sexta-feira, 22 de novembro de 2013

"Talmúdia"



Francisco Almeida ·  UNIVALI - Universidade do Vale do Itajaí

A "nossa" mídia maliciosa a todo tempo distorce as declarações do Irã , cujas palavras detonam APENAS o regime sionista , mas não o Estado de Israel, e muito menos o povo judeu (gente boa, os admiro).

A imprensa prostituta e hipócrita insiste em pintar os dois (Israel e seu regime sionista) como sendo uma só coisa, MAS NÃO SÃO. Insiste em denominar Israel de "Estado Judeu" (palavras de Bibi) , mas hoje Israel é um Estado Sionista cheio de judeus - mais autêntico seria denominá-lo de "Talmúdia" (vide explicação abaixo).

Irã deseja ver o "ilegítimo" regime se auto-esfacelar pela falta de legitimidade dentre os próprios Judeus, cansados deste apartheid supremacista.

EXPLICAÇÃO:

1) - Sionismo e Judaísmo são irreconciliáveis, porque , se por um lado o Judaísmo em essência é uma Religião de princípios e valores morais e espirituais - e não um conceito étnico - por outro lado, o Sionismo é um PROJETO POLÌTICO (de apartheid, supremacia, conquista), que confronta o Judaísmo visceralmente.

2) - Não pode haver Judaísmo sem D'us , seria falsificação ! Assim, só são genuinamente Judeus os ortodoxos, que pregam a fidelidade ao Livro Sagrado TORAH, que determina que o Estado de Israel só poderia ser fundado mediante o líder unificador Messias.

3) - Judaísmo autêntico NÃO prega apartheid, nem conquista, nem supremacia; estes desvios são obra do TALMUD, epécie de "jurisprudência rabínica" desprovida de origem divina, e que posteriormente MODIFICOU muitos dos preceitos milenares do Judaísmo original, abrindo espaço para o surgimento desta "seita" dissidente denominada de Sionismo.

4) - A premissa de legitimidade ÉTNICA para possuir o direito de reocupar a Terra de Abraão, não tem sustentação nos fatos , porque 95% do Judeus do presente NÃO sãao descendentes de Abraão. Eles descendem do um antigo império (Khazária, século VIII) russo-turco que se converteu inteiramente ao Judaísmo. (Nota: localizado entre Rússia e Turquia, ali onde hoje está o país denominado de Geórgia). Assim, se fosse para "voltar à Terra de Origem" , que voltassem para a Geórgia.

5) - Ironicamente, como eles etnicamente são Khazares, então eles NÃO são descendentes de Abraão, então NÃO são semitas ! Por fim, como os palestinos SÃO SIM descendentes de Abraão, então eles é que alí são os semitas, e não os judeus. No caso específico e restrito, então, ser "anti-semita" NÃO significar ser anti-judeu, mas ser anti-palestino!

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Syria Battle Damascus


In recent weeks, the Syrian Army-Hezbollah has made fresh advances in its fight against foreign-backed terrorist's AL-QAEDA.

According to reports, the Western powers and their regional allies -- especially Qatar, Saudi Arabia, and Turkey -- are supporting the terrorist's AL-QAEDA operating inside the country.

Genoino , hospedado com luxo e requinte

Genoino sofre de problemas cardíacos


                        DIREITOS HUMANOS

"Para o presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Wadih Damous, a prisão de Genoino tem "ilegalidade" e "arbitrariedade" porque seu estado de saúde requer atenção. "A sua prisão [de Genoino] em regime fechado por si só configura uma ilegalidade e uma arbitrariedade. Seus advogados já chamaram a atenção para esses dois fatos mas, infelizmente, o pedido não foi apreciado na mesma rapidez que prisão foi decretada".

"É sempre bom lembrar que a prisão de condenados judiciais deve ser feita com respeito à dignidade da pessoa humana e não servir de objeto de espetacularização midiática e nem para linchamentos morais descabidos", completou.


Genoino sofre de problemas cardíacos e passou por uma cirurgia há cerca de três meses. Em sua primeira noite na Papuda ele chegou a ser atendido por um médico particular devido a uma crise de pressão alta. "

Pois  é   caros  Patricios  e  Irmãos  da  Causa  Operaria  e  da  defesa  dos  interesses  de  nóssa  Patria ,  viram   DIREITOS  HUMANOS  para  aqueles  que  roubaram  o  povo  ,  cela  individual  para  os  INIMIGOS DO  POVO  com  cama  ,  cobertor  ,  4  refeições  chuveiro  individual  ,  éééééééé   .,  medico  particular  ,    hospedados  com  luxo  e  requinte  e  ainda  reclamam ,  sim  acostumados  aos  prazeres  burgueses  proporcionados  pelo  poder ,  certamente  exigem  o  Hotel  Copacabana Palace ,  afinal  dizem  que  tem  um  historico  revolucionário  ,  sim  até  ministro  do  Supremo ,  fez  constar  isto  no  processo  do  Genuino ,  se  dizem  vitimas .


Vagabundo  safados  inimigos  da  classe  operária  e  inimigos  do  povo  exigem ,  exigem  ,  e  exigem  ainda.

Aqui  em  São  Paulo  na  PF-Carceragem  o  Genuino  chegou  escalando  a  malandragem ,  com  o  Know-How  da  estadia  do  Maluf , acharam  que  seria  suficiente  para  o  meliante ,  mas  Maluf  muito  mais  esperto ,  ficou  junto  com  mafiosos  libanêses  e  outros  e  abriu  a  carteira ,  iguarias  àrabes  a  vontade  aos  irmãos   e  teve  vida  de  luxo ,  já  o  feinho  ai  chegou  escalando ,  ai  foi  anunciado  que  ele  teve  "PROBLEMAS"  na  carceragem  e  foi  rapidamente  transferido  a  Brasilia .

Porque  não  noticiaram  a  verdade  ?  .

Ele  quer  uma  aposentadoria  por  invalidez ,  alega  ser  cardiopata ,  e  quantos  milhares  de  trabalhadores  brasileiros  tem  problemas  cardiacos  piores  que  o  dele   e  são  taxados  de  vagabundos  pelos  peritos  do  INSS  e  mandados  a  trabalhar e  morrem  por  isto  ? ,    posso  contar  casos  e  casos   aqui  viu.

E  voce    Lula  ?  que  papelão ,  quer  dizer  que  "TAMUS JUNTO  COMPANHEIRO " ,  se  propoêm  a  puxar  a  cana  junto  porque  ? , 


TEM que  ser  todo  mundo  preso  em  regime  fechado,  o  interessante  é  que  todo  mundo  se  cala  e  estes  meliantes  fazem  o  que  bem  entendem  ,


SAFADOS.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

zionist soldiers detaining a Palestinian children in the occupied West Bank

zionist  soldiers detaining a Palestinian children in the occupied West Bank  


Four Palestinian children, aged five to nine, have been handcuffed and detained by zionist  forces for more than an hour.


The zionist  soldiers arrested the children on Friday during a protest rally in Kafr Qaddum, a village in the north of the occupied West Bank, AFP reported.

