists continues in the country.

Syrian troops and Hezbollah have been engaged in operations to clear Ghouta of terrorists. The region is located near the capital, Damascus.

The Syrian army and Hezbollah also targeted terrorist hideouts in the Khan al-Sheikh district in western Damascus countryside.

Heavy clashes are underway in the Jobar district near the Syrian capital as well.

In recent months, Syrian forces and Hezbollah have managed to retake several terrorists-held areas around the capital.

Last month, Syrian troops and Hezbollah recaptured the strategic town of Adra northeast of Damascus, securing highways as well as an industrial zone on its outskirts.

Syria has been gripped by deadly violence since 2011. Western powers and their regional allies - especially Qatar,Jordan, Saudi Arabia and Turkey - are reportedly supporting the terrorists operating in Syria.

17,7 milliards de dollars ont été volés par des institutions américaines corrompues.

Menace-sur-les-civiles-irakien



Un enquêteur américain affirme qu'une partie de l'argent destiné à la reconstruction de l'Irak, disparu à la suite de l'invasion américaine du pays en 2003, se trouverait au Liban.

La somme volée, estimée à plus d'un milliard de dollars, était stockée dans un avion-cargo, rapporte le New York Times citant l'enquêteur Stuart W. Bowen Jr.

Après la chute de Saddam Hussein, entre 12 et 14 milliards de dollars ont été retirés des comptes bancaires du gouvernement irakien aux États-Unis et transférés vers Bagdad pour permettre la reconstruction du pays, mais plusieurs milliards auraient disparu.

M. Bowen, un ami de longue date de George W. Bush, a été désigné par l'ancien président américain pour enquêter sur l'argent disparu. Selon M. Bowen, près de 1,6 milliard de dollars de cette somme se trouveraient au Liban. « Je ne sais pas comment cet argent s'est retrouvé au Liban, a-t-il dit au New York Times. Si je le savais, l'enquête aurait fait beaucoup plus de progrès ».

Selon le journal, l'enquêteur américain et son équipe ont gardé cette information secrète pendant plusieurs années pour les besoins de l'enquête. Mais M. Bowen aurait décidé de briser le silence aujourd'hui pour exprimer sa « frustration » face à l'inaction des administrations Bush et Obama.

« Des milliards de dollars ont été volés d'Irak au cours des dix dernières années, affirme-t-il au quotidien new-yorkais. Nous sommes parvenus à quelques conclusions au cours de notre enquête, mais je suis personnellement déçu par le fait que nous n'avons pas pu conclure le dossier pour des raisons qui sont hors de notre contrôle ».

M. Bowen affirme que ses enquêteurs ont partagé leur découverte avec les services de renseignement américains, dont la CIA et le FBI, mais rien n'a été fait, selon lui, car « c'est de l'argent irakien volé par des Irakiens ».

Cette somme, qui était destinée à redresser l'économie irakienne, provient des revenus pétroliers après l'invasion conduite par les États-Unis en 2003. Il était placé dans le Fonds de développement pour l'Irak (FDI) en 2004 quand l'Autorité provisoire de la coalition (CPA) dirigée par Paul Bremer gouvernait l'Irak et gérait ce fonds.

En juin 2006, des responsables américains ont reconnu que 6,6 milliards de dollars destinés à la reconstruction du pays avaient disparu. Les Irakiens avaient pour leur part estimé que 17,7 milliards de dollars ont été volés par des institutions américaines corrompues.

 En février de la même année, Robert Stein, un ancien responsable américain avait plaidé coupable de corruption et de détournement de fonds destinés à la reconstruction.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Discurso da Presidenta da República, Dilma Rousseff, na abertura da 69ª Assembleia Geral da ONU.




Discurso da Presidenta da República, Dilma Rousseff, na abertura do Debate de Alto Nível da 69ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU).



"Embaixador Sam Kutesa, Presidente da 69ª Assembleia Geral das Nações Unidas,
Senhor Ban Ki-moon, Secretário-Geral das Nações Unidas,
Excelentíssimos Senhores e Senhoras Chefes de Estado e de Governo,
Senhoras e Senhores,

Para o Brasil – que tem a honra e o privilégio de abrir este debate – é grande a satisfação de ver na Presidência desta Sessão da Assembleia Geral um filho da África. Os brasileiros somos ligados por laços históricos, culturais e de amizade ao continente africano, cuja contribuição foi e é decisiva para a constituição da identidade nacional de meu país.

Senhor Presidente,

Abro este Debate Geral às vésperas de eleições que vão escolher, no Brasil, o Presidente da República, os Governos estaduais e grande parte de nosso poder legislativo. Essas eleições são a celebração de uma democracia que conquistamos há quase trinta anos, depois de duas décadas de governos ditatoriais. Com ela, muito avançamos também na estabilização econômica do país.

Nos últimos doze anos em particular, acrescentamos a essas conquistas a construção de uma sociedade inclusiva baseada na igualdade de oportunidades.

A Grande Transformação em que estamos empenhados produziu uma economia moderna e uma sociedade mais igualitária. Exigiu, ao mesmo tempo, forte participação popular, respeito aos Direitos Humanos e visão sustentável de nosso desenvolvimento.

Exigiu, finalmente, uma ação na cena global marcada pelo multilateralismo, pelo respeito ao Direito Internacional, pela busca da paz e pela prática da solidariedade.

Senhor Presidente,

Há poucos dias, a FAO informou que o Brasil saiu do mapa da fome.

Essa mudança foi resultado de uma política econômica que criou 21 milhões empregos, valorizou o salário básico, aumentando em 71% seu poder de compra. Com isso, reduziu a desigualdade.

Trinta e seis milhões de brasileiros deixaram a miséria desde 2003; 22 milhões somente em meu governo. Para esse resultado, contribuíram também políticas sociais e de transferência de renda reunidas no "Plano Brasil Sem Miséria".

Na área da saúde, logramos atingir a meta de redução da mortalidade infantil,antes do prazo estabelecido pelas Metas do Milênio.
Universalizamos o acesso ao ensino fundamental. Perseguimos o mesmo objetivo no ensino médio. Estamos empenhados em aumentar sua qualidade, melhorando os currículos e valorizando o professor.

O ensino técnico avançou com a criação de centenas de novas escolas e a formação e qualificação tecno-profissional de 8 milhões de jovens, nos últimos 4 anos.

​Houve expansão sem precedentes da educação superior: novas Universidades Públicas e mais de 3 milhões de alunos contemplados com bolsas e financiamentos que garantem acesso a universidades privadas.

Ações afirmativas permitiram o ingresso massivo de estudantes pobres, negros e indígenas na Universidade.

Finalmente, os desafios de construção de uma sociedade do conhecimento ensejaram a criação do "Programa Ciência sem Fronteiras", pelo qual mais de 100 mil estudantes de graduação e pós-graduação são enviados às melhores universidades do mundo.

Por iniciativa presidencial, o Congresso Nacional aprovou lei que destina 75% dos royalties e 50% do fundo de recursos do PRÉ SAL para a educação e 25% para a saúde.

Vamos transformar recursos finitos – como o petróleo e o gás - em algo perene: educação, conhecimento científico e tecnológico e inovação. Esse será nosso passaporte para o futuro.

Senhor Presidente,

Não descuramos da solidez fiscal e da estabilidade monetária e protegemos o Brasil frente à volatilidade externa.

Assim, soubemos dar respostas à grande crise econômica mundial, deflagrada em 2008. Crise do sistema financeiro internacional, iniciada após a quebra do "Lehman Brotehers" e, em seguida, transformada em muitos países em crise de dívidas soberanas.

Resistimos às suas piores consequências: o desemprego, a redução de salários, a perda de direitos sociais e a paralisia do investimento.

​Continuamos a distribuir renda, estimulando o crescimento e o emprego, mantendo investimentos em infraestrutura.

​O Brasil saltou da 13ª para 7ª maior economia do mundo e a renda per capita mais que triplicou. A desigualdade caiu.

Se em 2002, mais da metade dos brasileiros era pobre ou muito pobre, hoje 3 em cada 4 brasileiros integram a classe média e os extratos superiores.

No período da crise, enquanto o mundo desempregava centena de milhões de trabalhadores, o Brasil gerou 12 milhões de empregos formais.

Além disso, nos consolidamos como um dos principais destinos de investimentos externos.

Retomamos o investimento em infraestrutura numa forte parceria com o setor privado.

Todos esses ganhos estão ocorrem em ambiente de solidez fiscal. Reduzimos a dívida pública líquida de aproximadamente 60% para 35% do PIB.

A dívida externa bruta em relação ao PIB caiu 42% para 14%.

As reservas internacionais foram multiplicadas por 10 e assim, nos tornamos credores internacionais.

A taxa de inflação anual também tem se situado nos limites da banda de variação mínima e máxima fixada pelo sistema de metas em vigor no País.

Senhor Presidente,

Ainda que tenhamos conseguido resistir às consequências mais danosas da crise global, ela tb nos atingiu, de forma mais aguda, nos últimos ano.

Tal fato decorre da persistência, em todas as regiões do mundo, de consideráveis dificuldades econômicas, que impactam negativamente nosso crescimento.

Reitero o que disse, no ano passado na abertura do Debate Geral.

É indispensável e urgente retomar o dinamismo da economia global. Ela deve funcionar como instrumento de indução do investimento, do comércio internacional e da diminuição das desigualdades entre países.

No que se refere ao comércio internacional, impõe-se um compromisso de todos com um programa de trabalho para a conclusão da Rodada de Doha.

É imperioso também, Senhor Presidente, pôr fim ao descompasso entre a crescente importância dos países em desenvolvimento na economia mundial e sua insuficiente participação nos processos decisórios das instituições financeiras internacionais, como o FMI e o Banco Mundial. É inaceitável a demora na ampliação do poder de voto dos países em desenvolvimento nessas instituições.

O risco que essas instituições correm é perder sua legitimidade e eficiência.

Senhor Presidente,

Com grande satisfação, o Brasil abrigou a VI Cúpula dos BRICS. Recebemos os líderes da China, da Índia, da Rússia e da África do Sul num encontro fraterno, proveitoso que aponta para importantes perspectivas para o futuro.

Assinamos os acordos de constituição do "Novo Banco de Desenvolvimento" e do "Arranjo Contingente de Reservas".

