terça-feira, 31 de dezembro de 2013






Feliz  Ano  Novo  .


                             Happy New Year.





Para  voces  e  seus  familiares ,  um  ótimo  ANO  NOVO ,  que  2014  seja  para  voces  algo  maravilhoso.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Como a Al Qaeda controla suas contas





 O comboio de carros com a bandeira negra da Al Qaeda veio em alta velocidade, e o gerente da modesta mercearia pensou que estava prestes a ser assaltado.

Mohamed Djitteye correu para fechar suas portas e se escondeu atrás do balcão. Ficou desconcertado quando um comandante da Al Qaeda gentilmente abriu a porta de vidro do estabelecimento e pediu um pote de mostarda. Depois, pediu o recibo.

Confuso e assustado, Djitteye não entendeu. Então, o jihadista repetiu o pedido. Por favor, poderia dar um recibo dos R$ 4 gastos?

Esta transação, no norte do Mali, mostra o que parece uma preocupação incomum para um grupo terrorista: a Al Qaeda é obcecada por documentar as mínimas despesas.

Em mais de 100 recibos deixados num prédio ocupado pela Al Qaeda no começo deste ano em Timbuktu, no Magreb islâmico, os extremistas registraram assiduamente seu fluxo de caixa, controlando despesas tão simples quanto a compra de uma lâmpada. As quantias, muitas vezes pequenas, eram cuidadosamente anotadas a lápis e canetas coloridas em pedaços de papel e post-its: cerca de R$ 4 por um sabão, R$ 19 por um pacote de macarrão, R$ 33 por supercola. Todos os documentos foram autenticados por especialistas e podem ser vistos neste endereço .

O sistema de contabilidade demonstrado nos documentos encontrados pela Associated Press é um espelho do que pesquisadores descobriram em outras partes do mundo onde a rede terrorista opera, incluindo o Afeganistão, a Somália e o Iraque. Os documentos do grupo terrorista ao redor do mundo também incluem programas de cursos corporativos, planilhas de salário, orçamentos de filantropia, currículos de emprego, conselhos de relações públicas e cartas do equivalente a um departamento de recursos humanos.

As evidências reunidas sugerem que, longe de ser uma organização fragmentada e improvisada, a Al Qaeda tenta se comportar como uma corporação multinacional, com o que se compara a uma política financeira consistente de uma empresa em suas diferentes filiais.

"Eles precisam organizar sua contabilidade devido à natureza do seu negócio", disse William McCants, bolsista da Brookings Institution e ex-conselheiro do departamento de contraterrorismo dos Estados Unidos. "Eles têm muito poucas formas de controlar seus agentes, de discipliná-los e de fazer com que cumpram o que devem fazer. Precisam gerir tudo como um negócio."

A imagem que surge do que é um dos maiores repositórios de documentos da Al Qaeda já tornados públicos é a de uma burocracia rígida, dotada de um presidente, um conselho de diretores e departamentos como os de recursos humanos e relações-públicas. Os especialistas dizem que cada filial do grupo terrorista repete a mesma estrutura corporativa, e que esse projeto estrito ajudou a Al Qaeda não apenas a durar como também a se expandir.

Entre os documentos mais reveladores estão os recibos, que oferecem uma visão granular de como os combatentes da Al Qaeda vivem no dia-a-dia, bem como de suas prioridades.

Um número imenso dos recibos é de alimentos, sugerindo uma dieta à base de macarrão com carne e molho de tomate, bem como grandes quantidades de leite em pó. Há 27 recibos de carne, 13 de tomates, 11 de leite, 11 de massa, sete de cebolas e muitos outros de chá, açúcar e mel.

Estão registrados o bolo de R$ 1,50 comido por um dos seus combatentes e o sabão de R$ 4 que outro usou para lavar as mãos. Essas quantias relativamente pequenas são anotadas com o mesmo cuidado que o adiantamento de R$ 12.700 pago a um comandante ou os R$ 800 usados para comprar 3.300 cargas de munição.

O cuidado com as despesas faz parte do DNA da Al Qaeda, segundo especialistas que incluem agentes do FBI designados para investigar o grupo logo após sua fundação. O hábito vem de há quase quatro décadas, quando um jovem Osama Bin Laden entrou na universidade Rei Abdul Aziz, na Arábia Saudita, para estudar economia em 1976, e de lá saiu para dirigir parte da milionária empreiteira de seu pai.

Depois de ser exilado no Sudão, em 1992, Bin Laden fundou o que se tornaria o maior conglomerado do mundo. Suas empresas e numerosas subsidiárias investiram em tudo, da importação de caminhões à exportação de papoula, milho branco e melancias. Desde o início, Bin Laden era obcecado em aplicar técnicas de administração corporativa aos seus mais de 500 empregados, segundo o especialista em Al Qaeda Lawrence Wright.

Os funcionários precisavam apresentar requisições em três vias até para as menores compras - a mesma exigência, diz Wright, que Bin Laden impôs mais tarde aos primeiros recrutas da Al Qaeda.

No Afeganistão, registros contábeis detalhados encontrados num acampamento da Al Qaeda em 2001 incluíam listas de salários, documentos de cada combatente, formulários de recrutamento de emprego que perguntavam pelo grau de instrução e habilidades linguísticas, bem como vários cadernos de despesas. No Iraque, as forças dos EUA encontraram diversas planilhas de Excel que detalhavam os salários dos combatentes.

"As pessoas acham que isso é anotado em qualquer pedaço de papel. Não é", diz Dan Coleman, ex-agente especial do FBI que cuidou do caso Bin Laden entre 1996 e 2004.

Um dos primeiros ataques a uma casamata da Al Qaeda foi liderado por Coleman em 1997. Entre as dezenas de recibos que encontrou no local, no Quênia, estavam pilhas de recibos de combustível, acumuladas durante oito anos.

RELATÓRIOS DE DESPESAS COM TERRORISMO

Este sistema detalhado de contabilidade também permite controlar os movimentos dos próprios terroristas da rede, que muitas vezes operam de maneira remota.

A maioria dos recibos encontrados num chão de cimento num prédio no Timbuktu é escrita à mão, em notas de post-it, em papel pautado ou em envelopes, como se os agentes de campo usassem quaisquer superfícies de escrita que pudessem encontrar. Outros são digitados, às vezes repetindo os mesmos ítens, no que pode servir como relatórios formais para os escalões superiores. Numa carta encontrada entre os documentos, gerentes cobram um terrorista por não ter prestado contas suas no prazo.

Em mercados informais a céu aberto, como os do Timbuktu, os vendedores não têm notas fiscais para entregar. Então, dizem os comerciantes, os membros da Al Qaeda vêm em duplas. Um para negociar a compra, o outro para anotar os preços numa caderneta. A prática se reflete no fato de que quase todos os recibos estão escritos em árabe, uma língua escrita por poucos moradores da região.

Os combatentes perguntavam o preço e depois escreviam em seus Bloc Notes, uma marca de caderneta vendida no local, segundo o farmacêutico Ibrahim Djitteye.

"No começo eu fiquei surpreso", ele disse. "Mas cheguei à conclusão de que eles têm uma missão muito específica... e, nesses casos, é preciso fazer relatórios."

A natureza corporativa da organização também aparece nos tipos de atividades pelos quais eles pagam.

Por exemplo, dois recibos, um no valor de R$ 8 mil e outro no valor de R$ 14 mil, aparecem como pagamento por "workshops", outro conceito tomado do mundo dos negócios. Um folheto encontrado em outro prédio ocupado por seus combatentes confirma que a Al Qaeda promove o equivalente a encontros de treinamento corporativo. Toda manhã, exercícios das 5h às 6h30; aula sobre como usar um GPS das 10h às 10h30; treinamento de tiro das 10h30 ao meio-dia; à tarde, lições sobre como pregar a outros muçulmanos, sobre nacionalismo e sobre democracia.

São relativamente poucos os recibos de pagamentos por combatentes e armas. Uma unidade apresentou um pedido muito educado de recursos, com o título "A lista dos nomes dos mujahedins que pedem roupas e botas para se proteger do frio".

Muitos mais lidam com os aspectos do dia-a-dia da administração estatal, como a tarefa de manter a luz ligada. A Al Qaeda do Magreb Islâmico invadiu o Timbuktu em abril de 2012, e tomou conta de seus serviços públicos estatais, pagando para receber combustíveis vindos da Argélia. Um recibo mostra que eles pagaram quase R$ 9 mil por 20 barris de diesel para a estação de energia da cidade.

Também há um adiantamento para a prisão e um orçamento detalhado do Tribunal Islâmico, onde os juízes recebiam R$ 5 por dia para ouvir casos.

Além do dia-a-dia do governo, fica claro que os combatentes tentavam ativamente conquistar a população. Eles separam dinheiro para a caridade: R$ 9 para comprar remédios "para um xiita com o filho doente", R$ 240 para contribuir com a cerimônia de casamento de um homem. E eles reembolsavam prejuízos dos moradores, como R$ 120 para consertar uma casa, com uma nota informando que o imóvel "foi atingido por carros de mujahedins".

E fica claro que os combatentes passavam boa parte do tempo fazendo proselitismo, com relatórios de despesas com viagens a aldeias distantes para pregar sua visão extrema do Islã. Um recibo fala abertamente em gastos de R$ 480 com uma "viagem para espalhar propaganda".

Embora não seja abertamente explicado, os razoáveis recibos de conserto de carros sugerem missões regulares no deserto. Os muitos recibos de troca de óleo, compra de baterias, filtros e autopeças indicam o terreno difícil onde circulam os Land Cruisers do grupo.