"Four children who were present in the area had stun grenades thrown at them by zionist  soldiers, which frightened them," said Palestinian activist Murad Ashtiye from the village's Popular Struggle Coordination Committee.

"Then the soldiers arrested them and tied their hands behind their backs using plastic strips," he added.

The activist identified the children as Tariq Hikmet, 9, Hossam Khaldun, 7, Malak Hikmet, 6, and Ahmad Abdessalam, 5.

An zionist  military spokeswoman said that the Israeli troops arrested some minors in the village without commenting on their age or being handcuffed.

"When the  zionist  soldiers realized that these were youngsters who were under age, they just asked them a few questions and let them go," she said.

The protest in the village had been held against illegal construction of settlements by the zionist  regime.

The presence and continued expansion of zionist  settlements in occupied Palestine has created a major obstacle for the efforts to establish peace in the Middle East.

More than half a million zionist  live in over 120 illegal settlements built since zionist  occupation of the Palestinian territories of the West Bank and East al-Quds in 1967.

The UN and most countries regard the zionist  settlements as illegal because the territories were captured by zionist  in a war in 1967 and are hence subject to the Geneva Conventions, which forbids construction on occupied lands.


quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Syria Battle Damascus



Syria Battle Damascus

Syrian army forces have regained full control of a strategic town south of the capital Damascus following heavy clashes with foreign-backed militants.


The state television said on Wednesday that following days of clashes with foreign-backed militants "The army has taken town of Hujeira."

"The town is totally under the control of the army after three days of fighting. This has tightened the noose on armed terrorist groups," said a senior security official, adding, "It gives a new dimension to securing the southern entrance of Damascus and cutting supply lines to the terrorist groups present south of Damascus."

On Tuesday, in the flashpoint city of Homs, Syrian troops seized several vehicles equipped with heavy machinegun and killed their drivers.

Also on Monday, the Syrian troops carried out a military operation against Takfiri militants in the key neighborhood of Barzeh, located north of Damascus, inflicting heavy losses on them.

On Sunday, Syrian soldiers regained full control of a strategic base, dubbed Base 80, near Aleppo International Airport.

Syria has been gripped by deadly unrest since 2011.

The Western powers and their regional allies -- especially Qatar, Saudi Arabia, and Turkey -- are reportedly supporting the militants operating inside Syria.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Edward J. Snowden , NSA, revelações .






Quando Ban Ki-moon, o secretário-geral da ONU, visitou a Casa Branca em abril para discutir as armas químicas da Síria, as negociações de paz entre Israel e Palestina e a mudança climática, ele teve um encontro cordial e rotineiro com o presidente Barack Obama.

Entretanto, a Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) começou a trabalhar antecipadamente e interceptou os pontos que Ban discutiria na reunião, feito que a agência mais tarde relatou como um "destaque operacional" em um boletim interno semanal cheio de bravatas.

É difícil imaginar que vantagem isso poderia ter dado a Obama em uma conversa amigável. Mas foi uma ação emblemática de uma agência que, durante décadas, operou sob o princípio de que qualquer bisbilhotagem que possa ser praticada contra um alvo estrangeiro de qualquer interesse concebível deve ser feita.

De milhares de documentos secretos, a NSA emerge como um animal eletrônico onívoro de capacidades inacreditáveis, espionando e se intrometendo mundo afora para saquear os segredos de governos e outros alvos. Ela espiona rotineiramente amigos e inimigos. A missão oficial do órgão inclui usar seus poderes de vigilância para obter "vantagem diplomática" sobre aliados como França e Alemanha e "vantagem econômica" sobre Japão e Brasil, entre outros países.

Com as revelações sobre a NSA, houve um desfile de protestos na União Europeia, no Brasil, no México, na França, na Alemanha e na Espanha. James R. Clapper Jr., diretor da inteligência nacional, refutou repetidamente essas objeções como hipocrisia e insolência de países que também praticam espionagem. Mas, em uma entrevista recente, ele reconheceu que a escala da intromissão da NSA, com seus 35 mil funcionários e verbas anuais de US$ 10,8 bilhões, a diferenciam. "Não há dúvida de que, de um ponto de vista de capacidade, nós provavelmente somos muito maiores que qualquer um no planeta, talvez com exceção de Rússia e China", disse ele.

Desde que Edward J. Snowden começou a divulgar os documentos da agência em junho, a enxurrada contínua de revelações abriu o debate sobre a missão da agência desde sua criação, em 1952. A Casa Branca ordenou uma revisão de sua coleta de informações domésticas e estrangeiras.

Uma revisão dos documentos secretos do órgão obtidos por Snowden e compartilhados com o "New York Times" pelo jornal britânico "Guardian", oferece uma rica amostra das operações globais da agência e sua cultura.

Nascida na época em que um telefonema de longa distância ainda era um pouco exótico, a NSA viu o número de seus alvos potenciais explodir com o advento dos computadores pessoais, da internet e dos telefones celulares. Hoje a NSA extrai o conteúdo de cabos de fibra óptica, instala-se em centros telefônicos e hubs de internet, invade digitalmente notebooks e planta bugs em smartphones do mundo inteiro.

A base de dados Dishfire da agência -nada acontece sem um codinome na NSA- armazena há anos mensagens de texto do mundo todo, por via das dúvidas. Sua coleção Tracfin acumula gigabytes de compras com cartão de crédito. O rapaz que finge enviar uma mensagem de texto em um cibercafé na Jordânia pode estar usando uma técnica da NSA chamada Polarbreeze (Brisa Polar) para xeretar os computadores próximos. O empresário russo com grande atividade social na internet pode se tornar alimento para o Snacks (Serviços de Conhecimento em Colaboração de Análise de Rede Social, em inglês) da agência louca por siglas, que descobre as hierarquias pessoais e de organizações a partir de textos.

A estação da agência de espionagem no Texas interceptou 478 e-mails enquanto ajudava a frustrar um complô jihadista para matar um artista sueco que havia desenhado imagens do profeta Maomé. Analistas da NSA entregaram para as autoridades do Aeroporto Internacional Kennedy nomes e números de voo de membros de um bando chinês de tráfico humano.
Na operação chamada Orlandocard, técnicos da NSA instalaram um computador chamado "pote de mel" na web, que atraiu visitas de 77.413 computadores estrangeiros e plantou programas de espionagem em mais de mil que a agência considerou de futuro interesse potencial.


 



MISSÃO GRANDIOSA

"Nossa missão", diz o atual plano de cinco anos da agência, que só poderá ser desclassificado como secreto após 2032, "é responder a perguntas sobre atividades ameaçadoras que outros pretendem manter ocultas".

As aspirações são grandiosas: "dominar totalmente" a inteligência estrangeira transmitida em redes de comunicações.

A linguagem é corporativa: "Nossos processos empresariais devem promover a tomada de decisões com base em dados". Mas o tom também é surpreendentemente moralista para um órgão governamental.

Talvez para desmentir qualquer ideia de que bisbilhotar é um empreendimento obscuro, a inteligência de sinais, ou Sigint, o termo artístico para interceptações eletrônicas, é apresentada como a mais nobre das vocações. "Os profissionais da Sigint devem ter moral elevado, mesmo quando terroristas ou ditadores tentam explorar nossas liberdades", afirma o plano. "Alguns de nossos adversários dirão ou farão qualquer coisa para promover sua causa; nós não."