O Banco atenderá às necessidades de financiamento de infraestrutura dos BRICS e dos países em desenvolvimento.

O Arranjo Contingente de Reservas protegerá os países de volatilidades financeiras.

Cada instrumento terá um aporte de US$ 100 bilhões.

Senhor Presidente,

A atual geração de líderes mundiais – a nossa geração – tem sido chamada a enfrentar também importantes desafios vinculados aos temas da paz, da segurança coletiva e do meio ambiente.

Não temos sido capazes de resolver velhos contenciosos, nem de impedir novas ameaças.

O uso da força é incapaz de eliminar as causas profundas dos conflitos. Isso está claro na persistência da Questão Palestina; no massacre sistemático do povo sírio; na trágica desestruturação nacional do Iraque; na grave insegurança na Líbia; nos conflitos no Sahel e nos embates na Ucrânia.

A cada intervenção militar, não caminhamos para a Paz mas, sim, assistimos ao acirramento desses conflitos.

Verifica-se uma trágica multiplicação do número de vítimas civis e de dramas humanitários. Não podemos aceitar que essas manifestações de barbárie recrudesçam, ferindo nossos valores éticos, morais e civilizatórios.

Tampouco podemos ficar indiferentes ao alastramento do vírus Ebóla no oeste da África. Nesse sentido, apoiamos a proposta do Secretário-Geral de estabelecer a "Missão das Nações Unidas de Resposta Emergencial ao Ebóla".

Senhor Presidente,

O Conselho de Segurança tem encontrado dificuldade em promover a solução pacífica desses conflitos. Para vencer esses impasses, será necessária uma verdadeira reforma do Conselho de Segurança, processo que se arrasta há muito tempo.

Os 70 anos das Nações Unidas, em 2015, devem ser a ocasião propícia para o avanço que a situação requer. Estou certa de que todos entendemos os graves riscos da paralisia e da inação do CS da ONU.

Um Conselho mais representativo e mais legítimo poderá ser também mais eficaz.

Gostaria de reiterar que não podemos permanecer indiferentes à crise israelo-palestina, sobretudo depois dos dramáticos acontecimentos na Faixa de Gaza. Condenamos o uso desproporcional da força, vitimando fortemente a população civil, especialmente mulheres e crianças.

Esse conflito deve ser solucionado e não precariamente administrado, como vem sendo. Negociações efetivas entre as partes têm de conduzir à solução de dois Estados – Palestina e Israel – vivendo lado a lado e em segurança, dentro de fronteiras internacionalmente reconhecidas.

Em meio a tantas situações de conflito, a América Latina e o Caribe buscam enfrentar o principal problema que nos marcou, por séculos – a desigualdade social.

Fortalecem-se as raízes democráticas e firma-se a busca de um crescimento econômico mais justo, inclusivo e sustentável. Avançam os esforços de integração, por meio do Mercosul, da UNASUL e da CELAC.

Senhor Presidente,

A mudança do clima é um dos grandes desafios da atualidade. Necessitamos, para vencê-la, sentido de urgência, coragem política e o entendimento de que cada um deverá contribuir segundo os princípios da equidade e das responsabilidades comuns, porém diferenciadas.

A Cúpula do Clima, convocada em boa hora pelo Secretário-Geral, fortalece as negociações no âmbito da Convenção-Quadro.

O Governo brasileiro se empenhará para que o resultado das negociações leve a um novo acordo equilibrado, justo e eficaz.

O Brasil tem feito a sua parte para enfrentar a mudança do clima.

Comprometemo-nos, na Conferência de Copenhague, com uma redução voluntária das nossas emissões em 36% a 39%, na projeção até 2020.

Entre 2010 e 2013, deixamos de lançar na atmosfera, a cada ano, em média, 650 milhões de toneladas de dióxido de carbono.

Alcançamos, em todos esses anos, as 4 menores taxas de desmatamento da nossa história.

Nos últimos 10 anos, reduzimos o desmatamento em 79%, sem renunciar ao desenvolvimento econômico nem à inclusão social.

Mostramos que é possível crescer, incluir, conservar e proteger. Uma conquista como essa resulta do empenho - firme e contínuo – do Governo, da sociedade e de agentes públicos e privados.

Esperamos que os países desenvolvidos - que têm a obrigação não só legal, mas também política de liderar,pelo exemplo, demonstrem de modo inequívoco e concreto seu compromisso de combater esse mal que aflige a todos.

Na Rio+20, tivemos a grande satisfação de definir uma nova agenda, baseada em Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicáveis tanto a países desenvolvidos, quanto aos em desenvolvimento.

Será crucial definirmos meios de implementação que correspondam à magnitude das dificuldades que nos comprometemos a superar. Precisamos ser ambiciosos em matéria de financiamento, cooperação, construção de capacidades nacionais e transferência de tecnologias, sobretudo em favor dos países menos desenvolvidos.

Destaco, nesse contexto, a necessidade de estabelecer um mecanismo para o desenvolvimento, a transferência e a disseminação de tecnologias limpas e ambientalmente sustentáveis.

Senhor Presidente,

Ao lado do desenvolvimento sustentável e da paz, a ordem internacional que buscamos construir funda-se em valores.

Entre eles, destacam-se o combate a todo o tipo de discriminação e exclusão.

Temos um compromisso claro com a valorização da mulher no mundo do trabalho, nas profissões liberais, no empreendedorismo, na atividade política, no acesso à educação entre outros. O meu governo combate incansavelmente a violência contra a mulher em todas as suas formas. Consideramos o século 21, o século das mulheres.

Da mesma maneira, a promoção da igualdade racial é o resgate no Brasil dos séculos de escravidão a que foram submetidos os afro-brasileiros, hoje mais da metade de nossa população.

​Devemos a eles um inestimável legado permanente de riquezas e valores culturais, religiosos e humanos. Para nós, a miscigenação é um fator de orgulho.

​ O racismo, mais que um crime inafiançável é uma mancha que não hesitamos em combater, punir e erradicar.

​O mesmo empenho que temos em combater a violência contra as mulheres e os afrobrasileiros temos também contra a homofobia. A suprema corte do meu Páis reconheceu a união estável entre pessoas do mesmo sexo, assegurando-lhes todos os direitos civis daí decorrentes.

Acreditamos firmemente na dignidade de todo ser humano e na universalidade de seus direitos fundamentais. Esses devem ser protegidos de toda seletividade e de toda politização.

Outro valor fundamental é o respeito à coisa pública e o combate sem tréguas à corrupção .

A história mostra que só existe uma maneira correta e eficiente de combater a corrupção: o fim da impunidade com o fortalecimento das instituições que fiscalizam, investigam e punem atos de corrupção, lavagem de dinheiro e outros crimes financeiros.

Essa é uma responsabilidade de cada governo. Responsabilidade que nós assumimos, ao fortalecer nossas instituições.

Construímos o "Portal Governamental da Transparência" que assegura, ao cidadão, acessar os gastos governamentais, em 24 horas.

Aprovamos a lei de acesso à informação que permite ao cidadão brasileiro o acesso a qualquer informação do governo, exceto aquelas relativas à soberania do País.

Fortalecemos e demos autonomia aos órgãos que investigam e também ao que faz o controle interno do governo.

Criamos leis que punem tanto o corrupto, como o corruptor.

O fortalecimento de tais instituições é essencial para o aprimoramento de uma governança aberta e democrática.

A recente reeleição do Brasil para o Comitê Executivo da "Parceria para o Governo Aberto" vai nos permitir contribuir para governos mais transparentes no plano mundial.

Senhor Presidente,

É indispensável tomar medidas que protejam eficazmente os direitos humanos, tanto no mundo real como no mundo virtual, como preconiza resolução desta Assembleia sobre a privacidade na era digital.

O Brasil e a Alemanha provocaram essa importante discussão em 2013 e queremos aprofundá-la nesta Sessão. Servirá de base para a avaliação do tema o relatório elaborado pela Alta Comissária de Direitos Humanos.

Em setembro de 2013, propus aqui a criação de um marco civil para a governança e o uso da Internet com base nos princípios da liberdade de expressão, da privacidade, da neutralidade da rede e da diversidade cultural.

Noto, com satisfação, que a comunidade internacional tem se mobilizado, desde então, para aprimorar a atual arquitetura de governança da Internet.

Passo importante nesse processo foi a realização, por iniciativa do Brasil, da "Reunião Multissetorial Global sobre o Futuro da Governança da Internet" - a NETmundial - em São Paulo, em abril deste ano.

O evento reuniu representantes de várias regiões do mundo e de diversos setores. Foram discutidos os princípios a seguir e as ações a empreender para garantir que a Internet continue a evoluir de forma aberta, democrática, livre, multissetorial e multilateral.

Senhor Presidente,

Os Estados-membros e as Nações Unidas têm, hoje, diante de si desafios de grande magnitude.

Esses devem ser as prioridades desta Sessão da Assembleia Geral.

O ano de 2015 desponta como verdadeiro ponto de inflexão.

Estou certa de que não nos furtaremos a cumprir, com coragem e lucidez, nossas altas responsabilidades na construção de uma ordem internacional alicerçada na promoção da Paz, no desenvolvimento sustentável, na redução da pobreza e da desigualdade.

O Brasil está pronto e plenamente determinado a dar sua contribuição.

Muito obrigada."

sábado, 20 de setembro de 2014

Casa das Máquinas , a Banda !!!.






A banda começou quando José Aroldo Binda (Aroldo) e Luiz Franco Thomaz (Netinho), dois ex-integrantes da banda Os Incríveis, juntaram-se a Carlos Roberto Piazzoli conhecido como Pisca , Carlos Geraldo Carge, ex-integrante da banda Som Beat, que tocava baixo e guitarra, e Pique, ex-integrante da banda de Roberto Carlos que tocava órgão, piano, saxofone e flauta.

No começo ficaram conhecidos como "os novos Íncríveis", fazendo shows por todo o Brasil. Seu repertório incluia músicas de Elvis Presley, Paul Anka, Chubby Checker, Neil Sedaka, entre outros. Nas apresentações vestiam figurinos, se maquiavam e davam grandes performaces teatrais no palco.

Em 1974 entraram em estúdio e gravaram seu primeiro LP, intitulado Casa das Máquinas. Neste primeiro disco a banda seguiu um padrão mais hard rock, que lembrava muito o estilo dos Incríveis.