Finalmente, os nomes nos recibos revelam que a maioria dos combatentes na folha de pagamento do grupo eram estrangeiros. Há um adiantamento de R$ 2.400 para um homem identificado como "Talhat Líbio". Outro é endereçado a "Tarek Argelino".

Os nomes também confirmam que os mais altos líderes da Al Qaeda no Magreb Islâmico estavam baseados no Timbuktu. Entre eles está Abou Zeid, provavelmente o mais temido comandante local da Al Qaeda, que orquestrou os sequestros de dezenas de ocidentais até sua morte no primeiro semestre.

"Em nome de Alá misericordioso", diz um pedido de recursos com data de 29 de dezembro de 2012 e dirigido a Abou Zeid, "escrevemos para lhe informar de que precisamos de foguetes para nosso acampamento - são necessários um total de 4. Que Deus o proteja."

A extensão da documentação encontrada aqui e nos outros teatros onde opera a Al Qaeda não significa, porém, que o grupo terrorista dirija uma máquina bem azeitada, alerta Jason Burke, autor do livro Al Qaeda."

"A burocracia, como sabemos, dá aos altos gerentes a ilusão de que podem controlar seus subordinados mais distantes," disse Burke. "Mas essa influência é muito, muito menor do que eles gostariam."

As práticas contábeis da Al Qaeda deixaram uma forte impressão em ao menos uma pessoa no Timbuktu: Djitteye, o gerente da loja de conveniência.

O comandante que veio comprar mostarda era Nabil Alqama, o líder da Al Qaeda no "Comando Sul" do Magreb Islâmico. Ele virou freguês da loja. Um dia, ele pediu que o vendeiro mandasse imprimir um talão de notas para poder ter recibos com uma aparência mais oficial.

Djitteye cumpriu o pedido.

O talonário verde e bem diagramado está sob sua caixa registradora. Atualmente, sempre que os clientes entram, ele pergunta se querem um recibo.

Ninguém quer.


RUKMINI CALLIMACHI
DA ASSOCIATED PRESS, EM TIMBUKTU (MALI)

sábado, 28 de dezembro de 2013

Armas Taurus em três pagamentos iguais na Sears .




 Armas em oferta na Sears em 6 de janeiro de 1985: 


“Passe suas férias com segurança. Toda a linha de armas Taurus em três pagamentos iguais pelo preço à vista.
  
  
 Satisfação garantida ou seu dinheiro de volta!”  .



Parece  que  as  coisas  mudam .



terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Bandar bin Sultan - الأمير بندر بن سلطان بن عبدالعزيز آل سعود‎


الأمير بندر بن سلطان بن عبدالعزيز آل سعود



يجب أن يكفّ العالم، لبعض الوقت، عن توجيه أصابع الاتهام ضد مجهول عقب أي
 نشاط إرهابي يقع في العراق ولبنان وباكستان واليمن، فقد بات للإرهاب دولة ترعاه... وحتى لا نكون على تماس مباشر مع المقولات المضلّلة، من قبيل أن الإرهاب لا دين له، والتي اعتبرها أهل الحكم في السعودية مقولة إنقاذية، طبّلوا لها كثيراً بعد هجمات الحادي عشر من سبتمبر، ومن الضروري تصويب الأمور، فالتفسيرات الدينية المنتجة سعودياً كفيلة بصنع إرهابيين على استعداد لاستخدام أجسادهم مفخخات عشوائية.

حسناً، المفتي العام عبد العزيز آل الشيخ وبعد سقوط عشرات الآلاف من الضحايا الأبرياء في العراق ولبنان وأخيراً اليمن، حكم في 12 كانون الأول الجاري بأن ذوي الأحزمة الناسفة مجرمون ومأواهم النار. هل يمتلك المزيد من الشجاعة ويخبر عن المدرسة الفكرية التي تخرّج فيها هؤلاء، ومن الراعي الرسمي الذي يدفع من مال الشعب لكي يتحول برك دم في أماكن لا يعرف الانتحاريون هوية أهلها، سوى تلبية لأجندة لورد الحرب بندر بن سلطان.

ليس من قبيل الصدفة أن تكون السعودية حاضرة في عاصفة الإرهاب التي تضرب وعلى مدار الساعة العراق وسوريا، كما تضرب بين حين وآخر اليمن ولبنان. لا تصدر الاتهامات للسعودية من خصومها كما يردّد المدرجون على قوائم (الشرهات) السعودية، فالضالعون في العمليات الإرهابية يتباهون بالكشف عن جنسياتهم، أما الحلفاء فتكفّلوا بالكشف عن الأدلة. في آب الماضي، كشفت برقيات أميركية سرية تعود الى عام 2009، وتتحدث عن علاقة العراق بجيرانه، ووصفت إحدى البرقيات بأن السعودية هي «التحدي الأكبر والمشكلة الأكثر تعقيداً للعراق». وفي برقية سرية بعث بها السفير الأميركي السابق في العراق (كريستوفر هيل)، إلى وزارة الخارجية الأميركية، ونشرتها صحيفة «ذي غارديان» البريطانية في 9 أغسطس/ آب الماضي، تفيد بأن عدم استقرار واستقلال الحكومة العراقية هو «المال السعودي ومواقفها المعادية ـــ أي السعودية ـــ للطوائف الأخرى، وهواجس تعزيز نفوذ بعض بلدان المنطقة إقليمياً». وكشفت برقية أخرى أن السعودية كانت «ترعى التحريض الطائفي، وتسمح لشيوخها بإصدار فتاوى تحريضية على قتل أتباع الطوائف الأخرى». وقال هيل في برقيته: «سماح القيادة السعودية بصورة دورية لرجال الدين السعوديين بصبّ جام غضبهم الطائفي على طائفة معينة والتحريض ضدها».

رئيس الوزراء العراقي، نوري المالكي، تقدّم بطلب علني وعبر وسائل الإعلام عقب عودته من واشنطن، بزيارة المملكة لحل مشكلة بلاده مع آل سعود من أجل تجنيب شعبه ويلات العنف المتنامي، وكان الصمت السعودي حيال الطلب رداً كافياً، وكأن الجنون السعودي بات اليوم يحصد أرواح الأبرياء دون هوادة، إرضاء لمرضى الاستخبارات السعودية أو أمراء الدماء والكراهية...

ما يظهر، أن خطة بندر ـــ بترايوس أفضت إلى تحويل المنطقة إلى مرتع للإرهاب، وبات العالم بأسره مكاناً غير آمن... وعاد الثالوث الوهابي المسؤول عن نشأة الدولة السعودية للاستعمال مجدداً: التكفير، الهجرة، الجهاد. أي بكلمات أخرى، تكفير المجتمعات، والانفصال عنها، ومن ثم إعلان الجهاد عليها، وهي تختصر الرؤية الكونية للوهابية.

تيار الصحوة الذي تبلور في التسعينيات من القرن الماضي إبان أزمة الخليج الثانية ولّد فروعاً ضدّية ووفّر بيئة ثقافية واجتماعية لنشأة القاعدة، ولا يزال يخرج ضدّيات متناسلة منه تعود في جذورها ومبرراتها الى ضدّية المشروع السعودي الوهابي نفسه.

لقد سبق أن بدأت مجموعات قاعدية مرتبطة بالأمير بندر بن سلطان العمل داخل الأراضي السورية، وشارك بعضها في معارك نهر البارد تحت لواء تنظيم «فتح الإسلام» في العام 2007. حينذاك أيضاً، وعد بندر قادة أوروبيين، بحسب مقابلة سيمور هيرش مع شبكة «سي إن إن» الأميركية في 23 أيار 2007 كشف فيها عن وعد من الأمير بندر، بناء على اتفاق مع إليوت برامز وديك تشيني بالسيطرة على الجهاديين من تنظيم «فتح الإسلام». وذكّر هيرش بوعد سعودي سابق بالسيطرة على المجاهدين المتشدّدين في أفغانستان بعد إخراج القوات السوفياتية. علّق هيرش حينذاك: «كأننا لم نتعلم شيئاً من الدروس السابقة، فعدنا واستعملنا السعوديين للمرة الثانية لدعم الجهاديين، والسعوديون يؤكّدون أنهم يستطيعون السيطرة على مختلف هذه المجموعات مثل فتح الإسلام».

ما زال تعليق هيرش صالحاً حتى الآن، بل ربما يكون بوتيرة أعلى، لأنّ بندر بن سلطان قدّم وعداً جديداً للغرب قبل أن يطلق خطته المشتركة مع مدير السي آي إيه السابق ديفيد بترايوس، والتي فتحت الحدود على مصراعيها أمام عناصر القاعدة بأعداد كبيرة للقتال في سوريا، إلى حد لم يعد هناك إمكانية للسيطرة عليهم، وباتت الدول المحيطة مثل تركيا والأردن ولبنان والعراق ساحات مرشّحة للدخول في دوامة العنف على نطاق واسع، بما يؤدي إلى سقوط الدول.
كتائب عبد الله عزام، التي تأسست على يد السعودي صالح بن عبد الله القرعاوي عقب معارك نهر البارد في الشمال اللبناني، واحد من التنظيمات القاعدية التي كانت تعمل تحت إمرة الاستخبارات السعودية منذ عودة قائدها القرعاوي للعلاج في مستشفيات الداخلية بعد إصابته بطلقات نارية أدت إلى إصابته بالشلل، وتولى بعده ماجد الماجد قيادة التنظيم، ويعمل لدى الاستخبارات السعودية.