Os documentos da NSA obtidos por Snowden e compartilhados com o "Times", que são milhares e na maioria datados de 2007 a 2012, fazem parte de uma coletânea de cerca de 50 mil itens dedicados principalmente a sua contrapartida britânica, o Quartel-General de Comunicações do Governo, ou GCHQ na sigla em inglês.

Embora não sejam abrangentes, os documentos dão uma noção do alcance e das capacidades da agência: que vão de navios da marinha que captam transmissões de rádio ao navegar ao largo da China, a antenas de satélite em Fort Meade, Maryland, que ingerem as transações bancárias mundiais, até os telhados de 80 embaixadas e consulados americanos ao redor do mundo, dos quais o Serviço de Coleta Especial da agência aponta suas antenas.

Mas os documentos divulgados por Snowden às vezes também parecem salientar os limites do que se pode realizar, mesmo com a mais intensa captação de inteligência.

A poderosa espionagem da NSA no Afeganistão, descrita nos documentos como abrangendo igualmente órgãos do governo e esconderijos de militantes taleban de segunda ordem, deixou de produzir uma vitória clara contra um inimigo de baixa tecnologia. A agência registrou que a Síria acumulava seu arsenal de armas químicas, mas esse conhecimento não serviu para evitar a terrível chacina perto de Damasco em agosto.

Os documentos tendem a celebrar os sucessos autodescritos do órgão, mas não omitem totalmente os erros e fracassos da agência: enxurradas de informações obtidas a um custo enorme que ficam sem análise, interceptações que não podem ser lidas por falta de capacidades linguísticas e computadores que -até na NSA- enlouquecem de todas as maneiras habituais.

 



MAPEANDO RASTROS

Em maio de 2009, analistas da agência souberam que o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, faria uma rara viagem à província do Curdistão, uma região montanhosa no noroeste do país. A agência imediatamente organizou uma missão de espionagem de alta tecnologia, parte de um projeto em andamento concentrado no aiatolá Khamenei chamado de Operação Dreadnought (navio de batalha).

Trabalhando intimamente com a Agência Nacional de Inteligência Geoespacial, que lida com fotografias de satélites, assim como com o GCHQ britânico, a equipe da NSA estudou, a partir de satélites, o círculo do líder iraniano, seus veículos e seus armamentos e interceptou mensagens de tráfego aéreo quando aviões e helicópteros decolavam e pousavam.

Ela o escutou quando ele se dirigiu a uma multidão em um campo de futebol, estudou as estações de radar da defesa aérea iraniana e registrou a rica pista de comunicações de viajantes, incluindo coordenadas de satélites iranianos obtidas por um programa da NSA chamado Ghosthunter (caçador de fantasmas). A ideia não era tanto captar as palavras do líder iraniano, mas reunir dados para a espionagem geral do Irã no caso de uma crise.

Essas coleta de "impressões digitais de comunicações" é a chave do que a NSA faz. Ela permite que computadores da agência rastreiem o fluxo de comunicações internacionais e destaquem mensagens ligadas ao "líder supremo" do Irã. Em uma crise, a capacidade de invadir as comunicações de alvos poderia ser vantajosa.

Esse enorme investimento em coleta de dados é conduzido pela pressão dos "clientes" da agência dentro do governo. Segundo relatos, a NSA fornece mais da metade das informações entregues à Casa Branca no briefing diário do presidente. Em toda crise internacional, políticos americanos recorrem à NSA para ter informações privilegiadas.

PRESSÃO PARA INFORMAR

Isso cria uma intensa pressão para que nada escape. Na onda de investimentos que se seguiu aos atentados de 11 de Setembro, o órgão se expandiu para muito além de sua sede em Maryland.

Construiu ou ampliou importantes instalações na Geórgia, no Texas, no Colorado, no Havaí, no Alasca, no Estado de Washington e em Utah. Seus oficiais também operam em grandes estações no exterior, na Inglaterra, na Austrália, na Coreia do Sul e no Japão, em bases militares no estrangeiro e em salas fechadas que abrigam o Serviço de Coleta Especial nas missões diplomáticas dos EUA.

Usando uma combinação de convencimento, sigilo e força legal, a agência transformou as empresas americanas de internet e telecomunicações em parceiras na captação de dados: instalou filtros em suas redes, apresentou ordens de tribunais, construiu "portas dos fundos" em seus softwares e adquiriu chaves para burlar suas criptografias.

Mesmo essa vasta rede dirigida por americanos é apenas parte da história. Durante décadas, a NSA compartilhou as funções de espionagem com o resto dos chamados Cinco Olhos, as agências Sigint no Reino Unido, no Canadá, na Austrália e na Nova Zelândia. Uma cooperação mais limitada ocorre com vários outros países, incluindo acordos formais chamados de Nove Olhos, 14 Olhos e Nacsi, uma aliança de agências dos 26 países da Otan.

 



A extensão do compartilhamento do Sigint pode ser surpreendente: "A NSA pode ter um relacionamento com o Vietnã", relatou um documento do GCHQ de 2009. Mas um recente documento de treinamento desse órgão sugere que nem tudo é compartilhado, mesmo entre os EUA e o Reino Unido. "Os relatórios sobre bem-estar econômico", diz ele, referindo-se a informações captadas para ajudar a economia britânica, "não podem ser compartilhados com parceiros estrangeiros."

A invasão de computadores tornou-se a área de crescimento da agência. Parte dos documentos descreve as façanhas das Operações de Acesso Personalizado, a divisão da NSA que invade computadores em todo o mundo para roubar seus dados e às vezes deixar software espião. A TAO é cada vez mais importante em parte porque permite que a agência evite a criptografia ao capturar mensagens enquanto são escritas ou lidas, quando não estão codificadas.

Mas Joel F. Brenner, ex-inspetor-geral da agência, diz que grande parte das críticas às operações da NSA é injusta e reflete ingenuidade sobre a verdadeira política de espionagem. "A agência está sendo intimidada por fazer bem demais o que deve fazer", disse ele.

sábado, 9 de novembro de 2013

The Abu al Fadl al Abbas Brigade having a laugh. like they are taunting the enemy, whilst enjoying a nice cup of tea.



Not long after a friend called from Damascus to tell him one of the holiest shrines in Shia Islam had been damaged by Syrian rebels, Baghdad student Ammar Sadiq was on the move.

Raging with a desire for vengeance, the 21-year-old set off for the border, a six-hour drive through Iraq's western deserts. He was one more jihadist on a road to war, a well-trodden path through lands that not long ago were used by jihadists coming the other way. When he got to Syria, however, he did not plan to join the Sunni insurgents now blazing through the north, but the equally vehement Shia groups defending the capital.

"It was like a thunderbolt hit me," said Sadiq. "My friend was telling me that wahhabis from Saudi and Afghanis were trying to destroy the [Shia] shrine of Sayyida Zeinab. I did not wait even to tell my parents. All I was thinking of is to go to Syria and protect the shrine, though I have not used a weapon in my life."