Com a saída de Pique, logo depois da gravação desse disco, a vaga se abriu para um virtuoso tecladista da época, Mario Testoni Jr., que trouxe Marinho Thomaz (bateria), irmão de Netinho. Ambos deram um grande vigor para a banda na época (foram uma das primeiras bandas de rock a usar dois bateristas).

 Entraram em estúdio e gravaram Lar de Maravilhas em 1975, onde foi adotado um estilo mais progressivo.

Nessa época Netinho conheceu um grande compositor, ainda menor de idade, chamado Catalau, que havia sido descoberto em 1976 por Pisca e Netinho. A primeira letra que fez foi "Rock que se cria". Compõs com a banda dois discos, Lar de Maravilhas (1975) e Casa de Rock (1976).

No disco seguinte ocorreram algumas modificações na formação: Carlos Geraldo e Aroldo saíram e o grupo passou a procurar por um vocalista e um baixista. Foi a vez de Simbas assumir os vocais principais; ex-vocalista do Mountry, banda de bailes e shows da época, Simbas trouxe para o grupo sua voz e seu estilo andrógino no palco.

Netinho ofereceu o convite para Simbas logo que chegou de uma viagem a Londres, indicado por Caramês (jornalista da revista POP). Simbas ainda teria tido outra oferta de ser vocalista da banda Tutti Frutti, de Rita Lee, porém optou pela proposta de Netinho e ingressou no Casa das Máquinas. Entraram em estúdio e gravaram Casa de Rock, sem baixista. Pisca fez as linhas de baixo e só depois foi convidado João Alberto para assumir o posto de baixista.

Nessa mesma época o Casa conseguiu uma apresentação na TV Tupi, que não foi ao ar por causa da censura: Simbas teria vestido roupas chamativas e feito movimentos exóticos, e este teria sido o principal motivo.

Mais tarde o vídeo estaria disponibilizado na internet. Agora seria a vez de Marinho Testoni deixar a banda: seu contrato acabou na época e ele recebeu uma boa proposta para integrar o grupo Pholhas.

Seguindo o caminho a banda continuou sem tecladista fixo: Pisca, que era o gênio instrumental, tocava teclado em algumas musicas que não precisavam de guitarra, como "Vale verde" e "Mania de ser".

Entraram em estúdio e gravaram o videoclipe da música "Casa de Rock" que continha um cenário com máquinas e andaimes, lembrando mesmo o nome da banda, e publicado mais tarde no Fantástico, da TV Globo.

 Quase no fim da carreira fizeram um show em Santos em 1978 que foi gravado em uma fita cassete e depois pirateado para CD, uma das últimas apresentações do grupo, que depois ficaria parado até dezembro de 2003.


Netinho viajou à Europa para conseguir apresentações do grupo por lá,enquanto os outros integrantes do grupo ficavam no Brasil para promoverem a banda por aqui.

Em setembro de 1977, durante uma visita à TV Record, em São Paulo, ocorreu um incidente no qual Simbas se envolveu em uma briga com um operador de câmera daquela emissora, que viria a morrer alguns dias depois.

 O assunto foi crescendo e acabou resultando em um processo contra a banda que acabou levando ao seu final sete meses depois quando Netinho - em um show no Luna Park, em Buenos Aires na Argentina  comunicou ao resto dos integrantes a dissolução do grupo.

A possibilidade do retorno da banda havia sido estudada há tempos, em dezembro de 2003. Netinho remontou a banda para uma apresentação única em Matão, interior de São Paulo, e a resposta do publico foi melhor que a banda esperava. Nessa formação contaram com Netinho, Marinho Testoni e Marinho Thomaz, e foram chamados Nando Fernandes vocais, Andria Busic (Dr. Sin)no baixo e Sandro Haick na guitarra.

O retorno concretizou-se no final de 2007. A banda prepara um novo álbum para 2008, trinta anos após seu antecessor. Além de canções inéditas dando sequência à carreira, contará com algumas regravações em novos arranjos.

Em janeiro de 2008 foram convidados para tocarem no Festival Psicodália de Carnaval, na Serra do Tabuleiro, em Santa Catarina, com um público de 3000 pessoas e um repertório totalmente inédito.

 A formação que se apresentou no festival em 3 de fevereiro de 2008 e contou com Netinho, seu irmão Marinho Thomaz, Marinho Testoni, Andria Busic e Faiska.

Integrantes Mário Franco Thomaz (Marinho)
Mário Testoni (Marinho)  João Luiz ,Fábio Cesar

Ex-integrantes Andria Busic, Aroldo, Carlos Geraldo Carge, Faiska, João Alberto, Marcelo Schevano, Pique, Pisca, Netinho, Sandro Haick, Leonardo Testoni e Simbas.



http://www.bandacasadasmaquinas.com.br/

Menino Palestino .


"الولي المجدّد" .. الإسلام النموذجي تحت عباءة الولي الفقيه


















"الولي المجدّد" .. الإسلام النموذجي تحت عباءة الولي الفقيه

في حفل حاشد تميّز بخليط من السياسين والمثقفين والدبلوماسين وقّع سماحة الشيخ نعيم قاسم نائب الأمين العام لحزب الله كتاباً جديداً له بعنوان "الولي المجدّد"، من إصدار دار المحجة البيضاء، في قاعة الجنان في ثانوية البتول (ع).

وافتتح الحفل الملحق الثقافي الإيراني بكلمة أشاد فيها بإبداع الشيخ قاسم ولفت إلى أنه مثقف ومفكر ومقاوم وهو تلميذ الإمام الخميني، يسير على درب الإمامين. وأعرب عن اعتزازه بهذا الإصدار المهم وأكد أن الجمهورية الإسلامية في إيران سوف تبقى إلى جانب القدس والشعوب المظلومة، وأن إيران اليوم تقدم الإسلام الوحدوي والمنفتح على الحق والإنسانية والصلاح.

مؤلف الكتاب الشيخ نعيم قاسم أجاب عن سؤال :لماذا الولي المجدد؟!.. فقال :" لأننا في الواقع أمام تجربة حديثة وفريدة ومميزة ومتلألئة موجودة في العالم تمثلت بالإمام الخميني(قده) ثم تجلت بالإمام الخامنئي(حفظه الله ورعاه)، هذه التجربة رعت إيران ورعت الأمة الإسلامية في قضاياها المختلفة، هذه التجربة قدمت أفكارًا ورؤى جديدة من منطلق الإسلام المحمدي الأصيل لتكون في ساحة الحياة منافسة لأفكارٍ كثيرة أفرطت من شرقٍ وغرب، وذهبت مذاهب شتى، فكان الإمام الخامنئي(حفظه الله رعاه) في هذه الحقبة التاريخية راعيًا لهذه المعالم الإسلامية الأصيلة وعارضًا لها.

لماذا الولي المجدد؟ لأن جيلًا واسعًا من الشباب الذين لم يعاصروا بداية الثورة، والذين لم يطلعوا على أسسها الفكرية والسياسية والعقائدية والاجتماعية والأخلاقية، لا بدَّ أن تقدم لهم مادة موجزة مختصرة تعطيهم الفكرة عن هذا الإمام القائد وما الذي غيَّره وصنعه في هذه الحقبة التاريخية الحساسة من المسيرة.

لماذا الولي المجدد؟ لأن جهات كثيرة لا تعرف حقيقة الثورة الإسلامية المباركة في إيران، ولا تعرف هذا العقل النير الذي قدَّم الكثير لمصلحة البشرية، وهنا من أجل أن نوفر على الراغبين في الإطلاع والمعرفة كان هذا الكتاب الذي تناول ستة و عشرين موضوعًا من الموضوعات التي تعرض لها الإمام الخامنئي(حفظه الله ورعاه)، وقد اخترت الموضوعات التي أعتقد أنها فيها روحية التجديد ولم أتحدث عنت كل ما تحدث عنه الإمام القائد الخامنئي(حفظه الله ورعاه)، لأن أفكاره أوسع وأكمل بكثير مما قدمته ولكن اخترت عينات رأيته مناسبة لتقديمه لهذا الجيل وللمفكرين وللذين يرغبون في التعرف على ولاية الفقيه وقيادة الولي الفقيه لتكون تجربة ماثلة أمامهم ومختصرة وتوفر الوقت عليهم.

وأوضح الشيخ نعيم قاسم أن ولاية الفقيه هي نظرة إسلامية في القيادة والحكم وإدارة شؤون المجتمع، والولي الفقيه هو الأمين على تطبيق أحكام الإسلام، وهو الذي يرسم السياسات العامة للأمة في حياتها بجوانبها المختلفة.

قدَّمت أطروحة ولاية الفقيه تجربة رائدة في إيران تمثلت في نظام الحكم الإسلامي الذي يهتم بخيارات الشعب، وتحقيق التقدم العلمي في المجالات المختلفة، والعمل على تطبيق العدالة الاجتماعية، والاستفادة من كل من الرجل والمرأة، وحماية البلد من التبعية الأجنبية, واصطفافه إلى جانب حركات التحرر والمقاومة.

التزم حزب الله بأطروحة ولاية الفقيه في الفهم الإسلامي والتطبيق العملي، فأنجز تحت سقفها وبناءً للقواعد التي رسمها الولي الفقيه أشرفَ مقاومةٍ إسلامية حرَّرت وانتصرت وحمت لبنان، وأشعلت روح الجهاد الصادق في فلسطين، ونقلت شعوب المنطقة من الإحباط إلى الأمل، ومن الاستسلام إلى المقاومة، ومن التبعية إلى الاستقلال.

وعرّج الشيخ قاسم في كلمته إلى دور حزب الله تحت سقف ولاية الفقيه وقال :" وأنجز حزب الله المؤمن بولاية الفقيه تجربةً سياسية تؤكد على التعايش بين اللبنانيين بطوائفهم وأحزابهم وقواهم المختلفة، وعمل على بناء الدولة بالتعاون مع الشركاء في الوطن في إطار حكومات الوحدة الوطنية المتعاقبة، ولم يقبل الاستفراد ولا الإلغاء، ودعا دائمًا إلى الحوار، ورفض تطييف ومذهبة المواقف السياسية، ورفضَ التحريض ولم ينجر إلى فتنةٍ تكرَّرت مقدماتها وأطلت برأسها مرات ومرات، فكان لموقف حزب الله الدور الأبرز في وأدها.