إن مجرد قراءة عابرة في بيانات التنظيم سوف تظهر الرؤية الجهادية الوهابية. في مقابلة أجراها «مركز الفجر للإعلام» التابع لـ«كتائب عبد الله عزام» مع القرعاوي في شهر نيسان 2010، حول «رؤيته للصراع في بلاد الشام»، جرى الحديث عن ساحتين: الجزيرة العربية _ جزيرة محمد صلى الله عليه وسلم، وبلاد الشام _ معقل الطائفة المنصورة أرض الشام.

ويتم ترجمة محتويات البيانات التي كتبها القرعاوي بعنوان «ولتستبين سبيل المجرمين» حرفياً في سوريا ولبنان. ما يلفت في البيان الأول لكتائب عبد الله عزّام والصادر في 13 تشرين الأول 2010 أنّ ثمة نبوءة ذات طبيعة إيحائية بأن مواجهة حتمية بين السنّة والشيعة «وإننا في كتائب عبد الله عزام نتوقع أن المعركة قادمة لا محالة...»، حيث يرسم البيان صورة طائفية للمعركة، تكون فيها إيران وسوريا وحزب الله طرفاً في مقابل أهل السنة، فيما يخرج العاملان الأميركي والإسرائيلي من المعادلة، في إيحاء واضح بأن المعركة يراد لها أن تكون طائفية محض.

اللجنة السياسية التابعة لتنظيم «فتح الإسلام» قدّمت في 29 كانون الثاني 2012 ما سمته «قراءة سياسية في الثورة السورية وصراع الأيدي الخفيّة»، ترسم فيه مسار حرب طائفية بذيولها الدولية التي ستكون سوريا قاعدة لها. وفي بيان آخر للتنظيم نفسه بعنوان «نصرة لإخواننا في سوريا الإسلام»، يؤكد على العلاقة العضوية بين «فتح الإسلام» و«كتائب عبد الله عزام»، حيث ينادي بـ«القيام على إحياء سنّة الجهاد في بلاد الشام وعون ونصرة أهل الجهاد في فتح الإسلام وكتائب عبد الله عزام وكل الصادقين ودعمهم بالمال وتكثير سوادهم...». ومن الطريف أنّ البيان يدعو الشباب «إلى نشر ترددات قناة صفا وقناة وصال على عموم أهل السنّة»! فهل ثمة علاقة بين «فتح الإسلام» والأمير عبد العزيز بن فهد الذي بشّر متابعيه في «تويتر» ذات تغريدة بقرب انطلاق «وصال 2» باللغة الفارسية؟!
البيان دعا أيضاً وفي جملة حصرية وهابية الجمهور العام بما نصّه «فأعينوا إخوانكم المجاهدين الموحدين وانشروا عقيدة أهل التوحيد».

ليست رؤية قاعدية، بل هي رؤية الوهابية بامتياز، ولن تجد من يختلف مع رؤية القرعاوي في المجتمع الوهابي ولا حتى من الطبقة السياسية المتطيّفة في العائلة المالكة، فالعمل جار على أساس أنّ ثمة حرباً طائفية قائمة الآن. وأن كل ما يظهر اليوم على الشاشة من قتل وقطع الرقاب، وهدم الأضرحة، وتفجير القبور، وتدمير الكنائس، وتعليق رايات الفتح عليها هي من صميم المشروع الدعوي الجهادي للوهابية الذي يقوده حالياً بندر بن سلطان، ولكن على طريقته الخاصة.
أصبحت الأعمال الانتحارية لدى بعض شباب المملكة، الذين ينتمون إلى شريحة العاطلين من العمل (ويمثلون 1 من كل 4 أشخاص في المملكة)، مشروعاً خلاصياً، وبدلاً من توفير فرص عمل لنحو مليوني عاطل من العمل في المملكة، تصبح دوامة العنف في العراق وسوريا ولبنان واليمن، وحدها الوظيفة الشاغرة في مملكة الفساد التي تأكل ثلثين من دخل المواطن، بحسب تقرير صدر السنة الماضية عن الغرف التجارية السعودية.

إن دوامة العنف التي تقودها السعودية والتي انتقلت إلى عدد من البلدان العربية (ليبيا، مصر، اليمن، لبنان، العراق وسوريا)، والتي تنذر باندلاع حروب أهلية، يهدد كل المنطقة بالفوضى لمنع أي تسوية سياسية توقف مسلسل الموت الرخيص والدمار المنتشر، فيما تهدد السعودية بوضع بلدان محدّدة مثل العراق ولبنان ضمن دائرة مواجهة داخلية واسعة، عبر السيارات المفخخة التي تدبّرها الاستخبارات السعودية. ولكن، لا يخلو هذا الأمر من أخطار، بدأ الغرب يعبر عنها بصورة علنية.

في التقرير الصادر عن لجنة الشؤون الخارجية في مجلس العموم البريطاني حول العلاقات البريطانية مع السعودية والبحرين في 12 تشرين الثاني الماضي جاء ما نصّه: «لا تولي السلطات السعودية اهتماماً كافياً للآثار الخطيرة للتمويل والتعاليم الدينية التي يتم تصديرها من قبل مواطنين سعوديين للجماعات المتطرّفة في المنطقة والعالم».
باتت السعودية موغلة في سفك الدماء، وترفض مجرد الإصغاء لنداءات العقل والحلول الدبلوماسية، وترى بأن لا خيار أمامها سوى اقتراف المزيد من الجرائم الإرهابية في البلدان المجاورة مثل اليمن، والعراق، أو خلف البحار مثل ليبيا والسودان، أو بلدان عربية اختلفت معها بعد حلف طويل فقررت الانتقام منها على قاعدة: الدم الدم الهدم الهدم، على طريقة الجماعات التكفيرية التي خرجت من عباءة شيوخها ومؤسساتها الدينية.

ما يظهر اليوم، أنّ العالم لم يعد آمناً، وأن الضمانات التي قطعها بندر بن سلطان على نفسه أمام قادة أوروبيين بأنه سوف يمنع انتقال الإرهاب إلى دولهم عقب الفراغ من مهمة إسقاط النظام في سوريا عن طريق الجماعات القاعدية، تبدّدت وأعلنت أجهزة الاستخبارات في كل أرجاء أوروبا استنفاراً عاماً لملاحقة المقاتلين من رعاياها التي باتت تعلن عن أعدادهم في سوريا، وترصد تحركاتهم قبل العودة إلى الديار.

يأتي في السياق نفسه، إصرار قادة أوروبيين على إدراج الإرهاب على قائمة القضايا التي سوف تتم مناقشتها في «جنيف 2» في حال انعقاده في 22 كانون الثاني من السنة الجديدة.
اليوم، يشهد المشروع الوهابي السعودي أسوأ حالاته من خلال قيادة مشروع الفوضى التدميرية، والتي من المرشّح لها في حال إصرار لورد الحرب أن تهدد الاستقرار في العالم.

EDWARD SNOWDEN . CARTA ABERTA AO POVO DO BRASIL

EDWARD SNOWDEN

 

 CARTA ABERTA AO POVO DO BRASIL
EDWARD SNOWDEN

 

Seis meses atrás, emergi das sombras da Agência Nacional de Segurança (NSA) dos EUA para me posicionar diante da câmera de um jornalista. Compartilhei com o mundo provas de que alguns governos estão montando um sistema de vigilância mundial para rastrear secretamente como vivemos, com quem conversamos e o que dizemos.

Fui para diante daquela câmera de olhos abertos, com a consciência de que a decisão custaria minha família e meu lar e colocaria minha vida em risco. O que me motivava era a ideia de que os cidadãos do mundo merecem entender o sistema dentro do qual vivem.

Meu maior medo era que ninguém desse ouvidos ao meu aviso. Nunca antes fiquei tão feliz por ter estado tão equivocado. A reação em certos países vem sendo especialmente inspiradora para mim, e o Brasil é um deles, sem dúvida.

Na NSA, testemunhei com preocupação crescente a vigilância de populações inteiras sem que houvesse qualquer suspeita de ato criminoso, e essa vigilância ameaça tornar-se o maior desafio aos direitos humanos de nossos tempos.

A NSA e outras agências de espionagem nos dizem que, pelo bem de nossa própria "segurança" --em nome da "segurança" de Dilma, em nome da "segurança" da Petrobras--, revogaram nosso direito de privacidade e invadiram nossas vidas. E o fizeram sem pedir a permissão da população de qualquer país, nem mesmo do delas.

Hoje, se você carrega um celular em São Paulo, a NSA pode rastrear onde você se encontra, e o faz: ela faz isso 5 bilhões de vezes por dia com pessoas no mundo inteiro.

Quando uma pessoa em Florianópolis visita um site na internet, a NSA mantém um registro de quando isso aconteceu e do que você fez naquele site. Se uma mãe em Porto Alegre telefona a seu filho para lhe desejar sorte no vestibular, a NSA pode guardar o registro da ligação por cinco anos ou mais tempo.

A agência chega a guardar registros de quem tem um caso extraconjugal ou visita sites de pornografia, para o caso de precisarem sujar a reputação de seus alvos.

Senadores dos EUA nos dizem que o Brasil não deveria se preocupar, porque isso não é "vigilância", é "coleta de dados". Dizem que isso é feito para manter as pessoas em segurança. Estão enganados.

Existe uma diferença enorme entre programas legais, espionagem legítima, atuação policial legítima --em que indivíduos são vigiados com base em suspeitas razoáveis, individualizadas-- e esses programas de vigilância em massa para a formação de uma rede de informações, que colocam populações inteiras sob vigilância onipresente e salvam cópias de tudo para sempre.

Esses programas nunca foram motivados pela luta contra o terrorismo: são motivados por espionagem econômica, controle social e manipulação diplomática. Pela busca de poder.