Sadiq was trying to join a group named Abu Fadl al-Abbas, which over the past 14 months has emerged as one of the most powerful in Syria.

Interviews with serving and former members of Abu Fadl al-Abbas suggest that upwards of 10,000 volunteers – all of them Shia Muslims, and many from outside Syria – have joined their ranks in the past year alone. The group's raison d'etre is to be custodian of Shia holy sites, especially Sayyida Zeinab, a golden-domed Damascus landmark, but its role has taken it to most corners of Syria's war. It is now a direct battlefield rival, both in numbers and power, for Jabhat al-Nusra, the jihadist group that takes a prominent role among opposition fighting groups.

Word of Abu Fadl al-Abbas has spread to Baghdad and elsewhere in the Shia diaspora. Many of its volunteers hail from Iraq's Shia heartland, where the group started some time last year with a fatwa delivered in Najaf by the renowned cleric Abu al-Qasim al-Ta'ai, who gave religious authority to the Shia going to fight in Syria.

The effect led to a surge of young Iraqis wanting to wage jihad and a groundswell of community support for a sectarian war in a neighbouring state, less than five years after similar bloodletting had ravaged Iraq.

Recruitment centres soon opened; militia leaders who had guided the rampage against the Sunni rebellion from 2004, first against the occupying American army, then against the ancient theocratic foe, were again mobilised. Cadres were called to arms, just as they were in 2006 when al-Qaida in Iraq succeeded – twice – in destroying another holy Shia mosque, the Imam al-Askari shrine in Samarra.

For Sadiq, however, joining Abu Fadl al-Abbas did not prove easy. First, Iraqi border guards advised him not to cross into Syria. They eventually let him pass after believing his story of trying to reach his family. He made it as far as Deir al-Zour, a city largely in control of rebels and the al-Qaida-aligned Jabhat al-Nusra, a group that no young Iraqi Shia wants to encounter without support.

Sadiq found the leaders in Damascus of Abu Fadl al-Abbas and soon learned that recruitment carried with it strict duties and obligations that he had not expected.

"The moment you join the brigade, you have to join the Syrian government army," he said. "You have to fight with President Bashar al-Assad before you fight for [the brigade]. The Syrian army will tell you that you have to know that you are protecting Syria, not only the shrine."

His quest wavering in the face of a very different role to the guard duty he had anticipated and relentless pressure from relatives back home, Sadiq gave up on his quest for jihad and returned to Baghdad.

Abu Fadl Al-Abbas has been more prominent in recent months than at any time since it started operating around in about March last year. Its increased role on the battlefields has come at the same time as Hezbollah has publicly stepped up its involvement, particularly in leading the attack on the border town of Qusair. Over the same period a weary Syrian army has had a boost in both morale and energy. A war that was starting to look unwinnable now looks to have an end point after all.

"There is no major fight anywhere, except the far north and east where Abu Fadl al-Abbas isn't deployed," said a Syrian businessman who has helped integrate Shias from outside Syria into the group. "Its influence is very important and growing."

The increased organisation of the group was evident in Baghdad, according to Sadiq. "The first step is to register with one of the Shia Islamic resistance offices, like Righteous League [Asaib al-Haq], Mukhtar Army or Iraqi Hezbullah."

Then comes a trip to a boot camp in Iran. "You have to enrol on a 45-day training course in Iran to be specialised in using a specific weapon like rocket launchers, Kalashnikov, sniper rifle or RPGs [rocket-propelled grenades]. After the course, you will be handed over to an Iranian middleman who will take you to Syria to join the brigade."

Murtadha Aqeel, 21, a college student from Baghdad, decided to join the jihadists in Syria at the end of 2011. He registered his name and was told that he had two choices, either to join the fighting near Sayyida Zeinab or in Darayya, south-east of Damascus, home to another Shia shrine, Sukayna, named after a daughter of Imam Hussain.

"If you go to Syria, you have one choice only, which is to die," Murthada said. "You stay for two or three months and come home for two months. Then you return."

Murthada trained with a Kalashnikov on the plains of southern Iraq; gruelling 12-hour days with a thousand other would-be jihadists. He said he was sent to Mashhad in Iran, then to Beirut, and on to Damascus by aeroplane.

"Once you get to the capital, there is a training centre near the shrine where all volunteers have to do a quick session of military training. Then they meet with Abu Ajeeb ([the commander of Abu Fadl al-Abbas] who asks all the volunteers to be careful and to go home safe," Murthada said.

"All of the volunteers come from abroad. We have everything to facilitate our fight. There are all kinds of weapons, no shortages at all. Three meals and hotels to host the fighters, mobiles and internet which are never cut."

In spite of the presence of the Sayyida Zeinab shrine, the battle to control the area, which is an essential approach to Damascus, has descended into a grinding but lethal stalemate.

"We face repeated attacks by the FSA [Free Syrian Army] all day, especially by mortars and artillery," Murthada said. "We were able to fortify the shrine ... but the mortars are giving us a hard time. The attacks get even more intense at night.

"Four of my colleagues were killed by snipers; one of them was Iraqi, another was Lebanese and the other two were Iranians. More than 35 others were wounded.

"There is no need for the Syrian army in Sayyida Zeinab. The brigade's fighters are protecting everything from the airport to the capital to Sweida [a Druze town near the Golan Heights], including residential areas, hospitals, government buildings, police stations, schools, mosques and hospitals."

Just over the barricades that now carve a jagged path through central Damascus and surround the gold-topped shrine, Syrian opposition fighters have been monitoring the prominence of the Shia group.

Almost all the rebel fighters, a mix of mainstream Syrians who want to replace Assad and jihadists whose battle has little to do with the country they are fighting in, rail against their enemy on the issue of Sayyida Zeinab, accusing the regime of using it as a pretext for inviting Shia fighters to join the conflict.

Abu Ahmed, an FSA commander operating near the Sayyida Zeinab shrine, said he and other Sunnis had no wish to damage it. Many in his ranks used to be local shopkeepers, whose livelihoods depended on the Shia tourist trade. He said the siege of the shrine began last July after a bomb killed four senior Syrian security figures in central Damascus. "The Shia went down to the streets with their arms and blocked all the roads and began to detain people," he said. "They killed a lot of our fighters. Then they began to gather around the shrine with members of Hezbollah, the [Iraqi] Mahdi Army and Syrian Shia.

"Since last July till today, we are fighting with them every day. We suggested a buffer zone around the shrine, but they refused. We are the biggest losers if the shrine is destroyed as we will lose our businesses," Abu Ahmed said.

A leader of Jabhat al-Nusra in Damascus, who called himself Abu Hafs, said: "These Shia fighters have been in Syria since the beginning of the revolution fighting with the regime. We know that Iran and Iraq are sending fighters to Syria – only now it has become public."

Jabhat al-Nusra, which includes large numbers of foreign fighters in its ranks, has made little effort to hide its hatred of the Shia branch of Islam and its willingness to attack shrines that are important to its followers.

Groups that fight under the banner of the Free Syria Army, however, are much less inclined to view the Shia as a theocratic foe, regarding them instead as a powerful backer of their main enemy, the regime.