التزم حزب الله قناعته بولاية الفقيه ولم يفرضها على أحد، كما لا يقبل أن يفرض عليه أحدٌ خياراته الفكرية أو السياسية، ونجح من الموقع الديني الإسلامي أن يقارب المواقف السياسية الوطنية والعربية والإسلامية من دون أن يقف انتماؤه حائلًا دون التعاون مع القوى السياسية المتمايزة في قناعاتها العقائدية أو انتماءاتها الطائفية، ليكون الموقف السياسي هو المعيار في التعاون، ولتكون المقاومة الرمز الأول في الالتفاف حولها من كل القوى الشريفة والمخلصة.

التزم حزب الله بالتوجيهات العامة للولي الفقيه في هذا الزمان والمتمثل بالإمام الخامنئي(دام حفظه)، الذي أنار طريقه للتمييز بين الحق والباطل. وقد أدرك الحزب منذ البداية بأن أمريكا ذات إدارة مستكبرة ومستعمرة لها مصالحها ومن أبرزها تثبيت وجود الكيان الإسرائيلي لتطويع المنطقة لإدارتها، فرفض الخضوع للسياسات الأمريكي، وجاهد العدو الأول للأمة وللبشرية إسرائيل بهدف تحرير الأرض واستعادة الحقوق المسلوبة للشعب الفلسطيني المجاهد.

أدرك حزب الله قبل الكثيرين خطر التكفيريين ومشروعهم الإلغائي لكل مخالف لهم، وواجههم من البوابة السورية لحماية ظهر لبنان ومقاومته، فحقق إنجازات كبيرة قلَّلت من مخاطرهم على لبنان، ولولا أداء حزب الله في جهاده المقدس في سوريا لرأينا التكفيريين كداعش والنصرة وغيرهما يقيمون الحواجز في بيروت ويعلنون حيث يصل إجرامهم وقتلهم لكل كائن حي إمارتهم الإلغائية لكل من عداهم.

الذين رعوا الوحش الداعشي هم الذين يعلنون الحرب عليه بعد أن أفلتَ من عِقالهم، وقد دفعت سوريا وحدها أكثر من 170 ألف ضحية وشهيد فضلًا عن التدمير فيها من أولئك الذين يدَّعون اليوم محاربتها, لقد سبقهم حزب الله في مواجهة الخطر التكفيري. قدَّم حزب الله تجربة مشرقة في الفكر والسياسة والجهاد والأخلاق، ونجح في محطات خطرة ومعقدة، وأثبت صحة مواقفه وخياراته، وما زال يدعو شركاءه في الوطن إلى الاعتبار من الأحداث والعودة إلى حوار الحلول والشراكة لبناء البلد.

وختم سماحة الشيخ بالقول: "هذه بعض إنجازاتنا تحت سقف ولاية الفقيه، فليقولوا لنا ما هي إنجازاتهم تحت سقف أمريكا وأتباعها؟. هذه هي تجربتنا الإسلامية السمحاء، وهي أبعد ما تكون عن تجربة المدعين للإسلام من التكفيريين الذين أساؤوا إلى الدين والبشرية.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Takfiri terrorist Abu Bakr al-Baghdadi




The largely unknown leader of the Takfiri terrorist group ISIL has declared himself “caliph” of Islam and rightful ruler of the world’s nearly two billion Muslims.

Al-Baghdadi’s or  Ibrahim Awwad Ibrahim Ali al-Badri al-Samarrai ,or Abu Bakr al-Baghdadi ,or  Dr. Ibrahim  ,or Abu Dua  ,or Sheikh Ebrahim, or khalīfah Ebrahim,     declaration was met with a barrage of ridicule. Observers pointed out that al-Baghdadi declared himself Caliph while wearing a Rolex wristwatch – a symbol of enslavement to Western materialist consumer culture.

Muslim scholarly authorities – even those deluded enough to support the “Syrian rebels” – have unanimously repudiated Baghdadi’s bogus caliphate. Yusuf al-Qaradawi, the best-known pro-Syrian-rebels TV scholar, dismissively rejected Baghdadi’s claim.

 Rachid Ghannouchi, the leader of Tunisia’s Al-Nahda Party, called Baghdadi’s self-promotion “reckless,” “deceptive,” and “ridiculous.” The most important group working to restore the caliphate, Hizb-ut-Tahrir, said Baghdadi’s proclamation distorted the reality of what a caliphate is supposed to be.

Even Assem Barqawi, the spokesperson for the al-Qaeda-affiliated al-Nusra Front – an erstwhile ally of ISIL in the Syrian war – spurned al-Baghdadi’s claim, and ripped ISIL for its brutality.

In short, al-Baghdadi and ISIL have no support whatsoever among Muslims. They are loathed even by their fellow ultra-Salafis, Wahhabis and Takfiris.

Yet the self-proclaimed “caliph” and his roughly 2000 ISIL followers have been relentlessly promoted by the Zionist-dominated Western media and terror-industry think tanks.

For example, terror expert William McCants of the Brookings Institution told the New York Times: “ISIS is now officially the biggest and baddest global jihadi group on the planet… Nothing says ‘hard-core’ like being cast out by Al Qaeda.”

A naive, angry young Muslim who saw this in the New York Times might get the idea that ISIL is cool. That’s exactly what the Zionist New York Times and the Zionist Brookings Institution want.

Zionist propagandist Sheldon Filger – who treasonously shilled for Israeli citizen Stanley Fischer’s appointment as head of the American Federal Reserve – is also shilling for al-Baghdadi. Filger writes:

“The lessons of history itself should compel us to take Abu Bakr al-Baghdadi's promise to wage a ferocious worldwide war of vengeance against those he sees as the enemies of God with the utmost seriousness. His sermon in Mosul may very well mark the opening shots of the Third World War...”

Worse yet, al-Baghdadi and ISIL are not just being hyped – they are also being armed, trained, and dressed in identical black Teenage Mutant Ninja Turtles uniforms. The money is coming from US taxpayers, CIA drug-money slush funds, and CIA-asset Persian Gulf oil sheikhs.

Why are the CIA and the Zionists supporting ISIL and promoting al-Baghdadi’s fake caliphate? And why does Israel provide support and medical treatment to ISIL terrorists in Syria?

This paradoxical situation – a self-proclaimed “caliph of Islam” who has no support among Muslims, but massive support from Zionists and imperialists – points to an ineluctable conclusion: ISIL is a manufactured fake-opposition group.

So who manufactured ISIL – and how?

Circumstantial evidence suggests that al-Baghdadi may have been mind-controlled while held prisoner by the US military in Iraq.

The American and Zionist authorities are scrambling to hide the fact that al-Baghdadi spent more than five years in US custody. Why would they engage in such a cover-up unless they had something big to hide?

Wikipedia, a tool of the Zionist wing of the CIA, is peddling the following falsehood:

“According to US Department of Defense records, al-Baghdadi was held at Camp Bucca as a ‘civilian internee’ by US Forces-Iraq from early February 2004 until early December 2004, when he was released.

A Combined Review and Release Board recommended an ‘unconditional release’ of al-Baghdadi and there is no record of him being held at any other time.”

This may not be an outright lie. There may indeed be “no record” of the fact that al-Baghdadi was held and treated by a secret CIA mind-control unit at Camp Bucca from 2004 until 2009. The records of such a “fabricate a fake ‘radical Muslim’ leader through mind control” operation would undoubtedly be destroyed or concealed behind a high-level National Security classification.



The CIA also has a track record of creating cults – and their charismatic leaders. The Reverend Jim Jones, an anti-establishment clergyman, was turned by CIA mind-control into a fire-breathing, charismatic puppet-master, who convinced hundreds of people to join him in a mass suicide.

Ironically, the puppet-master was himself a CIA puppet; the mass suicide was a CIA experiment designed to discover whether a large group of political dissidents could be so totally controlled that they would kill themselves on command. This experiment, like the murder of RFK, was a success.

More recently, the CIA has been conducting Nazi-style mind-control experiments on Muslim inmates in Guantanamo and other terror prisons. Jon Ronson – a mainstream journalist and bestselling author who generally keeps his humorous distance from “conspiracy theories” – discovered in 2003 that Guantanamo inmate Jamal al-Harith and others had been subjected to torture and “silent sound” mind-control experiments while in US custody.

In her book The Shock Doctrine, Naomi Klein shows that CIA torture is not designed to elicit information. Its real purpose is to “break” the subject so he or she can be mind-controlled.

Douglas Rushkoff’s book Coercion explains how CIA mind control works: The subject is “broken,” then the CIA interrogator presents himself as a substitute parent figure and seizes total control of the subject’s mind.

 That is how Khalid Sheikh Mohammed, who was waterboarded 183 times in a single month, was convinced by his mind-control torturers that he was involved in the 9/11 attacks.

The secrecy surrounding al-Baghdadi’s five years in US custody strongly suggests that the self-proclaimed “caliph of Islam” is actually a Muslim version of Jim Jones. His “Islamic State” is a Muslim Jonestown. It is designed to mass-suicide Islam by turning Muslims against each other.

Fortunately, the world’s Muslims are not drinking the kool aid.

sábado, 7 de junho de 2014

DISCOURS . Le secrétaire général du Hezbollah, Hassan Nasrallah.

DISCOURS

Le secrétaire général du Hezbollah, Hassan Nasrallah, a appelé hier les groupes rebelles à reconnaître leur défaite et à déposer les armes, estimant que l'élection de Bachar el-Assad rend ce dernier incontournable dans toute solution à la guerre.


C'est par le dossier libanais que le secrétaire général du Hezbollah, Hassan Nasrallah, a initié hier son allocution lors d'une cérémonie funèbre du Hezbollah, commençant plus précisément par le volet social.


 Aussi a-t-il évoqué les différentes revendications sociales, notamment la crise de l'enseignement dans le secteur public, faisant assumer la responsabilité de cette crise à « l'ensemble de la classe politique », qu'il a invitée à « trouver une solution dans les jours à venir ».