Muitos senadores brasileiros concordam e pediram minha ajuda com suas investigações sobre a suspeita de crimes cometidos contra cidadãos brasileiros.

Expressei minha disposição de auxiliar quando isso for apropriado e legal, mas, infelizmente, o governo dos EUA vem trabalhando arduamente para limitar minha capacidade de fazê-lo, chegando ao ponto de obrigar o avião presidencial de Evo Morales a pousar para me impedir de viajar à América Latina!

Até que um país conceda asilo político permanente, o governo dos EUA vai continuar a interferir com minha capacidade de falar.

Seis meses atrás, revelei que a NSA queria ouvir o mundo inteiro. Agora o mundo inteiro está ouvindo de volta e também falando. E a NSA não gosta do que está ouvindo.

A cultura de vigilância mundial indiscriminada, que foi exposta a debates públicos e investigações reais em todos os continentes, está desabando.

Apenas três semanas atrás, o Brasil liderou o Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas para reconhecer, pela primeira vez na história, que a privacidade não para onde a rede digital começa e que a vigilância em massa de inocentes é uma violação dos direitos humanos.

A maré virou, e finalmente podemos visualizar um futuro em que possamos desfrutar de segurança sem sacrificar nossa privacidade.

Nossos direitos não podem ser limitados por uma organização secreta, e autoridades americanas nunca deveriam decidir sobre as liberdades de cidadãos brasileiros.

Mesmo os defensores da vigilância de massa, aqueles que talvez não estejam convencidos de que tecnologias de vigilância ultrapassaram perigosamente controles democráticos, hoje concordem que, em democracias, a vigilância do público tem de ser debatida pelo público.

Meu ato de consciência começou com uma declaração: "Não quero viver em um mundo em que tudo o que digo, tudo o que faço, todos com quem falo, cada expressão de criatividade, de amor ou amizade seja registrado. Não é algo que estou disposto a apoiar, não é algo que estou disposto a construir e não é algo sob o qual estou disposto a viver."

Dias mais tarde, fui informado que meu governo me tinha convertido em apátrida e queria me encarcerar. O preço do meu discurso foi meu passaporte, mas eu o pagaria novamente: não serei eu que ignorarei a criminalidade em nome do conforto político. Prefiro virar apátrida a perder minha voz.

Se o Brasil ouvir apenas uma coisa de mim, que seja o seguinte: quando todos nos unirmos contra as injustiças e em defesa da privacidade e dos direitos humanos básicos, poderemos nos defender até dos mais poderosos dos sistemas.

Tradução de CLARA ALLAIN

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Deep Web





Em poucos meses, o mundo começou a ouvir falar com mais frequência sobre a existência de um mercado de drogas e armas na internet chamado Silk Road. Ao mesmo tempo, se familiarizou com o nome da moeda criptografada usada nesse comércio, o Bitcoin. Investigar a origem de cada um resultaria em uma terceira descoberta: a Deep Web (ou internet profunda).


O ator e diretor britânico Alex Winter já havia feito um documentário sobre o Napster (chamado Downloaded), outro elemento virtual que incomodou as autoridades ao permitir a troca gratuita de músicas pela rede. Agora, Winter prepara o lançamento de um documentário sobre a razão dos incômodos mais recentes, intitulado Deep Web: The Untold Story of Bitcoin and The Silk Road (“A história não contada do Bitcoin e do Silk Road”, em tradução livre), ainda sem data para sair. Para Winter, a moeda virtual, sozinha, “tem potencial de criar um grau de perturbação global que fará o Napster parecer brincadeira de criança”.

“Estou interessado nas implicações de uma vasta rede como a Deep Web na cultura global. Para mim, falta contextualização e compreensão sobre as novas tecnologias”, diz Winter, que vê uma revolução no conjunto que dá título ao seu filme.

Em comum, está a falta de controle. O Bitcoin dispensa um banco central e não é regulamentado por nenhum governo. Mercados de itens ilegais, como o Silk Road, funcionavam sem que nenhuma autoridade pudesse fazer algo a respeito.

Na Deep Web, navega-se sob anonimato e, por isso mesmo, é difícil se ter algum controle sobre o que acontece nesse subterrâneo da internet, onde buscadores como o Google são completamente inúteis. Para Winter, é isso que torna esse universo tão interessante. “Como qualquer comunidade, ali acontecem coisas boas e más, depende do uso que se faz dela. O que desespera as autoridades é justamente não ter controle sobre isso.”

Crime imperfeito
A ferramenta usada para se navegar anonimamente é o Tor, criado pela Marinha americana e mantido por uma organização sem fins lucrativos (Tor Project) desde 2006. O Tor se utiliza do navegador da Mozilla, o Firefox.

Como todo software, o Tor tem falhas. Uma delas foi explorada pela polícia federal americana para prender o suposto chefe do Silk Road, Ross Ulbricht, de 29 anos, em San Francisco, há dois meses.

Para o italiano especialista em cibersegurança Pierluigi Paganini, o pleno anonimato na web é “utopia”. “Além de os governos controlarem as redes, é bem fácil rastrear as atividades de um usuário online.

“É certo que os mais experientes podem adotar uma série de medidas para limitar sua exposição, mas receio que (com a exposição trazida pelo caso da Silk Road) isso se tornará uma tarefa cada vez mais difícil”, diz Paganini.

Embora o Silk Road, que pelos cálculos do FBI já fez circular 9,5 milhões de bitcoins (na época, o equivalente a US$ 1,2 bilhões em vendas), tenha sido fechado, a única coisa certa é que o comércio ilegal realizado sob o anonimato da rede não está nem perto de acabar.

“O Silk Road é só a ponta do iceberg. Fechá-lo só gerou a migração da comunidade envolvida para outros mercados. A luta contra o cibercrime está apenas começando”, avalia o italiano, autor dos livros The Deep Dark Web e Digital Virtual Currency and Bitcoin.

Outro lado
O controle e a possibilidade de uma regulamentação opressiva cair sobre o Tor também preocupa. Além das atividades ilícitas, a ferramenta é muito utilizada por jornalistas, ativistas e cidadãos que vivem sob governos não democráticos, onde a internet é censurada e o direito à livre expressão e o acesso à informação são bastante restritos.

Para Francisco Brito Cruz, pesquisador do Núcleo de Direito, Internet e Sociedade da Faculdade de Direito da USP, essa dualidade é o que torna o Tor um dos pontos-chave na disputa pela regulação da internet de modo geral, discutida em propostas como o Marco Civil. O Núcleo abriu inclusive uma linha de pesquisa focada na “controvérsia jurídica criada por mecanismos de navegação anônima”.

“Precisamos perceber o anonimato como uma ferramenta de defesa da nossa privacidade. Nunca foi razoável um governo poder meter o bedelho em quais livros estamos lendo. Por que não seria razoável criar uma ferramenta para impedir que bisbilhoteiros fiquem olhando quais sites acessamos?”, argumenta o pesquisador que ainda acredita que, para o usuário comum, conhecer o Tor hoje “é tão importante quanto conhecer o Whatsapp, o SnapChat ou o Instagram”.

A falta de controle do Estado, nesse sentido, não é a parte ruim da história. “O que é preocupante é o que pode estar em jogo caso determinados tipos de controle sejam estabelecidos”, diz Cruz. “Se forem implementados sem debate e reflexão com a sociedade, estes controles de uso da rede podem facilmente se tornar instrumentos de violação de direitos fundamentais.”

Por Murilo Roncolato

Offensive Friday aimed at expelling Al Qaeda terrorists.

sábado, 14 de dezembro de 2013

Syria Battle Damascus K 24



 Syrian armed forces have killed a number of militants northeast of Damascus, two days after al-Qaeda-linked terrorists infiltrated into the region.


The attack was carried out on Friday when Syrian soldiers ambushed the militants in the town of Adra.

Security sources said a senior militant leader was killed in the operation.

On Wednesday, militants affiliated to the al-Qaeda-linked al-Nusra Front and the so-called Jaysh al-Islam infiltrated Adra, killing at least 20 Alawite residents and abducting several others.

They also attacked government buildings as well as the main police station in the town.

Meanwhile, the Syrian army has been tightening the noose on militants in their strongholds throughout the country.

In recent days, army units have made fresh gains in the strategic town of Yarbud, which lies near the border with Lebanon.

Army troops also took control of the strategic Damascus-Homs highway after seizing most of al-Nabk in the mountainous Qalamoun region.

Syria has been gripped by deadly unrest since 2011. According to reports, the Western powers and their regional allies -- especially Qatar, Saudi Arabia, and Turkey -- are supporting the militants operating inside the country.

The United Nations says more than 100,000 people have been killed and millions displaced due to the turmoil that has gripped Syria for over two years.

The UN has predicted that more than four million other Syrians will be forced out of their homes in 2014 by the escalating conflict in the country.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Attacks by the terrorist group al Qaeda





In a message sent to United Nations Secretary General Ban Ki-moon on Monday, Syria's Foreign and Expatriates Ministry urged the UN to stop Saudi Arabia from "supporting al-Qaeda-linked militants" and fanning the flames of "terrorism" in the country.

On December 3, Syrian Ambassador to the UN Bashar al-Ja'afari said many Saudi criminals who have been either sentenced to death or life in prison are released to fight against the Syrian government.

He further noted that the Saudi nationals have traveled to Syria to join the militant groups in the country with the knowledge of Saudi Arabia's intelligence chief, Prince Bandar bin Sultan.