"Now, they are in Qusair," said Abu Hafs. "They kill everyone they see on their way, even children. They slaughter them by knives. We are in a continuous fight with them in Damascus and Qusair.

"We worship God and they worship graves, but we also avoid attacking religious sites. A week ago, the Syrian army was hiding behind a church – we cancelled our attack in order not to destroy the church."

Abu Hafs's claim to be a protector of shrines is derided by Shia fighters. One of them, Jamal al-Ali, a member of Hezbollah who had volunteered to fight with Abu Fadl al-Abbas, said: "You have to know that the aim of these rebels is to destroy the Alawite state in Syria and to start that they have to destroy all the shrines. They are issuing endless calls for jihad against Hezbollah and Abu Fadl al-Abbas.

Back in Baghdad, Sadiq is preparing for a second bid at jihad. Hoping to make his next trip more successful than the last, he is waiting for a chaperone – a Lebanese woman based in the US – to take him to Beirut and finally back to Syria.

Whatever their motivations, the undeniable outcome is that both sides are now in open war across an ancient sectarian faultline in place since the schism in Islam emerged nearly 1,400 years ago.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Arafat envenenado com Polonio


 Peritos suíços confirmaram nesta quinta-feira, 7, que a investigação que fizeram sobre a morte do líder palestino Yasser Arafat “apoia moderadamente” a tese de que ele teria seria envenenado com Polonio em 2004.

Foi constatada a presença do elemento radioativo em seu corpo 20 vezes superior à taxas consideradas como “normais”. Mas os peritos alertaram para “sérias limitações” na pesquisa.

Uma comissão de investigadores palestinos que analisa a morte de Yasser Arafat acusou nesta sexta-feira, 7, Israel de ter sido o responsável pela morte do líder da Organização para Libertação da Palestino.  A acusação foi feita um dia depois de um relatório produzido por peritos suíços ter indicado haver níveis anormais de polônio nos restos mortais de Arafat. é o único suspeito da morte do líder palestino Yasser Arafat em 2004, afirmou nesta sexta-feira , investigador chefe do caso..

O investigador do caso, Tawfik Tirawi, foi evasivo ao ser questionado se Arafat foi envenenado com polônio."Não é importante que eu diga aqui que ele foi morto por polônio", disse ele. "Mas eu digo, com todos os detalhes disponíveis sobre a morte de Yasser Arafat, que ele foi morto e que Israel o matou".

Israel nega qualquer participação na morte do líder palestino, afirmando que o tinha isolado politicamente na época e não tinha qualquer razão para assassiná-lo. "Deixe-me disser isso da forma mas simples possível: Israel não matou Arafat", afirmou nesta sexta-feira o porta-voz do Ministério de Relações Exteriores israelense, Yigal Palmor, em resposta às acusações.

"Os palestinos devem parar com este absurdo e deixar de levantar essas acusações sem fundamento nem qualquer prova", acrescentou Palmor.

Arafat morreu em 11 de novembro de 2004, num hospital militar francês, aos 75 anos, um mês depois de adoecer em seu complexo localizado na Cisjordânia. Na época, médicos franceses disseram que ele morreu após um acidente vascular cerebral e que ele tinha problemas de coagulação sanguínea, mas os registros sobre o que provocou esses problemas não foram conclusivos.

O túmulo de Arafat foi aberto no início deste ano, o que permitiu que cientistas suíços, russos e franceses retirassem amostras de ossos e de terra para investigações



Os esquadrões de assassinato do Mossad



Muitas agências de inteligência são suspeitas de cometer assassinatos, mas nenhuma é tão conhecida por isso quanto o Mossad de Israel. Embora a agência tenha se tornada lendária pelos seus impressionantes sucessos, ela também teve os seus fracassos. Se o Mossad foi o responsável pelo recente assassinato em Dubai, isto poderá ser uma outra mancha na reputação da agência.

Em 1955, sete anos após a fundação do Estado de Israel, o filósofo Yeshayalu Leibowitz escreveu uma carta ao então primeiro-ministro David Ben-Gurion. Nela, ele reclamou de que palestinos inocentes estavam sendo mortos nas operações israelenses. “Eu discordo de você”, respondeu Ben-Gurion. “Embora seja importante que haja um mundo cheio de paz, fraternidade, justiça e honestidade, é ainda mais importante que nós estejamos nele”.

Esta ideia de um Estado bem fortificado que elimina os seus inimigos pela força sempre que possível ainda é apoiada pela grande maioria dos israelenses. Tais ações incluem assassinatos executados pelas forças armadas de Israel e pelo Mossad, o serviço de inteligência externa do país. De fato, organizações de direitos humanos estimam que as forças armadas israelenses mataram mais de cem pessoa nos territórios palestinos nos chamados “assassinatos seletivos”.

O incidente mais recente no qual o Mossad está metido revela que a maioria dos israelenses continua acreditando que tais assassinatos são justificados. Em janeiro, o Mossad teria matado um comprador de armas do Hamas em Dubai. No início desta semana, autoridades de Dubai divulgaram publicamente uma série de fotografias de vigilância mostrando os membros do suposto esquadrão de assassinos. Fontes de inteligência alemãs afirmam que só uma agência de inteligência é capaz de executar uma operação tão profissional. No Reino Unido, as autoridades do governo foram mais explícitas: elas dizem estar convencidas de que o Mossad é o responsável pelo assassinato de Mahmoud al-Mabhouh.

Mas, em Israel, o debate gira basicamente em torno de duas questões. Primeiro, a operação apresentou o típico grau de “profissionalismo” do Mossad? E, segundo, a operação deveria ser considerada um fracasso porque as fotos de 11 suspeitos de serem agentes tornaram-se públicas e o mundo acredita agora que o Mossad não tem escrúpulo em falsificar passaportes de países amigos, como Alemanha ou Reino Unido, ou em “tomar emprestadas” as identidades dos seus cidadãos?


Uma história de operações de sucessos

O medo que o Mossad inspira entre as agências de inteligência deve-se principalmente à sua história de operações ambiciosas. Ele libertou reféns em situações em que não havia esperança, encontrou uma maneira de trazer um caça russo Mig-21 para Israel a pedido dos seus líderes políticos e, durante a guerra fria, o serviço era conhecido por fornecer à CIA documentos sigilosos roubados dos soviéticos.

Mas os esquadrões da morte do serviço de inteligência possuem a sua própria mística. Se o Mossad realmente estiver por trás do recente assassinato em Dubai, este terá sido apenas um de uma série de ataques sangrentos – embora as operações do Mossad também tenham tido a sua parcela de fracassos.

Nem sempre ficou claro se o Mossad foi o responsável por todo ataque letal – ou se o executor foi uma outra unidade israelense. A operação legendária para caçar e matar os terroristas do “Setembro Negro” que atacaram atletas israelenses nos Jogos Olímpicos de Munique em 1972, por exemplo, foi executada por uma unidade criada especificamente com aquele objetivo. Eles acabaram eliminando a maioria dos militantes – embora tenham também assassinado um garçom marroquino inocente na Noruega, após confundi-lo com um dos terroristas. E, pelo menos uma vez, em Beirute, em 1973, os agentes disfarçaram-se de turistas – assim como os “Onze de Dubai”.