« Avec tous les respects que je dois au poste présidentiel et à la vacance, mais tous les blocs parlementaires ont le devoir moral, humain et national de se rendre à la Chambre pour trancher cette question afin de rendre leur dû aux fonctionnaires et de sauver les étudiants s'agissant des examens officiels. Celui qui faillira à ce devoir en assumera la responsabilité », a affirmé Hassan Nasrallah.




« Allons élire le plus fort des chrétiens »


Le leader du Hezbollah a ensuite rejeté l'accusation selon laquelle son parti, ou plus globalement le tandem chiite Amal-Hezbollah, chercherait à torpiller l'élection présidentielle afin de remplacer la parité islamo-chrétienne instituée par l'accord de Taëf par une répartition par tiers sunnites/chiites/chrétiens.

« Cette accusation de vouloir instaurer la tripartition n'est pas neuve (...), mais elle est sans fondements. Donnez-nous la moindre preuve (...) que nous voulons la tripartition. Nul, au sein du tandem chiite, n'en a parlé, ni de près ni de loin. Mieux que cela, nous n'y avons même jamais pensé, avant qu'il n'en soit question.

Je souhaite insister sur ce point afin que certaines autorités religieuses, surtout nationales, ne comprennent pas ou n'apprécient pas d'une manière erronée », a affirmé Hassan Nasrallah, indiquant que « les premiers à avoir proposé l'idée à des responsables iraniens étaient les Français, à travers une délégation, à Téhéran, sur base de l'idée selon laquelle l'accord de Taëf n'était plus un cadre opportun et qu'il était dépassé ».


« Les Iraniens n'ont jamais posé le problème, ils n'y ont jamais réfléchi, et nous non plus. Ils ont répondu de par eux-mêmes, mais ils nous ont posé la question. Nous avons dit que cela était impensable, que nous n'y réfléchissions pas et que nous ne demandions pas cela. Les Français sont vos amis, allez donc leur demander », a indiqué le secrétaire général du parti chiite à l'adresse de ses détracteurs.



« Si, malgré tout, vous continuez à nous accuser de cela, sachez qu'on ne fait pas pression sur nous par des accusations. Vous prendrez le temps qu'il faut pour vous convaincre que cela est faux. Si d'aucuns au Liban souhaitent s'embarquer dans une illusion légitime, en considérant qu'il s'agit d'un danger, et s'ils souhaitent se battre avec cette illusion et ce projet dangereux, ils sont libres. Qu'ils se battent jusqu'à en avoir ras le bol ; nous n'avons rien à voir avec la répartition par tiers (...), point final », a-t-il poursuivi.


« Si vous pensez, comme vous nous en accusez, que nous aspirons au vide présidentiel pour imposer la répartition par tiers... si vous voulez barrer la route à la tripartition, allons à l'élection et mettons fin au vide, ou à la vacance. Acceptez la personnalité la plus forte, qui dispose d'une présence nationale et chrétienne. Allons dès ce soir inciter le président de la Chambre à convoquer à une séance afin d'élire un président. C'est ainsi que vous coupez court à la tripartition. Nous sommes prêts. Mais nous savons tous qui est celui qui fait obstacle à celui qui est en droit d'obtenir son dû », a souligné Hassan Nasrallah.


« N'attendez pas le dialogue saoudo-iranien... »

Évoquant le dialogue en cours entre le CPL et le courant du Futur sur la présidentielle, le chef du Hezbollah a indiqué qu'il « attend toujours les résultats de ce dialogue ». « Mais nous voulons plus que cela : des efforts internes, de différentes parties, pour pousser l'échéance à bout. Certains attendent l'extérieur, mais ce dernier n'a cure du Liban (...) et rappelle tous les jours qu'il ne veut pas s'ingérer.

Qu'attendez-vous encore de l'extérieur ? (...) N'attendez pas les négociations irano-saoudiennes, pas même dans la pratique. Il n'y a pas encore de date prévue, dis-je à ceux qui comptent les heures en pensant que les Libanais vont gagner sans déployer le moindre effort, et qu'il n'est donc pas besoin de dialoguer en attendant les négociations.

 L'on ne sait même pas s'il y aura une date proche. Et même s'il y en a une, l'on ne sait pas sur quoi les négociations porteront. Qui a dit que le dossier présidentiel sera au menu ? D'ailleurs, l'Iran n'impose rien à ses alliés et ses amis, ni au Liban, ni en Syrie, ni en Irak ou ailleurs (...) », a indiqué Nasrallah.


Et de poursuivre : « En tant que Libanais soucieux que l'échéance ait lieu au plus vite, je vous dis, faisons un effort réel au plan interne. Il existe des chefs dans ce pays capables de prendre des initiatives, et nous pouvons, en tant que Libanais, réaliser cette échéance. Même à ceux qui l'attendent, l'Arabie dit clairement qu'elle ne souhaite pas s'ingérer. Tous les pays qui intervenaient autrefois sont trop occupés actuellement et aucun ne prendra d'initiative. »


Sur le dossier libanais, le patron du Hezbollah a mis en relief « la volonté unanime régionale et internationale de préserver le calme et la stabilité au Liban, ce qui nécessite une coordination de la part de tous les Libanais ». « En dépit de ce qui se produit dans la région, nous sommes très attachés à la sécurité, la paix, le calme et la stabilité », a-t-il ajouté, estimant qu'« il est de notre responsabilité à tous de consolider cette paix et cette stabilité, et de faire réussir les plans sécuritaires et la coordination à tous les niveaux ».


 « Nous n'avons pas besoin, pour cela, d'une solution politique radicale, mais d'une volonté de préserver la sécurité et la stabilité au Liban », a-t-il ajouté, appelant à une accalmie au niveau « du discours politique et des provocations sectaires ».


« L'exploit historique » d'Assad

Le secrétaire général du Hezbollah a ensuite qualifié la réélection de Bachar el-Assad « d'événement le plus important, d'exploit historique et de victoire pour la Syrie, son peuple et son leadership ».

Hassan Nasrallah a fustigé le dédain avec lequel plusieurs pays occidentaux et régionaux ont « fait pression » sur Damas, « menaçant » le régime pour le pousser à ne pas tenir les élections, sous peine de réactions de la communauté internationale.


Il a estimé que tous les pays qui s'étaient empressés de qualifier le scrutin de « mascarade illégitime » ont voulu « spolier la volonté du peuple syrien sur base de fausses réalités ».



« Nous savons que plusieurs pays ont empêché les Syriens d'élire sur leur territoire, alors qu'ils prétendent qu'ils veulent la démocratie et la liberté d'expression des citoyens. Ils voulaient, de cette manière, que les émigrés ne participent pas, pour montrer que le régime n'a pas de popularité.

 Or ils savaient bien que les Syriens afflueraient de partout pour voter en masse », a-t-il dit. « Si la présidentielle n'était pas réelle et populaire, ils ne l'auraient pas crainte à ce point, au point d'émettre des fatwas apostasiant les électeurs, ou encore de menacer de transformer toutes les régions en des places ensanglantées à la veille du scrutin (...) », a ajouté Hassan Nasrallah, qualifiant tout cela de « preuve d'échec » de la part de l'opposition.

« Tout le monde a vu le résultat, et ceux qui veulent s'obstiner dans leur arrogance sont libres. Ceux qui continuent à parler de mascarade sont libres.

 Cela ne change rien à la réalité. Tout le monde a bien vu, y compris au Liban, devant l'ambassade syrienne, où la scène a surpris. Pas seulement le 14 Mars ; les amis de la Syrie ont été surpris, et nous aussi.

 Pour diminuer de l'impact de l'événement, il a été dit que des partis et le Hezbollah avaient fait pression sur les gens et avaient organisé des transports, mais tout cela est faux.

Les Syriens ont afflué de par eux-mêmes de toutes les régions à l'ambassade syrienne pour voter. Personne n'a fait pression sur eux.

 Toutes ces niaiseries sont une preuve de faiblesse (...). Il a été dit que ceux qui ont voté à l'ambassade syrienne au Liban sont des éléments du Hezbollah : le ministère de l'Intérieur se trouve entre vos mains, l'État et ses ministères régaliens aussi ; les enregistrements existent. Dites-nous, quels sont les membres du Hezbollah qui ont voté à l'ambassade ? » a-t-il noté.



« Nul ne peut ignorer cette masse qui a voté. On peut discuter le pourcentage, mais il est indiscutable que des millions ont voté (...).

Nous avons entendu ensuite les réactions, l'un affublant les élections d'un "zéro" (en allusion à John Kerry), l'autre usant de toutes les injures existantes dans ce qui n'était en rien un communiqué politique (en allusion à Saad Hariri et Walid Joumblatt).

Tout cela est l'expression d'un échec, d'un sentiment de défaite et de déception. (...) Ils pensaient que le peuple boycotterait et que le régime serait aussitôt mis à nu. L'arroseur a été arrosé », a ajouté Hassan Nasrallah.


Bachar, l'alpha et l'omega

Le secrétaire général du Hezbollah a ensuite dégagé six résultats politiques de la victoire d'Assad en Syrie, estimant notamment que le régime a prouvé qu'il dispose de larges assises populaires, ce qui dément, selon lui, l'argument selon lequel il est en guerre contre son peuple ; et que l'élection prouve que « la guerre destructrice contre la Syrie a échoué ».

 « Celui qui veut parler d'une solution politique en Syrie ne peut ignorer la présidentielle, qui a reconduit Assad, et qui prouve que ce n'est pas vrai que la solution doit être basée sur Genève I ou II, ou encore sur la démission d'Assad ou une passation des pouvoirs.

Cela est désormais impossible maintenant que le peuple l'a réélu. La prétendue opposition ne peut plus réclamer la démission d'Assad comme condition préalable à des négociations (...). Cette élection affirme à l'opposition et au monde entier que toute solution politique en Syrie commence et se termine avec le président Assad. »


« Il y a un président élu par des millions de personnes pour un nouveau mandat de sept ans, et ceux qui veulent agir en vue d'une solution politique doivent négocier avec lui pour arriver à une solution politique », a martelé Hassan Nasrallah. « Cette solution est fondée d'abord sur la nécessité de prendre en compte le résultat de l'élection et de comprendre qu'Assad est le tenant de la solution.


Ensuite, il faut que cesse le soutien aux groupes takfiristes en Syrie pour mettre fin à la guerre. Il ne suffit pas que certains pays mettent ces groupes sur la liste des groupes terroristes, tandis qu'ils continuent à leur offrir un soutien financier, armé et logistique. Dès les premières heures, nous étions en faveur d'une solution politique.