Syria has been gripped by deadly unrest since 2011. According to reports, the Western powers and their regional allies -- especially Qatar, Saudi Arabia, and Turkey -- are supporting the militants operating inside Syria.

domingo, 8 de dezembro de 2013

"Mas nós sabemos muito bem que a nossa liberdade é incompleta sem a liberdade dos palestinos"

Manifestante palestino,  nas ruas de aldeias na Cisjordânia


"Mas nós sabemos muito bem que a nossa liberdade é incompleta sem a liberdade dos palestinos"

-Presidente Nelson Mandela



Na última sexta-feira, manifestantes palestinos, que saíram às ruas de aldeias na Cisjordânia para protestar contra a construção do muro israelense, portavam fotos de Nelson Mandela.

Marwan Barghouti, considerado o mais importante prisioneiro palestino detido por Israel, escreveu uma mensagem para Mandela, de sua cela na prisão de Hadarim, onde se encontra desde 2002.

"De dentro da minha cela na prisão eu lhe digo que nossa liberdade parece possível depois que você conquistou a sua. O apartheid não venceu na África do Sul e não vencerá na Palestina", afirmou Barghouti, líder do partido Fatah e visto como um possível sucessor do presidente Abbas.

Em sua mensagem, Barghouti lembrou a declaração de Mandela de que a liberdade dos sul-africanos "não será completa sem a liberdade dos palestinos".

CONSTRANGIMENTO

A longa história de colaboração de Israel com a África do Sul durante o apartheid torna a repercussão da morte de Mandela no país bem mais complexa.

O primeiro ministro Binyamin Netanyahu declarou que Mandela era "uma das figuras exemplares de nossos tempos, o pai de seu povo, um visionário que lutou pela liberdade e se opôs à violência".

Segundo o presidente Shimon Peres, "o mundo perdeu um líder de enorme grandeza, que mudou o rumo da História".

No entanto, vários analistas mencionam que durante o período em que Mandela lutava contra o apartheid, Israel vendia armas para o governo sul-africano e manteve essa aliança militar por vários anos, apesar do boicote generalizado da comunidade internacional.

"Os dois lideres (Netanyahu e Peres) obviamente não mencionaram o fato histórico de que Israel manteve uma aliança vergonhosa com o regime racista quando este era considerado pária pela comunidade internacional", afirma o jornalista Arik Bender, no diário Maariv.

O governo israelense aderiu às sanções internacionais contra a África do Sul em 1987, 10 anos após o embargo decretado pela comunidade internacional ao regime do apartheid.

Segundo o analista Hemi Shalev, em artigo no jornal Haaretz, "nós (israelenses) admiramos a luta corajosa de Mandela contra o apartheid e seu papel crucial na transição pacifica e democrática para o poder da maioria negra, mas sentimos um certo constrangimento por nosso apoio histórico a seus inimigos e também por sermos vistos como seus sucessores".



"Mas nós sabemos muito bem que a nossa liberdade é incompleta sem a liberdade dos palestinos"

A citação do  discurso  do presidente Mandela no Dia International   da
Solidariedade com o Povo Palestino, 04 de Dezembro de 1997, Pretoria.


http://studies.aljazeera.net/en/reports/2012/05/201251511343828397.htm


sábado, 7 de dezembro de 2013

حزب الله ينعى الشهيد القائد الحاج حسان هولو اللقيس



بسم الله الرحمن الرحيم

"ولا تحسبن الذين قتلوا في سبيل الله أمواتا بل أحياء عند ربهم يرزقون"

صدق الله العلي العظيم

 قرابة الساعة الثانية عشرة من مساء أمس الثلاثاء، تعرض أحد قادة المقاومة الإسلامية الأخ المجاهد الحاج حسان هولو اللقيس لعملية إغتيال أمام منزله الكائن في منطقة السان تيريز- الحدث وهو عائد من عمله فقضى شهيداً والتحق بقافلة الشهداء النورانية.



إن الأخ القائد الشهيد حسان اللقيس أمضى شبابه وقضى كل عمره في هذه المقاومة الشريفة منذ أيامها الأولى وحتى ساعات عمره الاخيرة، مجاهداً، مضحياً ومبدعاً وقائداً وعاشقاً للشهادة وكان أباً لشهيد ارتفع مع كوكبة الشهداء في حرب تموز 2006.

إن الاتهام المباشر يتجه الى العدو الإسرائيلي حكماً، والذي حاول أن ينال من أخينا الشهيد مرات عديدة وفي أكثر من منطقة، وفشلت محاولاته تلك إلى أن كانت عملية الاغتيال الغادرة ليل أمس، وعلى هذا العدو أن يتحمل كامل المسؤولية وجميع تبعات هذه الجريمة النكراء، وهذا الإستهداف المتكرر لقادة المقاومة وكوادرها الأعزاء.

إن مقاومتنا المجاهدة والتي قدمت خيرة قادتها ومجاهديها على طريق الحرية والكرامة، تعلن اليوم لشعبها الأبي والمضحي شهادة هذا القائد العزيز والحبيب. وتتقدّم من عائلته الشريفة الصابرة بأسمى مشاعر المواساة والاعتزاز في آن، سائلين المولى عزّ وجل أن يتقبله في الشهداء وأن يجمعه مع ساداته الأطهار صلوات الله عليهم أجمعين.

حزب الله

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Carta de Nelson Mandela sobre o apartheid ,






Carta de Nelson Mandela sobre o apartheid ,  ao jornalista norte-americano

Thomas Friedman.

Caro Thomas,

Sei que você e eu estamos impacientes por ver a paz no Médio Oriente, mas antes de você continuar a falar das condições indispensáveis do ponto de vista israelita, quero que saiba o que penso. Por onde começar? Digamos, por  1964.

Permita-me que cite as minhas próprias palavras aquando do meu julgamento. Elas são tão acertadas agora como eram naquele tempo: "Combati a dominação branca e combati a dominação negra. Acarinhei o ideal de uma sociedade democrática e livre em que todos pudessem viver em conjunto, em harmonia e com iguais oportunidades.

 É um ideal que espero viver e que espero atingir. Mas, se for preciso, é um ideal pelo qual estou disposto a morrer".

Hoje, o mundo, negro e branco, reconhece que o apartheid não tem futuro. Na África do Sul, ele acabou graças à nossa própria acção de massas decisiva, para construir a paz e a segurança.

Esta campanha massiva de desobediência e doutras acções só podia conduzir ao estabelecimento da democracia.

Talvez a si lhe pareça estranho identificar a situação na Palestina ou, mais especificamente, a estrutura das relações políticas e culturais entre palestinianos e israelitas, como um sistema de apartheid.

O seu recente artigo "Bush’s First Memo", no New York Times de 27 de Março de 2001, demonstra-o.

Você parece surpreendido por ouvir dizer que ainda há problemas por resolver de 1948, o mais importante dos quais é o do direito de regresso dos refugiados palestinianos.

O conflito israelo-palestiniano não é só um problema de ocupação militar e Israel não é um país que tenha sido criado "normalmente" e se tenha lembrado de ocupar outro país em 1967.

Os palestinianos não lutam por um "Estado" e sim pela liberdade e a igualdade, exactamente como nós lutámos pela liberdade na África do Sul.

No decurso dos últimos anos, e em especial desde que o Partido Trabalhista foi para o governo, Israel mostrou que não tinha sequer a intenção de devolver o que ocupou em 1967, que os colonatos vão permanecer, que Jersualém ficaria sob soberania exclusivamente israelita e que os palestinianos não teriam nenhum Estado independente, antes seriam colocados sob a dependência económica de Israel, com controlo israelita sobre as fronteiras, sobre a terra, sobre o ar, a água e o mar.

Israel não pensava num "Estado" e sim numa "separação". O valor da separação mede-se em termos da capacidade de Israel para manter judeu um Estado judeu e de não  ter uma minoria palestiniana que pudesse no futuro transformar-se em maioria. Se isso acontecesse, obrigaria Israel a tornar-se ou um Estado laico e bi-nacional ou a tornar-se um Estado de apartheid, não só de facto, mas também de direito.

Thomas, se você prestar atenção às sondagens israelitas ao longo dos últimos 30 a 40 anos, vai ver claramente um racismo grosseiro, com um terço da população a declarar-se abertamente racista. Este racismo é do tipo "Odeio os árabes" e "quero que os árabes morram".

 Se você também prestar atenção ao sistema judicial israelita, vai ver que há discriminação contra os palestinianos, e se considerar especialmente os territórios ocupados em 1967 vai ver que há dois sistemas judiciais em acção, que representam duas abordagens diferentes da vida humana: uma para a vida palestiniana, ou para a vida judia.

Além disso, há duas atitudes diferentes sobre a propriedade e sobre a terra. A propriedade palestiniana não é reconhecida como propriedade privada, porque pode ser confiscada.

Para a ocupação israelita da Cisjordânia e de Gaza, há um factor suplementar a tomar em conta. As chamadas "Zonas autónomas palestinianas" são bantustões. São entidades restritas no seio da estrutura de poder do sistema israelita de apartheid.

O Estado palestiniano não pode ser um sub-produto do Estado judeu, só para conservar a pureza judaica de Israel . A discriminação racial de Israel é a vida quotidiana dos palestinianos, porque Israel é um Estado judeu, os judeus israelitas têm direitos especiais de que os não-judeus não beneficiam. Os árabes palestinianos não têm lugar no Estado "judeu".

O apartheid é um crime contra a humanidade. Israel privou milhões de palestinianos da sua liberdade e da sua propriedade. Ele perpetura um sistema de discriminação racial e de desigualdade.

Encarcerou e torturou sistematicamente milhares de palestininaos, em violação do direito internacional. Desencadeou uma guerra contra a população civil e em especial contra as crianças.