Acredita-se que, durante meados da década de setenta, a então primeira-ministra Golda Meir tenha criado o chamado “Comitê X” que era – e que talvez ainda seja – responsável por organizar e manter uma lista de pessoas a serem assassinadas. No Mossad, uma unidade conhecida como “Cesária” teria recebido a missão de executar assassinatos seletivos.

É muito raro que Israel dê indicações do seu envolvimento em uma operação de assassinato. Como regra, o Mossad jamais reconhece a sua participação. Devido a este secretismo, é provável que o número de mortes atribuídas a esse serviço de inteligência seja maior do que o de assassinatos que ele realmente perpetrou. Mesmo assim, a lista de incidentes que pode ser atribuída com certeza ao Mossad é longa – e teve início há mais de 40 anos.

Na década de sessenta, por exemplo, o Mossad teria enviado cartas-bombas a cientistas alemães que estavam ajudando o Egito a construir um avançado programa de mísseis. Vários deles morreram.


 Setenta balas

Um dos assassinatos mais espetaculares atribuídos ao Mossad ocorreu em 1987, em Túnis, onde o líder da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), Khalil Al Wazir – também conhecido como Abu Jihad – estava morando. A operação teria envolvido cerca de 30 agentes, que chegaram à costa tunisiana em embarcações pequenas. Alguns deles fingiram ser turistas enquanto seguiam para a casa do auxiliar mais importante de Iasser Arafat. Outros se posicionaram, usando uniformes do exército tunisiano. Durante a operação um avião israelense Boeing 707 sobrevoava a região com o objetivo de interferir com todas as comunicações no local. O esquadrão de assassinato entrou a força na casa e matou alguns criados antes de disparar as suas armas – e 70 balas – contra Al Wazir, na presença da mulher e dos filhos do militante.

Em outubro de 1995, Fathi Shikaki, um membro do grupo terrorista palestino Jihad Islâmica, foi assassinado em Malta. O assassino aproximou-se em uma motocicleta e atirou três vezes na cabeça da vítima. Mais tarde descobriu-se que a operação fora meticulosamente planejada com antecedência. De fato, a motocicleta foi roubada dois meses antes. Especialistas acreditam que doze agentes estiveram envolvidos. Após a operação, todos eles desapareceram sem deixar nenhuma pista.

Em 1996, Yehiyeh Ayyash, o notório fabricante de bombas do Hamas, conhecido como “O Engenheiro”, foi assassinado na Faixa de Gaza quando o seu telefone celular recheado com uma bomba explodiu. Este novo método de ataque chocou os militantes palestinos. A maioria dos analistas acredita que o Mossad foi o responsável por este ataque.

Em setembro de 2004, um outro membro do Hamas – que acredita-se ter sido Izz Eldine Subhi Sheik Khalil – morreu em Damasco quando um explosivo foi detonado debaixo do seu carro. Ele era o responsável pela coordenação de operações do braço militar do Hamas. Embora Israel não tenha assumido oficialmente responsabilidade pelo ataque, este foi entendido como um recado aos líderes da Síria de que nem mesmo a sua capital está fora do raio de ação dos agentes israelenses.


Alguns fracassos notáveis

Damasco foi também o cenário de uma outra morte, em fevereiro de 2008, quando uma bomba destruiu o Mitsubishi Pajero pertencente ao líder do Hezbollah, Imad Mughniyeh, a quem foram atribuídas centenas de mortes. Embora Israel tenha negado oficialmente qualquer participação no assassinato, a maioria dos especialistas acredita que o Mossad esteve pelo menos parcialmente envolvido – possivelmente em colaboração com outros serviços de inteligência da região.

Até o momento, o fracasso mais espetacular do Mossad foi uma missão executada em Amã, na Jordânia, em setembro de 1997. Dois agentes do Mossad disfarçados de turistas canadenses tentaram assassinar o líder do Hamas, Khaled Mashal, com uma toxina letal que ataca o sistema nervoso, e que penetra no organismo através da pele. O ataque fracassou, e os guarda-costas de Mashal conseguiram capturar os agentes e entregá-los à polícia jordaniana. As autoridades jordanianas cercaram rapidamente a Embaixada de Israel, onde quatro outros agentes do Mossad, revelando a sua verdadeira identidade, buscaram refúgio.

O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu foi então obrigado a assumir a operação para conseguir trazer os seus agentes de volta com segurança. Ele voou para Amã para pedir desculpas ao irmão do rei Hussein – o rei não quis encontrar-se com ele pessoalmente. Após negociações difíceis, Israel entregou aos jordanianos o antídoto para o veneno do sistema nervoso que fora usado em Mashal, bem como a composição química do opiato, que teria sido usado em operações anteriores. Além disso, Israel foi obrigado a libertar o fundador do Hamas, Sheik Ahmed Yassin, e dezenas de outros palestinos e jordanianos.

No fim das contas, uma investigação oficial concluiu que o Mossad havia “se fixado em operações de alto risco”. O ataque frustrado foi uma nódoa na reputação do Mossad. Depois disso, durante vários anos, o serviço deixou de executar assassinatos seletivos – ou pelo menos foi muito mais cuidadoso ao perpetrar esses assassinatos.


Irã: o verdadeiro alvo

Se o assassinato em Dubai foi realmente perpetrado pelo Mossad, a operação terá sido mais um golpe para a reputação da agência. De fato, nunca antes uma operação de assassinato do Mossad havia sido filmada por terceiros e muito menos as fotografias dos membros do esquadrão de assassinos tinham sido reveladas publicamente.

De fato, há alguns anos o Mossad vem perdendo muito do brilho da sua reputação. Outros serviços de inteligência têm ganhado estima dentro de Israel. E, nos últimos anos, o serviço de inteligência da Jordânia tornou-se tão importante para os Estados Unidos na região quanto o Mossad.

Mas isto é válido principalmente na área de contra-terrorismo. No entanto, o atual foco do Mossad é o programa nuclear iraniano. Em relação a esta questão, os israelenses dizem que o Mossad tem se saído muito bem – distante dos olhos do público.

Yassin Mushabarsh

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Saladino




Saladino (em árabe: صلاح الدين يوسف بن أيوب, transl. Ṣalāḥ ad-Dīn Yūsuf ibn Ayyūb; em curdo: سهلاحهدین ئهیوبی, transl. Selah'edînê Eyubî; c. 1138 — 4 de março de 1193)

 No século XII, o curdo saiu do anonimato ao reconquistar os territórios sagrados tomados pelos cristãos durante as cruzadas. Em uma carreira meteórica, ele se tornou sultão de um império que se estendeu da Síria ao Egito, passando pela disputada Jerusalém


"Glória a Deus que gratificou o Islã com esta vitória e que reconduziu esta cidade ao bom caminho após um século de perdição! Honra a este exército que Ele escolheu para consumar a conquista! E saudação a ti, Saladino Yussef, filho de Ayyub, que restituiu a esta nação sua dignidade injuriada!". Foi com essas palavras, na sexta-feira de 9 de outubro de 1187, uma semana depois da reconquista de Jerusalém, que o cádi de Damasco, Mohiedin Ibn al-Zaki, abriu o seu sermão na mesquita de Al-Aqsa, dentro da Cidade Santa. Seu discurso era um agradecimento a Salah al-Din Yusuf bin Aiub, conhecido no Ocidente como Saladino, responsável por tomar a cidade dos cruzados. Finalmente, depois de quase 90 anos de dominação ocidental e longos e sangrentos combates, os muçulmanos voltavam a ocupar um dos lugares mais sagrados do Islã, de onde o profeta Mohammad (AS) teria ascendido ao céu, cinco séculos antes.