Nous appelons tous les combattants à prendre, comme cela s'est produit à Homs et ailleurs, le chemin de la réconciliation et du dialogue, à rechercher une issue politique et à cesser l'effusion de sang ainsi que les combats », a-t-il dit. « (...) Votre combat n'a pas d'horizons autres que plus de destruction pour votre pays et plus de sang versé.


Chacun doit reconnaître que la guerre militaire ne va pas permettre aux autres de prendre le contrôle de la Syrie. Allons tous vers la réconciliation, le dialogue et des solutions politiques », a-t-il ajouté, à l'adresse des rebelles.

Democratic Front for the Liberation of Palestine (DFLP)

 'الجبهة الديموقراطية لتحرير فلسطين Al-Jabha al-Dimuqratiya Li-Tahrir Filastin


Militantes Palestinos da Frente Democrática para a Libertação da Palestina durante formatura em Rafah

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Bashar Al Assad reeleito Presidente da Republica Arabe Síria



 Bashar Al Assad reeleito Presidente da Republica Arabe Síria , 88% dos votos com a participação de 73% dos eleitores.


Apesar de  todas as dificuldades na eleição da Síria, ela ressaltou o apoio considerável que o Presidente da Republica Arabe Síria Bashar Al Assad  goza da população, incluindo muitos na comunidade muçulmana sunita, a  maioria.

Conflito da Síria é muitas vezes retratada através de um dos seus muitos prismas - a de uma luta sectária, em que rebeldes muçulmanos sunitas esmagadoramente buscam derrubar o Presidente da Republica Arabe Síria Bashar Al Assad, que pertence à seita minoritária alauíta, uma ramificação do islamismo xiita. Riquíssima variedade de minorias, cristãs e muçulmanas do país, por sua vez, ajudam a manter o Presidente da Republica Arabe Síria Bashar Al Assad no poder, temendo o seu destino se ele  cair.

Sem o apoio sunita, no entanto, o governo do  Presidente da Republica Arabe Síria Bashar Al Assad  teria entrado em colapso há muito tempo em meio a uma guerra civil que ativistas dizem que já matou mais de 160 mil, deslocando pelo menos um terço da população pré-guerra da Síria, de 23 milhões, e destruiu amplas áreas do país.

Esse apoio estava  exposto com sírios votando esmagadoramente na terça-feira para dar  ao   Presidente da Republica Arabe Síria Bashar Al Assad   outro mandato de sete anos. Ele recebeu  88,7 por cento dos votos, como o Presidente  do Parlamento Sírio   anunciou quarta-feira à noite, embora o resultado nunca esteve em questão.

A eleição foi boicotada pela oposição, e ignorado e até ridicularizado em áreas controladas pelos terroristas  onde a luta continua. Secretário de Estado dos EUA John Kerry estava entre aqueles  que  no Ocidente ,   denunciaram a votação, chamando-a de "um grande zero , grande farça ,  charada ,  piada  etc."

Enquanto a votação e grande parte das  manifestações  pró-Assad  ,  vistas nas ruas de Damasco ocorriam , até mesmo os inimigos mais ferrenhos do  Presidente da Republica Arabe Síria Bashar Al Assad    admitem que o homem que governa  a Síria desde 2000 mantém apoio substancial.

"Se apenas as minorias eram leais ao  Presidente da Republica Arabe Síria Bashar Al Assad   , eles (os terroristas) teriam dominado o país", disse Wida Saleh, uma advogada de 35 anos de idade e apoiante do   Presidente da Republica Arabe Síria Bashar Al Assad   ,  que relutantemente se identificou como um muçulmana sunita.

"Mas como a maioria (sunitas) estão de pé atrás dele, eles têm mantido a Síria em pé ", disse ela em uma cabine de votação   na  estação centenária de  Damasco .

Os comentários de Saleh tiveram ecos em outros entrevistados pela Associated Press em um bairro sunita de classe média, no centro de Damasco, assim como por sírios em todo o espectro político - incluindo algumas das dezenas de milhares de pessoas que fugiram de seu país para o vizinho Líbano . As entrevistas  em   Damasco foram realizadas sem a presença de representantes do governo.

Muitos dos que apoiaram  o Presidente da Republica Arabe Síria Bashar Al Assad    e respeitava-o pela  modernização da Republica Arabe Síria  se voltaram contra ele .

Os partidários  do Presidente da Republica Arabe Síria Bashar Al Assad     deram insights sobre por que eles o apoiám. Estes insights incluem a fadiga durante o conflito, a desconfiança entre muitos  de  uma oposição Takfiri extremista, e o poder crescente de terroristas islâmicos nas fileiras rebeldes.  Segundo relatos, as potências ocidentais e seus aliados regionais - especialmente Qatar, Arábia Saudita , Jordania  e Turquia apoiam os terroristas que operam dentro da Síria.

Alguns disseram que apoiam o governo porque ele forneceu muitos serviços gratuitos, tais como educação e saúde, e outros fortemente subsidiados. Antes da onda  de  ataques  terroristas  praticados  pela  Al Qaeda com  os  apoios  supra  citados , em  mais um  lance  da  disputa  das monarquias feudais  do  golfo  e  outros  contra  a  República Islâmica do Irã, , a Síria foi muitas vezes apontada como um dos países mais seguros do mundo.

O oftalmologista de 48 anos de idade com uma mulher elegante nunca realmente se encaixaria no molde de um ditador árabe. Enquanto ele manteve com punho de ferro a politica  de seu pai , muitos creditam a ele com a abertura da economia. Sob reformas de livre mercado, Damasco e outras cidades viram um florescimento de shoppings, restaurantes e bens de consumo, aumentando o turismo.

Para muitos de seus partidários obstinados, ele é um herói nacionalista lutando contra o  imperialismo ocidental e garantindo uma regra estável, secular em uma região turbulenta assolada por guerras sectárias.

"Eu acho que é um dever votar em Assad", disse Arfan Jumra, um funcionário público de 45 anos de idade.

"Nós vimos o que ele ofereceu-se para o país:  escolas,educação,  energia elétrica", disse ele. "Eu moro em uma área pobre, e vemos o que nos foi dado. Isso é realmente importante."

Para muitos, na  maioria sunita de classe média urbana, sua prosperidade e emprego depende do governo.

"É para estes sírios  que representam   um eleitorado central que tanto o regime e a oposição estão apelando", disse Ayham Kamel, analista do Eurasia Group, em Londres. "As escolhas para estes sírios, que são na sua maioria sunitas, não são grandes: o regime de Assad, os islâmicos radicais, os rebeldes conservadores e  que têm uma faixa de influencia  sobre os mais  pobres".

Síria se orgulhava de ser uma sociedade tolerante e aberta que abraçou plenamente a sua multiplicidade de grupos religiosos e étnicos. Mas esse tecido social  foi rasgado por um conflito que deu origem a radicais salafistas , terroristas etc.

À medida que  na  guerra civil,  a  chamada  oposição  Síria  trouxe os  terroristas estrangeiros e extremistas islâmicos começou a ,  oposição  a tornar-se uma força terrorista armada.

Aqueles que lutam para derrubar o Presidente da Republica Arabe Síria Bashar Al Assad    são terroristas que apresentam todos os jihadistas como hard-core.

Em partes  que assumiram da Síria , os terroristas do grupo  da Al-Qaeda Estado Islâmico do Iraque e do Levante tem imposto restrições da sharia, a execução de adversários em público, proibição de música e obrigando os cristãos a pagar um imposto para a proteção. Os terroristas rotineiramente realizam operações suicidas.

Isso tem endurecido  a visão muitos sírios sobre o conflito, que agora o consideram como uma  guerra  contra terroristas islâmicos estrangeiros.

Para a advogada  Saleh, os   medos daqueles terroristas islâmicos estrangeiros ultraconservadores contribuir, em parte, ao seu apoio a Assad.

"Os  terroristas islâmicos  extremistas são um perigo para todo mundo", disse ela. Ela estava vestindo uma camiseta estampada com o rosto de Assad, a bandeira síria e as palavras: "Sim, nós te amamos."

Antes da revolta ",  seria uma   vergonha perguntar a alguém  qual  era  sua religião . Nós  eramos criados  assim na Síria",  disse  Saleh. "Somos como um mosaico (de religiões) na Síria."

Ela, então, apontou para uma comissão eleitoral nas proximidades: três mulheres, uma vestindo um véu muçulmano, sentada atrás de uma mesa, supervisionando a votação.

"Olhe para a comissão eleitoral por aqui - eles são todos da fé da maioria na Síria", disse ela, referindo-se as sunitas.

Uma funcionária     que se identificou apenas como Maha ecoou as  preocupações de Saleh sobre o que a vida seria  na Síria se a oposição tomar o poder.

Maha,ao cabelo penteado e bochechas  a forte  rouge , disse  que ela estava  preocupada com as liberdades das mulheres se Assad cair.

"Assad deu às mulheres seus direitos e sua liberdade", disse Maha. "Eles (a oposição)  querem este país atrasado."

Tais sentimentos são compartilhados por muitos sírios no exterior, alguns dos quais voltaram a votar.

Zouha ,23 anos ,     de Damasco,    que está trabalhando em seu mestrado em Beirute, disse que, se o regime sírio entrar em colapso, uma oposição moderada "não vai mesmo ter a chance de chegar ao poder. Haverá enorme caos."

Entrevistada em Beirute, ela disse que votou a favor de Assad, mesmo  ela não sendo sua "grande fã"  . Ela se recusou a dar seu nome completo, temendo o assédio.

Muitos sírios e alguns analistas dizem que a fadiga durante o derramamento de sangue na Síria, agora entra no seu quarto ano, desempenhou um papel fundamental.

"Uma parte significativa da base de apoio da oposição, inicialmente, acreditava que a revolução teria sucesso rapidamente e que eles voltariam para seus negócios regulares em uma questão de meses", disse Kamel, o analista. "Neste momento, ainda parte desse grupo que despreza o regime é forçado a reconsiderar a sua posição."

"Já se passaram três anos. É o suficiente", disse Moataz, um técnico de 40 anos, que trabalhava em um luxuoso hotel de Damasco.