As respostas da África do Sul em matéria de violação dos direitos humanos provenientes das políticas de deportação e das políticas de apartheid fizeram luz sobre o que a sociedade israelita deve necessariamente levar a cabo para que se possa falar duma paz justa e duradoura no Médio Oriente e do fim da política de apartheid. 

Thomas, eu não abandono a diplomacia do Médio Oriente, mas não serei condescendente consigo como o são os seus apoiantes. Se você quer a paz e a democracia, apoiá-lo-ei. Se quer formalizar o apartheid, não o apoiarei. Se quer apoiar a discriminação racial e a limpeza étnica, conte com a nossa oposição. Quando tiver decidido, dê-me um telefonema.



Nelson Mandela



Fonte: http://www.europalestine.com/spip.php?article2982

http://palestinavence.blogs.sapo.pt/11061.html




 Mandela's First Memo to Thomas Friedman

 by Arjan El Fassed

Memo to: Thomas L. Friedman (columnist New York Times)
From: Nelson Mandela (former President South Africa)

Dear Thomas,

I know that you and I long for peace in the Middle East, but before you continue to talk about necessary conditions from an Israeli perspective, you need to know what's on my mind. Where to begin? How about 1964. Let me quote my own words during my trial. They are true today as they were then:

"I have fought against white domination and I have fought against black domination. I have cherished the ideal of a democratic and free society in which all persons live together in harmony and with equal opportunities. It is an ideal which I hope to live for and to achieve. But if needs be, it is an ideal for which I am prepared to die."

Today the world, black and white, recognize that apartheid has no future. In South Africa it has been ended by our own decisive mass action in order to build peace and security. That mass campaign of defiance and other actions could only culminate in the establishment of democracy.

Perhaps it is strange for you to observe the situation in Palestine or more specifically, the structure of political and cultural relationships between Palestinians and Israelis, as an apartheid system. This is because you incorrectly think that the problem of Palestine began in 1967. This was demonstrated in your recent column "Bush's First Memo" in the New York Times on March 27, 2001.

You seem to be surprised to hear that there are still problems of 1948 to be solved, the most important component of which is the right to return of Palestinian refugees.

The Palestinian-Israeli conflict is not just an issue of military occupation and Israel is not a country that was established "normally" and happened to occupy another country in 1967. Palestinians are not struggling for a "state" but for freedom, liberation and equality, just like we were struggling for freedom in South Africa.

In the last few years, and especially during the reign of the Labor Party, Israel showed that it was not even willing to return what it occupied in 1967; that settlements remain, Jerusalem would be under exclusive Israeli sovereignty, and Palestinians would not have an independent state, but would be under Israeli economic domination with Israeli control of borders, land, air, water and sea.

Israel was not thinking of a "state" but of "separation". The value of separation is measured in terms of the ability of Israel to keep the Jewish state Jewish, and not to have a Palestinian minority that could have the opportunity to become a majority at some time in the future. If this takes place, it would force Israel to either become a secular democratic or bi-national state, or to turn into a state of apartheid not only de facto, but also de jure.

Thomas, if you follow the polls in Israel for the last 30 or 40 years, you clearly find a vulgar racism that includes a third of the population who openly declare themselves to be racist. This racism is of the nature of "I hate Arabs" and "I wish Arabs would be dead". If you also follow the judicial system in Israel you will see there is discrimination against Palestinians, and if you further consider the 1967 occupied territories you will find there are already two judicial systems in operation that represent two different approaches to human life: one for Palestinian life and the other for Jewish life. Additionally there are two different approaches to property and to land. Palestinian property is not recognized as private property because it can be confiscated.

As to the Israeli occupation of the West Bank and Gaza, there is an additional factor. The so-called "Palestinian autonomous areas" are bantustans. These are restricted entities within the power structure of the Israeli apartheid system.

The Palestinian state cannot be the by-product of the Jewish state, just in order to keep the Jewish purity of Israel. Israel's racial discrimination is daily life of most Palestinians. Since Israel is a Jewish state, Israeli Jews are able to accrue special rights which non-Jews cannot do. Palestinian Arabs have no place in a "Jewish" state.

Apartheid is a crime against humanity. Israel has deprived millions of Palestinians of their liberty and property. It has perpetuated a system of gross racial discrimination and inequality. It has systematically incarcerated and tortured thousands of Palestinians, contrary to the rules of international law. It has, in particular, waged a war against a civilian population, in particular children.

The responses made by South Africa to human rights abuses emanating from the removal policies and apartheid policies respectively, shed light on what Israeli society must necessarily go through before one can speak of a just and lasting peace in the Middle East and an end to its apartheid policies.

Thomas, I'm not abandoning Mideast diplomacy. But I'm not going to indulge you the way your supporters do. If you want peace and democracy, I will support you. If you want formal apartheid, we will not support you. If you want to support racial discrimination and ethnic cleansing, we will oppose you. When you figure out what you're about, give me a call.

The author is a Dutch-Palestinian political scientist, human rights activist and is affiliated to the the Palestine Right to Return Coalition (Al-Awda) and ElectronicIntifada.net

Source:

by courtesy & © 2001 Arjan El Fassed



domingo, 1 de dezembro de 2013

Syria Battle Damascus

بالأسماء.. القتلى السعوديين في سوريا





المقاتلون السعوديون في سورية بالآلاف وأكثر من ثلاثمئة منهم معتقل لدى المخابرات السورية


منذ بداية الحرب على سورية، لم يقتصر الدور السعودي على تجنيد وسائل اعلامها في هذه الحرب، بل تعدى ذلك إلى خضوع السعودية لمنهجية اعتمدها الغرب في إدارة الحرب على سورية، تقوم على تكريس الرهان الأميركي على اسقاط الدولة السورية، من خلال الدعم اللوجستي والتدريب والتسليح، وتجنيد المقاتلين من المتطرفين، وإفراغ السجون، والزج بهم لمحاربة الدولة السورية.

التدخل السعودي بدأ من خلال جماعات مرتبطة بـ"القاعدة" على صلة وثيقة ببندر بن سلطان أعيد توظيفها من أجل تنفيذ عمليات تفجير واغتيال داخل سورية، تلك الجماعات تضافرت مع تحركات لجماعات أخرى من لبنان والمجموعات التي كانت ناشطة في العراق وانتقلت معظم خلاياها الفاعلة إلى الأردن، لتشكل قوة رئيسية في الحرب على سورية أطلق عليها "جبهة النصرة".

البيانات الموثوقة والتي تتحدث عن عدد المقاتلين السعوديين في سوريا، تحدثت عنها ثلاث وثلاثين رواية إخبارية إنجليزية وعربية وفرنسية، كما أوردت تلك البيانات تسريبات عن منسقين أجانب في سورية، مؤكدة تجاوز عدد المقاتلين السعودين تحت لواء "جبهة النصرة" ومن ثم ما يسمى بـ"داعش" وبعض الكتائب والمجموعات ككتيبة عبد الله عزام، الآلاف، حيث استطاع الجيش السوري اعتقال ما يزيد عن 300، بالإضافة إلى مقتل عدد كبير منهم، كان ابرزهم نجل أحد مسؤولي الحرس الملكي السعودي القيادي في "داعش" مطلق المطلق الذي قتل في ريف حلب الشمالي قبل ايام.



نجل أحد مسؤولي الحرس الملكي السعودي القيادي في "داعش" مطلق المطلق

ومع استلام بندر بن سلطان للملف السوري، وإبعاد المخابرات القطرية عن التعامل معه من قبل الأمريكي، بدأت مرحلة جديدة من الحرب على سوريا، تمثلت بزيادة الدعم اللوجستي بعد التعاون الوثيق بين المخابرات الاردنية وبندر بن سلطان، وفتح الحدود لمقاتلين تدربوا داخل الاراضي الاردنية والزج بهم إلى الداخل السوري، فيما شهدت معارك الغوطة الشرقية الأخيرة، محاولات عديدة لايصال السلاح والمقاتلين عبر منافذ حدودية اردنية، نحو الغوطة الشرقية التي فرض عليها الجيش السوري حصاراً خانقاً، ما أدى إلى تقليص مساحة حركتهم، بالذات ما يسمى "جيش الاسلام" المدعوم سعودياً.

المعلومات التي تقاطعت من خلال عدة مصادر، أكدت أن المخابرات الاردنية بأوامر من بندر حاولت فتح ثغرات في الطوق الأمني لادخال حوالي اربعة آلاف مسلح واكثرهم من السعودية هذا بالاضافة الى عشرات المئات المتواجدين بالأصل داخل الاراضي السورية والذين دخلوا مع بداية الحرب على سورية من عدة حدود لبنان وتركيا والاردن، ويتوزعون في عدد من المحافظات السورية.

المقاربة الدقيقة للوضع في سورية في هذه الايام، تشير إلى أن عدد المقاتلين السعوديين ازداد  بنسبة من 10 إلى 15 في المائة من عدد المقاتلين الناشطين في سورية منذ بداية الحرب، وعليه فإن التقدير الحالي لعدد المقاتلين السعوديين يصل إلى حدود عظمى، فيما ثمة تحديد متاح لمعالم الصورة الكاملة بشأن انتماءات هؤلاء المقاتلين، حيث أوردت التقارير أن الكثيرين منهم له علاقات مع "القاعدة" بشكل اساسي - بينما يؤسس الآخرون كتائبهم وميليشياتهم المستقلة مثل ما يسمى بكتائب "عبد الله عزام".
نعرض هنا لكم ما استطعنا احصاؤه من أسماء السعوديين الذين يشاركون او الذين قتلوا في بسوريا، يضاف إليهم عدد من القتلى الذين تم إحراق جثثهم من قبل المسلحين لإخفاء هوياتهم، بالاضافة إلى الذين تم دفنهم من قبل المسلحين، ومجهولي المصير:

- عبدالرحمن الكثيري الذي توجه إلى سوريا بتاريخ ٢٦ كانون الثاني الماضي.
- عبدالله الخالدي والده خالد اسماعيل الشمردل وقد توجه الى سوريا بتاريخ ٦ كانون الثاني.
- عبدالله بن قاعد العتيبي وبدر بن عجاب المقاطي وقد وصلا سوريا في ١٧ شباط.
- عبدالله الشمري الذي غادر السعودية متوجها الى سوريا، في ١٤ تشرين الثاني.