Feitos como esse fizeram de Saladino um verdadeiro herói do mundo islâmico. O Ocidente o conheceu, em parte, recentemente, por intermédio do filme Cruzada (2005), de Ridley Scott. No entanto, a figura do sultão e estrategista curdo, nascido no ano de 1138 em Tikrit (atual Iraque), é muito mais ampla que uma aparição coadjuvante em um longa-metragem hollywoodiano. Até hoje ele é lembrado como um dos principais chefes militares muçulmanos, um símbolo da luta e da resistência contra a ocupação ocidental. Muitos são seus atributos, como bem descrevem vários historiadores árabes e europeus. Foi retratado como um bravo guerreiro no campo de batalha, um negociador astuto no campo da diplomacia, uma pessoa generosa com os vencidos e também um homem de muita sorte, atributo que o acompanharia por toda a sua vida, cercada de mitos e lendas.

Foi em meio a intrigas, traições, avanços e batidas em retiradas que surge a figura de Saladino. Ele era filho de Ayyub (Jô, em português), daí o nome da dinastia aiúbida, da qual seria o fundador. Convidado por seu tio Chirkuh a conquistar terras egípcias e chegar ao Cairo (sede do califado xiita e da dinastia fatímida), ele entrou, aos 25 anos, como mais um anônimo e saiu, seis anos depois, como vizir do reino mais rico do mundo árabe. Saladino e seu tio serviram a Nuradin, filho de Zinke (comandante turco que reconquistou Edessa dos francos, no ano de 1144) e senhor da Síria, um dos mais fortes reinos do mundo muçulmano daquele momento.

Para Nuradin, a presença européia na região era considerada uma invasão e o xiismo, uma heresia. Por isso, ele conclamou um jihad contra os francos e os inimigos do sunismo, no caso, os xiitas fatímidas do Egito. Vale ressaltar que o termo jihad refere-se a um substantivo masculino e é erroneamente empregado no Ocidente como guerra santa. De forma simplificada, a palavra significa uma reação a uma ação, uma luta ou combate contra o mal, uma invasão, uma ofensa, a mentira, as injustiças, a opressão, um crime ou uma violência.

Foi com este pensamento que Saladino e Chirkuh partiram rumo ao Egito, onde o poder se alternava de mãos em mãos devido a disputas internas. O lugar era também objeto de extrema cobiça dos franj. Essa terminologia era usada, inicialmente, apenas para denominar os francos, mas acabou se tornando usual para se referir a todo indivíduo do Ocidente.

Após anos de batalha e três campanhas, as forças sírias saíram vencedoras. Chirkuh era a pessoa mais apropriada para governar as novas possessões de Nuradin, mas morreu vítima de um suposto mal-estar. Para ocupar a posição de vizir (governador) da extensão egípcia do império sírio, foi escolhido, intencionalmente, aquele que parecia o menos capaz para a empreitada: Saladino. "Era o mais jovem e parecia ser o mais inexperiente e o mais fraco dos emires do exército". Essa era a opinião dos conselheiros, de acordo com os relatos do historiador árabe Ibn al-Athir. Mas o curdo se mostrou justamente o contrário. E, em pouco tempo, consolidou sua autoridade.

O sucesso de Saladino no Egito era fonte de preocupação para Nuradin. O clima de tensão cresceu entre pupilo e mestre, a ponto de o segundo recusar, por diversos momentos, um encontro direto com o senhor da Síria. Em Damasco, o filho de Ayyub foi acusado de insubmissão e traição. Não é para menos. Por anos, recusou-se a colocar fim ao califado xiita, que havia dois séculos reinava ali. No lugar disso, preferiu "apenas" eliminar funcionários fatímidas que não lhe foram confiáveis. Quanto ao califa Al-Adid, preferiu não tocar nele temendo uma reação da população local, o que colocaria em risco sua posição.

O vizir Saladino preferiu esperar. Além de desenvolver uma sincera amizade com Al-Adid, que tinha apenas 18 anos, sabe que, apesar de sua jovialidade, é uma pessoa frágil e doente. Portanto, para que mexer em um vespeiro se supunha que a natureza lhe faria o trabalho que deveria ser dele? De fato, o califa morreu dois anos depois da entrada do curdo no Cairo, pondo fim à dinastia fatímida.

Nesse meio tempo, teve de ter habilidade e diplomacia para não entrar em um confronto direto com o seu mestre de Damasco. Em pelo menos um momento, Nuradin se dispôs a invadir o Egito. Saladino tinha homens dispostos e força suficiente para suplantar tal investida. A decisão que tomaria poderia justificar a pecha de ambicioso, já há muito empregada pelos funcionários de Damasco, ou servo fiel e leal, como seu pai fora a vida inteira. Foi justamente Ayyub quem alertou o filho de que o tempo estava ao seu favor, sendo equivocado medir forças com quem devia submissão.

Em vez da espada, o então vizir do Egito preferiu empunhar uma pena e escrever para Damasco. Na carta, ressaltou que o Egito pertencia a Nuradin e que bastaria que o seu senhor lhe enviasse um camelo ou um cavalo para que ele, Saladino, fosse até a Síria como homem humilde e submisso. A medida foi suficiente para aplacar a desconfiança de Nuradin, mas despertou em Saladino a desconfiança de que uma investida viria de fato a acontecer. Antecipando-se a esse momento, pediu para que seu irmão, Turanshah, conquistasse o Iêmen, ordem que foi cumprida. Doravante, esse país, localizado na extremidade da Península da Arábia, seria um porto seguro caso ele e sua família precisassem de abrigo. Jamais precisaram.

A "sorte" que levou Saladino ao posto de vizir do Egito, com direito ao título de al-malik al-nasser (o rei vitorioso), foi a mesma que o conduziu, mais tarde, ao posto do seu mestre intelectual. Com a morte de Nuradin, em 1174, o curdo se tornou sultão de um reino que já se estendia do Egito até a região central da atual Turquia. E, sem se fazer de rogado, levantou a mesma bandeira defendida por seu antigo senhor: unificação do mundo árabe, mobilização dos muçulmanos para a reconquista das terras ocupadas, sobretudo Jerusalém.