Questionado se ele acreditava que qualquer outro candidato ou a oposição poderia governar o país, ele respondeu que só Assad agiu de forma decisiva. O técnico disse que nenhum de seus parentes haviam morrido no conflito, mas que ele sofria, no entanto.

"Nós perdemos o nosso país", disse ele.


Diaa Hadid

domingo, 25 de maio de 2014

Fim das elites burguesas . Chicken Little 1943



Theatrical release poster


Directed by     Clyde Geronimi
Narrated by     Frank Graham
Voices by     Frank Graham
Clarence Nash
Florence Gill
Animation by     Ollie Johnston
Milt Kahl
Norman Tate
Ward Kimball
John Lounsbery
Studio     Walt Disney Productions
Distributed by     RKO Radio Pictures
Release date(s)     December 17, 1943
Color process     Technicolor
Running time     8:44
Country     United States
Language     English

It's a peaceful day at the local poultry farm, and our narrator introduces us to the locals, Cocky Locky, Henny Penny, Turkey Lurkey, Ducky Lucky, Goosey Loosey and the titular Chicken Little, (a yo-yo wielding simpleton). But then Foxy Loxy happens along intent on a chicken dinner.

 He takes the advice from his psychology book, (originally Little Red Book ) choosing to manipulate the masses by beginning with "the least intelligent" first, Chicken Little, and convinces him that the sky is falling.

Chicken Little spreads the word, but Cocky Locky proves the story to be false. In retaliation, Foxy Loxy spreads innunendo and rumors that Cocky Locky isn't the smart chicken he appears to be, which leads to another rush of panic among the avians. Pretending to be a "voice of wisdom", Foxy Loxy convinces Chicken Little to stand up and challenge Cocky Locky's right of leadership.

The two continue to argue about the falling sky, until Cocky Locky states, "if the sky is falling, why doesn't it hit me on the head?" From his hiding place, Foxy Loxy shoots a piece of the sky (a piece of wood, painted blue with a star on it) at him, hitting him in the head and knocking him out.

Everyone is shocked and realize that Chicken Little was right about the sky all along. They ask him what they should do, and Foxy Loxy whispers to lead them to "the cave." Convinced this is the right thing to do, Chicken Little leads the panicked masses to Foxy Loxy's den. Once everyone's inside, Foxy Loxy goes in after them and seals up the entrance. The narrator reassures us that everything will be alright.

The cartoon closes with a pot-bellied Loxy picking his teeth and arranging the wishbones of the devoured birds in a row resembling a war cemetery. The narrator is shocked and insists that this isn't how the story was supposed to end. Foxy Loxy smirks evilly and reminds the narrator not to believe everything he read .

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Katyusha


Syrian Special Forces have broken a long siege on the Aleppo Central Prison by foreign-backed terrorists, gaining access to the army garrison and resupplying it with food and munitions in a first move.

The Syrian military forces then deployed troops within 200 meters of the prison compound before storming its immediate surroundings .

Army units had earlier gained control over the town of Hilan and other areas in the vicinity of the prison before launching the main operation to eradicate the terrorists groups that had besieged the military compound for over 18 months.

At least fifty terrorists were killed in the attack. There are nearly 4,000 inmates in the sprawling prison.

The development came as government troops further carried out several operations on the axis of the industrial city, also near the Aleppo prison, Handarat, Hreitan, Kafar Saghir, Kafar Naha, the vicinity of the Infantry College, al-Kastello, Baidin, Jandoul, Azaz, al-Atareb, Mare', Daret Ezza and Andan, inflicting heavy blows on the foreign-sponsored terrorists.

Army and law-enforcement units also established control over Hagop citadel in the outskirts of Aleppo, destroying a number of tunnels, trenches, and fortifications set up by the terrorists.

Moreover, Syrian forces foiled terrorists infiltration attempts from al-Rashideen al-Owla toward al-Sweiqa in Aleppo, killing numerous armed terrorists and destroying their armored vehicles.

In Daraa City, meanwhile, army units destroyed terrorists staging areas in the vicinity of al-Abbasa Bakery and the communication department, Sajna neighborhood and to the south of al-Khalil Mosque, killing many terrorists and destroying their armed vehicles.

Also in the outskirts of Idlib, Syrian forces targeted terrorists groups in the areas of Tal Salmo, Abu al-Dohour and Talab, killing and injuring scores of armed gangs.

Government troops also carried out operations against terrorists staging areas in neighborhoods of Taldo, Kifr Laha, Aqrab, al-Nasseryeh, Tal Dahab, Jisr al-Kharab and al-Wa'er in city of Homs, eliminating more armed terrorists.

Syria has been gripped by a foreign-hatched war since 2011. According to reports, Western powers and their regional allies - especially Qatar, Saudi Arabia and Turkey - are supporting the terrorists operating inside Syria.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Сирии 205 Syria - Jobar SAA x Al Qaeda Search And Destroy



A British man has become the first person in the United Kingdom to be convicted of Syria-related terrorism offenses for arranging to travel to the strife-torn country to join al-Qaeda-affiliated militants fighting the Damascus government.

Mashudur Choudhury was found guilty of engaging in conduct in preparation for terrorist acts on Tuesday after a 12-day trial at Kingston Crown Court in London.

The 31-year-old managed to travel to Syria via Turkey last October alongside four other men.

He then attended a terror training camp that taught him how to use firearms before starting his journey back home later that month.

But Choudhury, who is from Portsmouth, was arrested and then charged under section five of the Terrorism Act 2006 upon his return to the UK at Gatwick Airport.

The men allegedly decided to go to Syria after another associate, Iftekhar Jaman, 29, had travelled to fight with the al-Qaeda-linked and terrorist group Islamic State of Iraq and the Levant (ISIL) earlier last year.

The total number of British participants in the Syrian conflict is estimated to be in hundreds, with as many as 20 thought to have died in the fighting.



Charles Farr, the Home Office's terror chief, warned recently that Britons travelling to Syria represented "the biggest challenge" to the British security services.


Security officials are worried that some terrorists returning home may have been radicalized and could be planning attacks in Britain.

   

sábado, 17 de maio de 2014

Comunistas automaticamente excomungados


O Conde de Saint-Simon propôs em 1802 a formação de uma sociedade onde não houvesse  parasítas ociosos , como ele se referia aos oficiais  militares , religiosos, nobres e magistrados  ,  todos oriundos de uma nobresa  parasitária   ,  nem a exploração econômica de grupos de indivíduos por outros.

Os brasileiros da  elite  dominante  , herdaram  da   fidalguia ibérica  ,  o  hábito de  viver  do  trabalho  dos  outros , assim  foi  com  o  uso  de  escravos  ,  sejam  nativos  indigenas ou  negros  africanos  ou  Afro-brasileiros  ,  sem  contar  a  arrogancia  desta  abominável   elite  opressora , facil  em  reconhecer  por  frases  como  ,  "Sabe  com  quem  esta  falando" , ou  mesmo  a  impunidade  frente  as  leis .,  ultimamente  temos  os  petistas  condenados e  seu  séquito  de  parasitas  desocupados  ,   tambem  condenados ,  que  literalmente  são  inimigos  do  povo , parasitas ,  criminósos  que  mancharam  a  luta  daqueles  que  buscam  eliminar  as  injustiças  sociais  ,  afinal  eles  se  dizem  de  esquerda ,  mas  esta  esquerda  se  refere  ao  posicionamento  deles  apenas  na  boca  do  caixa ,  para  sacar  o  dinheiro  do  povo.

Desde a sua difusão, tanto o comunismo leninista quanto o marxista receberam oposição, tanto da esquerda quanto da direita política.  Há críticas ao funcionamento da economia socialista, considerada por Mises ineficiente pela distorção/ausência do sistema de preços  e por Hayek como inevitavelmente ligada à tirania e servidão.

 Outros críticos, como Milton Friedman, afirmam que uma sociedade comunista estaria fadada a estagnação dos avanços tecnológicos, redução de incentivos  e redução da prosperidade.

A inviabilidade de implementação também é debatida, bem como os efeitos sociais e políticos que as tentativas de ascendência comunista causaram.

Alegando que o comunismo marxista era impossível de ser atingido, Murray N. Rothbard em seu livro Economic Thought Before Adam Smith escreveu:

"Somente um crente na necromancia absurda da "dialética" pode acreditar que um estado totalitário [socialista] pode inevitavelmente e de maneira virtualmente instantânea se transformar em seu oposto, e que, portanto, a maneira de se livrar do estado é se esforçar ao máximo para maximizar seu poder".

As principais críticas ao socialismo — sistema transitório para o comunismo — se assentam essencialmente na ideia de que quanto maior é a intervenção do Estado, mais negativa é. Porque:

    Interfere com a liberdade individual e livre iniciativa das pessoas e empresas, que são quem sustentam involuntariamente o Estado através dos impostos e taxas;
   
Ao deslocar recursos dos mais produtivos para os menos produtivos, retirando produção aos primeiros para alocar aos segundos, o Estado contribui para uma diminuição da eficiência global do sistema económico e social. Isto porque é intuitivo que a pessoa que não vê uma recompensa maior pelo seu esforço, tem tendência a produzir menos, dessa forma todos ficam mais pobres.

Parte dessas críticas se estendem para as políticas adotadas pelos estados unipartidários governados por partidos comunistas (conhecidos como "estados comunistas"). Estudiosos de direitos humanos discutem os episódios de fome, expurgos, execuções e guerras constantemente observados nesses regimes ao longo do século XX.

 Entre os exemplos notáveis de episódios atribuídos ao comunismo, destacam-se o genocídio ucraniano na União Soviética, o massacre de um quarto da população do Camboja sob o regime de Pol Pot e a Grande Fome Chinesa sob o regime de Mao Tsé-Tung.

Bernard-Henri Lévy, Karl Popper, Ludwig von Mises, Max Weber, Michael Voslensky, Milovan Djilas, Milton Friedman, Eric Voegelin, Václav Havel, são alguns eminentes críticos do comunismo., alguns ficaram milhonários  dilapidando o  espólio comunista  em  seus  paises.