أحد الضباط السعوديين من بين قتلى المجموعات المسلحة في سوريا

وهناك أسماء أخرى بدون تاريخ خروجها مثل: عبدالله السديري، خلف العتيبي، عبدالرحمن الهبدان، أحمد الحركان، ابراهيم الغيث، عادل الحربي، ماجد سحل الرويلي، حمود بن قرملة، فالح الصهيبي وهو آخر من نعلم بنفيره ودخوله الأراضي السورية وذلك في تاريخ ١٢ آذار الحالي.

كما انه يوجد أسماء مشهورة جداً، كانت معتقلة في سجون النظام السعودي، وكانت ممنوعة من السفر ومع ذلك خرجت من مطار الرياض دون أن تعترضها سلطات وزارة الداخلية.

ومن هذه الأسماء: عقاب ممدوح المرزوقي، وعبد الحكيم الموحد، وتركي الأشعري، والشيخ البارز والذي له صولة وجولة في إعداد الدورات الرعوية لنشر المذهب الوهابي في الأرياف السورية وهو الشيخ عثمان آل نازح والذي كان معتقلاً ايضاً وجاء إلى سورية فور إطلاق سراحه من قبل السلطات السعودية، وكذلك الداعية الشيخ خالد الماص الذي دخل إلى ريف اللاذقية عبر تركيا في أوائل آذار الماضي.

اما اسماء القتلى من السعوديين الذين قتلوا في عدد من المحافظات السورية والتي استطعنا احصائها:

عيد مناور الشمري ( ابو عزام  – من حائل – السعودية – قتل في ريف دمشق – دير عطية بتاريخ 27 11

 هاني عواد الشمري ( ابو البراء  – من حائل – السعودية – قتل في ريف دمشق -دير عطية بتاريخ 27 11

 عادل نايف الشمري ( أبو أسامة  – من حائل – السعودية – قتل في ريف دمشق – دير عطية بتاريخ 20 11

ماجد بن علي السمحل العنزي, 12 فبراير.

 صفوان محمد سليمان الرشيدي, 28 ديسمبر.

 فضة سعدة الماجدي الملقبة ب¯"أم الفقراء" قتلت في دمشق في 28 ديسمبر.

 زيد عبدالله الوافي الحماد 23 ديسمبر.

 يزيد بن غمام المطيري 23 ديسمبر.

 عبدالله الحسين 4 ديسمبر.

 عبدالعزيز الجغيمان 27 نوفمبر.

 ابراهيم غازي البخيتان 25 يوليو.

 أحمد المشعلي 17 مايو .

 حسان الشمري, 19 سبتمبر.

 خالد الزهراني, 19 سبتمبر.

عبدالعزيز سليمان (41 عاماً) في 24 سبتمبر.

فياض عبد العزيز عبد الله 27 سبتمبر.

 شاب من آل الحارثي 4 أكتوبر.

 عبدالكريم الزيد 4 أكتوبر.

 عبدالعزيز حامد العنزي 8 أكتوبر.

 خلف الصوان بن سيف الدين 9 أكتوبر .

 عبدالله الرثيان (41 عاماً) 10 أكتوبر .

 صفوان عبدالله برهومي 11 اكتوبر .

 عبد العزيز النايف (29 سنة), 12 أكتوبر .

خليل عبدالعزيز (32 عاماً) يلقب أبو جواد 13 أكتوبر .

 صطوف الساعي (38 عاماً) يلقب ب¯"أبو عائشة" 14 أكتوبر .

 ناصر عبدالعزيز الفريم 16 أكتوبر .

 حمود العليان (41 عاماً) يلقب ب¯"أبو سلمى" 18 أكتوبر .

عبدالواحد النجفي (45 عاماً) يلقب ب¯"شيخ الثوار" 18 أكتوبر .

 عيسى الفياض (38 عاماً) يلقب ب¯"أبو العبد" 18 أكتوبر .

 عبدالعزيز المتعب (40 عاماً) بلقب ب¯"أبو حمزة" 23 أكتوبر .

 طلال المحجم (43 عاماً) يلقب ب¯"القائد", 26 أكتوبر .

محمد سالم (38 عاماً) يلقب ب¯"أبو العمر" 2 نوفمبر .

أيوب عبدالعزيز المعطي (38 عاماً) 3 نوفمبر .

 عبدالرزاق قاسم الخالد (37 عاماً) 7 نوفمبر .

فايز مناور الرمالي (ينتمي الى القاعدة) 10 نوفمبر .

سليمان أبو طلال 12 نوفمبر .

يوسف محمد علي السليمي, 9 نوفمبر .

عمر جدوع عبيد, 14 نوفمبر .

 محمد خالد الدوسري, 16 نوفمبر .

 عبدالقادر الجسري, 16 نوفمبر .

 محمد عوض الخالدي, 16 نوفمبر .

وردان الحايلي, 16 نوفمبر .

خليف أحمد الخالدي, 16 نوفمبر .

محمد خالد الرولي, 17 نوفمبر .

 عبدالباري عجمان, 17 نوفمبر .

 خالد عفش البكار, 17 نوفمبر .

 حمد يوسف العبود, 17 نوفمبر .

صهيب الجارح, 17 نوفمبر .

 مالك نقاش, 17 نوفمبر .

> ظافر العجيمي, 13 سبتمبر .

 حميد العنزي, 11 أكتوبر .

 محمد سالم الحربي, 11 أكتوبر .

 عبدالله الدوسري, 11 أكتوبر .

خالد حمد الناصر, 11 أكتوبر .

عامر دخيل الجهن, 11 أكتوبر .

 عبدالجبار جراح, 11 أكتوبر .

 فهد الزبياني, 16 نوفمبر .

الشيخ أبو معاذ, 11 أكتوبر .

 حسان الشمري استهداف وكر لجبهة النصرة والجهاد في حي الكلاسة بحلب 19/9

خالد الزهراني استهداف وكر لجبهة النصرة والجهاد في حي الكلاسة بحلب 19/9

 عبد العزيز سليمان /41 سنة/ استهداف مجموعة إرهابية في قرية كفرناها بحلب 24/9

 فياض عبد العزيز عبد الله اشتباكات مع قوات الجيش في خان العسل بحلب 27/9

 ملقب الحارثي استهداف وكر للمسلحين بحلب 4/10

 عبد الكريم الزيد استهداف تجمع للمسلحين في ريف حلب الغربي 4/10

 عبد العزيز حامد العنزي استهداف تجمع للمسلحين بالأتارب بحلب 8/10

 خلف الصوان ابن سيف الدين استهداف تجمع للمسلحين في ريف سمعان الغربي 9/10

 عبد الله الرثيان /41 سنة/ استهداف تجمع للمسلحين في ريف سمعان الغربي 10/10

 صفوان عبد الله برهومي استهداف تجمع للمسلحين في ريف سمعان الغربي 11/10

 عبد العزيز النايف /29 سنة/ استهداف تجمع للمسلحين في ريف سمعان الغربي 12/10

خليل عبد العزيز عمره 32 سنة يلقب أبو جواد استهداف تجمع للمسلحين في ريف سمعان الغربي 13/10

 صطوف الساعي 38 سنة يلقب أبو عائشة استهداف تجمع للمسلحين في ريف سمعان الغربي 14/10

 ناصر عبد العزيز الفريم استهداف تجمع للمسلحين في ريف سمعان الغربي والأتارب 16/10

 حمود العليان عمره 41 سنة يلقب أبو سلمى استهداف تجمع للمسلحين في ريف سمعان الغربي والأتارب 18/10

 عبد الواحد النجفي عمره 45 سنة يلقب شيخ الثوار استهداف تجمع للمسلحين في ريف سمعان الغربي والأتارب 18/10

 عيسى الفياض أبو العبد عمره 38 سنة استهداف تجمع للمسلحين في ريف سمعان الغربي والأتارب 18/10

عبد العزيز المتعب عمره 40 سنة يلقب أبو حمزة استهداف تجمع للمسلحين في ريف سمعان الغربي والأتارب 23/10

 طلال المحجم عمره 43 سنة يلقب القائد قتل أثناء خرق هدنة عيد الأضحى 26/10

 محمد سالم عمره 38 سنة يلقب أبو العمر قتل في ريف حلب الغربي 2/11

 أيوب عبد العزيز المعطي عمره 38 سنة قتل في ريف حلب الغربي 3/11

 عبد الرزاق قاسم الخالد /37 سنة/ قاعدة قتل مع عدد من المسلحين في خان العسل بحلب 7/11

فايز مناور الرمالي (قاعدة) قتل مع عدد من المسلحين في حلب 10/11

 سليمان أبو طلال قتل مع عدد من المسلحين في ريف حلب 12/11

يوسف محمد علي السليمي قتل مع سبعة مسلحين عرب في كفر لاها بينهم ال(أبو علي الخوزامي) 9/11