Aparentemente, tudo conspirou a favor de Saladino. Depois de Chirkuh e Nuradin, foi a vez de Amaury, rei de Jerusalém, morrer e passar o trono para Balduíno IV, um jovem de 13 anos que morreu de lepra aos 24 e passou o comando a Guy de Lusignan. O único soberano capaz de rivalizar com as forças de Saladino, por possuir um poderoso exército, era Manuel de Constantinopla. Mas os homens de Manuel acabaram sendo esmagados pelos soldados de Kilij Arslan II, neto de Nuradin, e o rei bizantino morreu pouco tempo depois, fato que deixou a região fragilizada e incapaz de se reorganizar. Com todas essas brechas do destino, Saladino só teria de esperar a hora ideal para tomar Jerusalém dos franj.

O momento certo para Saladino surgiu em 4 de julho de 1187, após a conquista da Mesopotâmia. Estrategicamente, o exército de Saladino ficou à espera dos soldados franj, posicionado em um ponto elevado da região, tendo às suas costas o lago de Tiberíades. Para não morrer de sede, os soldados de Jerusalém teriam de lutar, e muito, para vazar aquele bloqueio. Esse era o cenário da Batalha de Hattin, nome herdado da pequena vila localizada ali próximo. Naquele dia, totalmente sedentos, cansados e desnorteados, os 12 mil soldados do rei Guy de Lusignan foram cercados e esmagados.

Como prêmio, Saladino se apoderou de uma cruz trazida como amuleto pelos franj, que acreditavam ser a mesma na qual Cristo teria sido crucificado. A partir dessa vitória, o caminho foi aberto para Jerusalém. Mas nada foi tão fácil quanto parecia, e a entrada na cidade só se deu mais de dois meses depois. Antes de bater às portas da Cidade Santa, o sultão foi tomando todas as posições dos cruzados, como Tiberíades, a cidade de Acre, Galiléia, Samaria, Naplusa, Haifa, Nazaré, Jafa, Saida (depois de 77 anos de ocupação), Beirute, Jibail, Ascalon, Gaza e, finalmente, Jerusalém, que na época era liderada por Balian d'Ibelin.

Em 2 de outubro de 1187 (ou 27 rajab do ano 583 da hégira), Saladino assinou um acordo de salvo-conduto a todos os moradores da Cidade Santa, e Balian entregou a jóia da coroa ao filho de Ayyub. Finalmente, os muçulmanos puderam orar nos lugares sagrados da cidade como senhores e não mais como incômodos inquilinos. Naquele mesmo dia, uma cruz instalada na cúpula do Rochedo foi retirada, e a bela mesquita de Al-Aqsa, que havia sido transformada em igreja, voltou a ser lugar de culto muçulmano. Seria ali, depois de aspergida com águas de rosa, que o cádi de Damasco, Mohiedin Ibn al-Zaki, saudaria Saladino pela mais nobre de suas conquistas. "Allahou akbar" (Deus é grande) era a frase mais ouvida na Cidade Santa, nos dias que sucederam à sua retomada.

A conquista de Jerusalém pelos muçulmanos foi um duro golpe para a moral cristã. Não é à toa que pouco mais de um ano depois, o papa Gregório VIII convocou a Terceira Cruzada para a reconquista da Terra Santa. Foi a maior força cruzada já reunida desde 1095, mas não conseguiu o seu fim, apesar de algumas reconquistas.

Ciente de que em uma guerra nem sempre os acordos são respeitados e que entre os perdedores havia o medo iminente de um massacre, coube mais uma vez a Saladino dar mostras de sua sensatez, permitindo a peregrinação aos fiéis não-muçulmanos, aumentando a guarda dos lugares de culto dos cristãos, como a Igreja do Santo Sepulcro, e dando ordens rigorosas a seus homens para que não perseguissem quaisquer cristãos.


O sultão de modos afáveis, pequeno e de aparência frágil, apesar de sua reconhecida generosidade, em pelo menos dois momentos negou a misericórdia aos seus vencidos. Um deles foi em 1179, na tomada do castelo de Bait al- Ahazon. Ali teria ordenado a execução de 700 prisioneiros. Cerca de oito anos depois, pós-Batalha de Hattin, foi ele próprio o algoz de Renaud de Chatillon, a quem jurara matar com as próprias mãos. Nesse mesmo dia, os cavaleiros templários e hospitalários, inimigos mortais de Saladino, foram vítimas da mesma sorte. É um claro exemplo que a misericórdia do filho da Ayyub tinha limite e que não poderia faltar com a sua palavra ou demonstrar fraqueza diante dos seus comandados.

Com a morte de Saladino, seus domínios, que iam da Síria ao Egito, fragmentam-se em governos enfraquecidos, controlados por membros de sua família, os aiúbidas. Saladino deixou 18 filhos, sendo apenas um deles mulher, e dois irmãos. O reino do Egito foi o mais bem-sucedido, tendo um período de crescimento econômico e prosperidade graças à presença de mercadores italianos, franceses e catalães, que operaram com os portos sob controle aiúbida. Além disso, o Egito se tornou um centro de erudição e literatura árabe, e dividiu com a Síria a primazia cultural naquela região, conservando-a até o período moderno.


Para quem não queria a glória militar e por longos anos tinha se dedicado ao estudo da teologia islâmica, Saladino chegou ao fim da vida como modelo do salvador muçulmano.

Saladino manteve-se soberano de Jerusalém e, já na sua velhice, seguiu para Damasco, sua cidade preferida, onde morreu em 4 de março de 1193, aos 55 anos. Para os padrões da Idade Média, em que devido a guerras, doenças e fome e a expectativa de vida girava em torno de 30 anos, pode-se dizer que, conforme o termo bíblico, foi farto em dias.

Saladino morreu pouco depois da partida de Ricardo. Quando o tesouro de Saladino foi aberto não havia dinheiro suficiente para pagar por seu funeral; ele havia dado a maior parte de seu dinheiro para caridade.

Sua tumba fica em Damasco, na Mesquita de Umayyad, e é uma atração popular.

Considerado o campeão da guerra santa, Saladino se tornou o herói de um ciclo de lendas, que percorreram todo o Oriente médio e a Europa, e seus feitos são lembrados e admirados até os dias de hoje pelos povos muçulmanos.

Forte protetor da cultura islâmica, não era apenas um líder militar, mas também um excelente administrador dos seus domínios. Mandou reconstruir a mesquita de Al-Aksa na cidade de Jerusalém, e ordenou também a construção da cidadela do Cairo e outros monumentos de interesse.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Arena Corinthians , Novembro 2013 93,48%.

Falta Pouco

As obras da Arena Corinthians fecharam o mês de outubro com avanço físico de 93,48%. Mais de 1.500 pessoas trabalham para entregar o estádio no fim de dezembro deste ano, e a concentração dos serviços estão no acabamento.

O gramado está pronto e demarcado, o setor leste já recebeu os assentos -- que também começam a ser colocados no setor sul --, a maior parte dos banheiros e dos pisos internos está pronta, assim como as coberturas das arquibancadas leste e oeste, a fachada do lado leste e a do lado oeste.

Das coberturas metálicas, faltam apenas dois módulos, um no setor sul, outro no setor norte, que deverão estar instalados em meados de novembro.

Serviços de acabamento dos camarotes, das lojas e dos vestiários estão em estágio avançado.