 A ideologia comunista também é fortemente criticada pela Doutrina Social da Igreja Católica.  Sim ,  a  chamada " Doutrina Social "  daqueles  que  a  2.000  anos  praticaram  crimes  como  torturas ,  roubos  ,  saques e  massacres ,  todos  os  crimes  imaginaveis  e  constantes  dos  mais  diversos  codigos  penais  ,  o  da  moda  hoje  é  lavagem  de  dinheiro  e  a  pedofilia praticada  por  notórios  pederastas  impunes  . ,  mas  voltemos  ao  texto .

O Magistério da Igreja Católica sempre condenou oficialmente qualquer forma de comunismo, porque acreditava que o comunismo nunca poderia ser compatível com a doutrina católica:

    Na encíclica Qui pluribus (1846), o Papa Pio IX afirmou que "para aqui (tende) essa doutrina nefanda do chamado comunismo, sumamente contrária ao próprio direito natural, a qual, uma vez admitida, levaria à subversão radical dos direitos, das coisas, das propriedades de todos e da própria sociedade humana".
 
  Na encíclica Rerum Novarum (1891), o Papa Leão XIII declarou que "a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública."
   
Na encíclica Quadragesimo Anno (1931), o Papa Pio XI afirmou que "o socialismo quer se considere como doutrina, quer como facto histórico, ou como ação, se é verdadeiro socialismo, [...] não pode conciliar-se com a doutrina católica; pois concebe a sociedade de modo completamente avesso à verdade cristã. [...] E se este erro, como todos os mais, encerra algo de verdade, o que os Sumos Pontífices nunca negaram, funda-se contudo numa própria concepção da sociedade humana, diametralmente oposta à verdadeira doutrina católica. Socialismo religioso, socialismo católico são termos contraditórios: ninguém pode ser ao mesmo tempo bom católico e verdadeiro socialista."
   

Na encíclica Divini Redemptoris (1937), o Papa Pio XI defendeu que o comunismo ateu é um "sistema cheio de erros e sofismas, igualmente oposto à revelação divina e à razão humana; sistema que, por destruir os fundamentos da sociedade, subverte a ordem social, que não reconhece a verdadeira origem, natureza e fim do Estado; que rejeita enfim e nega os direitos, a dignidade e a liberdade da pessoa humana."
   

Em 1949, o Santo Ofício,  "Congregação da Sacra, Romana e Universal Inquisição do Santo Ofício" ,  1542 e 1965,  refere-se a várias instituições dedicadas à supressão da heresia no seio da Igreja Católica , após o papado de João XXIII, assumiu seu nome atual - "Congregação para a doutrina da Fé" ,   com a aprovação do Papa Pio XII, emitiu o decreto contra o comunismo, que reafirmou que todos os católicos que fossem comunistas eram automaticamente excomungados, porque eram apóstatas da fé católica.
   

Na encíclica Mater et Magistra (1961), o Papa João XXIII reafirmou que "entre comunismo e cristianismo, [...] a oposição é radical, e acrescenta não se poder admitir de maneira alguma que os católicos adiram ao socialismo moderado: quer porque ele foi construído sobre uma concepção da vida fechada no temporal, com o bem-estar como objetivo supremo da sociedade; quer porque fomenta uma organização social da vida comum tendo a produção como fim único, não sem grave prejuízo da liberdade humana; quer ainda porque lhe falta todo o princípio de verdadeira autoridade social."
 
  Na encíclica Centesimus Annus (1991), o Papa João Paulo II, atualizando os princípios da Rerum Novarum, salientou que "o erro fundamental do socialismo é de carácter antropológico.

De fato, ele considera cada homem simplesmente como um elemento e uma molécula do organismo social, de tal modo que o bem do indivíduo aparece totalmente subordinado ao funcionamento do mecanismo económico-social, enquanto, por outro lado, defende que esse mesmo bem se pode realizar prescindindo da livre opção, da sua única e exclusiva decisão responsável em face do bem ou do mal. O homem é reduzido a uma série de relações sociais, e desaparece o conceito de pessoa como sujeito autónomo de decisão moral, que constrói, através dessa decisão, o ordenamento social.

Desta errada concepção da pessoa, deriva a distorção do direito, que define o âmbito do exercício da liberdade, bem como a oposição à propriedade privada. [...] Se se questiona ulteriormente onde nasce aquela errada concepção da natureza da pessoa e da subjectividade da sociedade, é necessário responder que a sua causa primeira é o ateísmo. [...] O referido ateísmo está, aliás, estritamente conexo com o racionalismo iluminístico, que concebe a realidade humana e social do homem, de maneira mecanicista."
   
O Catecismo da Igreja Católica (1992) afirma que "a Igreja rejeitou as ideologias totalitárias e ateias, associadas, nos tempos modernos, ao comunismo ou ao socialismo".

Como  observaram  no  supra  citado ,  caso  o  camarada  leitor  tenha  alguma  simpatia  pelo  socialismo ou  comunismo ,  estara  automaticamente  enquadrado  em  alguma  destas  publicações ,  assim  quando morrer  vai  para  o  inferno ,  sendo  antes  automaticamente   excomungado  viu  .

 O  engraçado  que  não  fazem  pedido  de  desculpas  pelos  crimes  que  eles  praticaram  e  praticam ,  estuprar  uma  criança  deve  ser  normal  na  cabeça  destes  doentes ,  que  usurparam  a  fé  em   Cristo e  a  moldaram  com  expurgos ,  chassinas , massacres  para  que  o  resultado  contabil  disto  fosse  este  patrimônio  incalculável  encharcado  de  sangue  e  mentiras.

 Conforme  cita  Guilherme Dias  em  brilhante  explanação  vemos  que:

O comunismo é o modo de produção em que a sociedade se libertaria da alienação do trabalho, que é a forma de alienação que funda as demais, onde a humanidade se tornaria emancipada, tendo o controle e consciência sob todo o processo social de produção.

Em outras palavras, o comunismo é o "trabalho livremente associado", nas palavras do próprio Karl Marx.

Enquanto no capitalismo o trabalho é livremente comercializado, enquanto mercadoria, na sociedade comunista, com a socialização dos meios de produção, o trabalho deixaria de ser um aspecto negativo e passaria a ser positivo, isto é, o trabalho seria a afirmação do prazer, dado a abundância de bens  materiais  e o desenvolvimento da produtividade do trabalho, que faria com que pudéssemos trabalhar cada vez menos, com processos de mecanização e controle racional, levando em consideração a questão da natureza.

Em uma sociedade comunista não haveria governos estatais ou países e não haveria divisão de classes, pelo contrário, a sociedade seria auto-gerida democraticamente, entretanto não na forma política e sim através da atividade humana consciente.

No Leninismo, o Socialismo é um modo de produção intermediário entre capitalismo e comunismo, quando o governo está num processo de transformar os meios de produção de privados para sociais.

Então seria possível para as pessoas acreditarem numa sociedade comunista sem necessariamente utilizar da via proposta por Karl Marx, por exemplo utilizando o comunismo-religioso ou anarco-comunismo.

Mas obviamente, para alcançar a emancipação humana há os obstáculos promovidos pela classe dominante, no caso, a burguesia, que detém todos os meios contra a revolução socialista.


O comunismo é o capitalismo controlado pelas massas, colocando um fim na exploração das classes. Uma vez que proletariado controla todos os aspectos do capitalismo, Marx acreditava que a humanidade poderia ser livre.

Vendo assim, ambos os modelos sociais não são inteiramente opostos no fim das contas: o objetivo dos dois era produzir grandes quantidades de bens  materiais , em nome do materialismo e consumismo, através da industrialização.

Uma comparação simplificada entre o modelo comunista de Marx e as ideias básicas do capitalismo pode mostrar que ambos os modelos não são tão diferentes como a maioria pensa.

Um dos estereótipos mais fortes do marxismo caracteriza-se em sua oposição e seu repúdio ao capitalismo. No entanto, a explicação de Marx sobre o comunismo não é uma simples rejeição ao modelo capitalista. Marx viu a história como uma progressão das sociedades tentando produzir o máximo de capital possível através da exploração de diferentes classes.

O comunismo era a sociedade idealizada de Marx, a compreensão definitiva do progresso humano: pessoas produzindo uma grande quantidade de capital, sem distinção de classes. Por essa razão, Marx viu o capitalismo como um aperfeiçoamento nos modos anteriores de produção, especialmente porque isso conduziria ao comunismo.


Para muitos, Marx é visto como um grande inimigo do capitalismo — um dos princípios fundamentais de nações industrializadas como os Estados Unidos, por exemplo. No entanto, Marx odiava o feudalismo e tribalismo muito mais do que o capitalismo. Isso porque o capitalismo e o comunismo tinham um grande ponto em comum: a capacidade de produzir  bens  materiais em abundância.


Para Marx, toda História é o resultado de brigas entre classes e exploração a fim de produzir mais bens  materiais  para uma classe dominante.

Sociedades pré-históricas eram igualitárias, sem classes, mas eram sujeitas à escassez de material. Após evoluir, a humanidade passou a produzir mais bens  materiais , mas foi divida em classes. O tribalismo levou a modos arcaicos de produção, que levaram ao feudalismo, que, por sua vez, levou ao capitalismo.

O capitalismo acabou com as complicadas fronteiras de classe do feudalismo e criou um modo econômico de produção extremamente bem sucedido baseado em apenas duas classes: a burguesia e o proletariado.

A burguesia controla os meios de produção e, portanto, o lucro.

 Ao proletariado cabe o trabalho.

Aparentemente, Marx adorava o materialismo e o consumismo, assim como a industrialização, em contraponto ao seu ódio à vida rural.

Ele queria que toda a humanidade tivesse acesso à abundância  de bens  materiais da burguesia. Por essa razão, há indícios de que ele gostava do capitalismo, que eliminou a inutilidade das classes medievais, criando um governo apenas para gerenciar os negócios da burguesia e produzir vastos montantes de capital  e de bens  materiais para mais pessoas.


Somente com a existência do capitalismo é que o comunismo torna-se possível, pois apenas o capitalismo tem a capacidade de produzir   bens  materiais em abundância o suficiente para satisfazer as necessidades e vontades de todos.

Karl Marx, o  pai do comunismo moderno, não pode ser mencionado sem ser relacionado a certos estigmas em alguns países ocidentais. Junto a Friedrich Engels, Marx desenvolveu e popularizou o comunismo para um público moderno, dando início, no fim das contas, a numerosas revoluções e mudanças sociais, que podem ou não ter se desviado de seus preceitos.