عمر جدوع عبيد قتل مع مسلحين في باب هود بحمص 14/11

محمد خالد الدوسري قتل مع مسلحين في حي الخالدية بحمص 16/11

عبد القادر الجسري قتل مع مسلحين في حي الخالدية بحمص 16/11

محمد عوض الخالدي قتل مع مسلحين في حي الخالدية بحمص 16/11

وردان الحايلي قتل مع مسلحين في حي الخالدية بحمص 16/11

خليف أحمد الخالدي قتل مع مسلحين في حي الخالدية بحمص 16/11

محمد خالد الرولي قتل مع مسلحين في حي الورشة بحمص 17/11

عبد الباري عجمان قتل مع مسلحين في حي الورشة بحمص 17/11

خالد عفش البكار قتل مع مسلحين في حي الورشة بحمص 17/11

حمد يوسف العبود قتل مع مسلحين في حي الورشة بحمص 17/11

صهيب الجارح قتل مع مسلحين في حي الورشة بحمص 17/11

 مالك نقاش قتل مع مسلحين في حي الورشة بحمص 17/11

 ظافر العجيمي قتل مع مسلحين بدير الزور 13/9

إبراهيم بخيتان عرعر قتل مع مسلحين ببصرى الشام 25/7

 حميد العنزي أثناء هجومه على معمل الزيت بسراقب 11/10

محمد سالم الحربي أثناء هجومه على معمل الزيت بسراقب 11/10

 عبد الله الدوسري أثناء هجومه على معمل الزيت بسراقب 11/10

خالد حمد الناصر أثناء هجومه على معمل الزيت بسراقب 11/10

 عامر دخيل الجهن أثناء هجومه على معمل الزيت بسراقب 11/10

 عبد الجبار جراح أثناء هجومه على معمل الزيت بسراقب 11/10

 فهد الزبياني أثناء اشتباك في محمبل بإدلب 16/11

 الشيخ أبو معاذ قتل مع مسلحين بمدرسة سلوك في تل أبيض 11/10

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

"Talmúdia"



Francisco Almeida ·  UNIVALI - Universidade do Vale do Itajaí

A "nossa" mídia maliciosa a todo tempo distorce as declarações do Irã , cujas palavras detonam APENAS o regime sionista , mas não o Estado de Israel, e muito menos o povo judeu (gente boa, os admiro).

A imprensa prostituta e hipócrita insiste em pintar os dois (Israel e seu regime sionista) como sendo uma só coisa, MAS NÃO SÃO. Insiste em denominar Israel de "Estado Judeu" (palavras de Bibi) , mas hoje Israel é um Estado Sionista cheio de judeus - mais autêntico seria denominá-lo de "Talmúdia" (vide explicação abaixo).

Irã deseja ver o "ilegítimo" regime se auto-esfacelar pela falta de legitimidade dentre os próprios Judeus, cansados deste apartheid supremacista.

EXPLICAÇÃO:

1) - Sionismo e Judaísmo são irreconciliáveis, porque , se por um lado o Judaísmo em essência é uma Religião de princípios e valores morais e espirituais - e não um conceito étnico - por outro lado, o Sionismo é um PROJETO POLÌTICO (de apartheid, supremacia, conquista), que confronta o Judaísmo visceralmente.

2) - Não pode haver Judaísmo sem D'us , seria falsificação ! Assim, só são genuinamente Judeus os ortodoxos, que pregam a fidelidade ao Livro Sagrado TORAH, que determina que o Estado de Israel só poderia ser fundado mediante o líder unificador Messias.

3) - Judaísmo autêntico NÃO prega apartheid, nem conquista, nem supremacia; estes desvios são obra do TALMUD, epécie de "jurisprudência rabínica" desprovida de origem divina, e que posteriormente MODIFICOU muitos dos preceitos milenares do Judaísmo original, abrindo espaço para o surgimento desta "seita" dissidente denominada de Sionismo.

4) - A premissa de legitimidade ÉTNICA para possuir o direito de reocupar a Terra de Abraão, não tem sustentação nos fatos , porque 95% do Judeus do presente NÃO sãao descendentes de Abraão. Eles descendem do um antigo império (Khazária, século VIII) russo-turco que se converteu inteiramente ao Judaísmo. (Nota: localizado entre Rússia e Turquia, ali onde hoje está o país denominado de Geórgia). Assim, se fosse para "voltar à Terra de Origem" , que voltassem para a Geórgia.

5) - Ironicamente, como eles etnicamente são Khazares, então eles NÃO são descendentes de Abraão, então NÃO são semitas ! Por fim, como os palestinos SÃO SIM descendentes de Abraão, então eles é que alí são os semitas, e não os judeus. No caso específico e restrito, então, ser "anti-semita" NÃO significar ser anti-judeu, mas ser anti-palestino!

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Syria Battle Damascus


In recent weeks, the Syrian Army-Hezbollah has made fresh advances in its fight against foreign-backed terrorist's AL-QAEDA.

According to reports, the Western powers and their regional allies -- especially Qatar, Saudi Arabia, and Turkey -- are supporting the terrorist's AL-QAEDA operating inside the country.

Genoino , hospedado com luxo e requinte

Genoino sofre de problemas cardíacos


                        DIREITOS HUMANOS

"Para o presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Wadih Damous, a prisão de Genoino tem "ilegalidade" e "arbitrariedade" porque seu estado de saúde requer atenção. "A sua prisão [de Genoino] em regime fechado por si só configura uma ilegalidade e uma arbitrariedade. Seus advogados já chamaram a atenção para esses dois fatos mas, infelizmente, o pedido não foi apreciado na mesma rapidez que prisão foi decretada".

"É sempre bom lembrar que a prisão de condenados judiciais deve ser feita com respeito à dignidade da pessoa humana e não servir de objeto de espetacularização midiática e nem para linchamentos morais descabidos", completou.


Genoino sofre de problemas cardíacos e passou por uma cirurgia há cerca de três meses. Em sua primeira noite na Papuda ele chegou a ser atendido por um médico particular devido a uma crise de pressão alta. "

Pois  é   caros  Patricios  e  Irmãos  da  Causa  Operaria  e  da  defesa  dos  interesses  de  nóssa  Patria ,  viram   DIREITOS  HUMANOS  para  aqueles  que  roubaram  o  povo  ,  cela  individual  para  os  INIMIGOS DO  POVO  com  cama  ,  cobertor  ,  4  refeições  chuveiro  individual  ,  éééééééé   .,  medico  particular  ,    hospedados  com  luxo  e  requinte  e  ainda  reclamam ,  sim  acostumados  aos  prazeres  burgueses  proporcionados  pelo  poder ,  certamente  exigem  o  Hotel  Copacabana Palace ,  afinal  dizem  que  tem  um  historico  revolucionário  ,  sim  até  ministro  do  Supremo ,  fez  constar  isto  no  processo  do  Genuino ,  se  dizem  vitimas .


Vagabundo  safados  inimigos  da  classe  operária  e  inimigos  do  povo  exigem ,  exigem  ,  e  exigem  ainda.

Aqui  em  São  Paulo  na  PF-Carceragem  o  Genuino  chegou  escalando  a  malandragem ,  com  o  Know-How  da  estadia  do  Maluf , acharam  que  seria  suficiente  para  o  meliante ,  mas  Maluf  muito  mais  esperto ,  ficou  junto  com  mafiosos  libanêses  e  outros  e  abriu  a  carteira ,  iguarias  àrabes  a  vontade  aos  irmãos   e  teve  vida  de  luxo ,  já  o  feinho  ai  chegou  escalando ,  ai  foi  anunciado  que  ele  teve  "PROBLEMAS"  na  carceragem  e  foi  rapidamente  transferido  a  Brasilia .

Porque  não  noticiaram  a  verdade  ?  .

Ele  quer  uma  aposentadoria  por  invalidez ,  alega  ser  cardiopata ,  e  quantos  milhares  de  trabalhadores  brasileiros  tem  problemas  cardiacos  piores  que  o  dele   e  são  taxados  de  vagabundos  pelos  peritos  do  INSS  e  mandados  a  trabalhar e  morrem  por  isto  ? ,    posso  contar  casos  e  casos   aqui  viu.

E  voce    Lula  ?  que  papelão ,  quer  dizer  que  "TAMUS JUNTO  COMPANHEIRO " ,  se  propoêm  a  puxar  a  cana  junto  porque  ? , 


TEM que  ser  todo  mundo  preso  em  regime  fechado,  o  interessante  é  que  todo  mundo  se  cala  e  estes  meliantes  fazem  o  que  bem  entendem  ,


SAFADOS.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

zionist soldiers detaining a Palestinian children in the occupied West Bank

zionist  soldiers detaining a Palestinian children in the occupied West Bank  


Four Palestinian children, aged five to nine, have been handcuffed and detained by zionist  forces for more than an hour.


The zionist  soldiers arrested the children on Friday during a protest rally in Kafr Qaddum, a village in the north of the occupied West Bank, AFP reported.

"Four children who were present in the area had stun grenades thrown at them by zionist  soldiers, which frightened them," said Palestinian activist Murad Ashtiye from the village's Popular Struggle Coordination Committee.

"Then the soldiers arrested them and tied their hands behind their backs using plastic strips," he added.

The activist identified the children as Tariq Hikmet, 9, Hossam Khaldun, 7, Malak Hikmet, 6, and Ahmad Abdessalam, 5.

An zionist  military spokeswoman said that the Israeli troops arrested some minors in the village without commenting on their age or being handcuffed.

"When the  zionist  soldiers realized that these were youngsters who were under age, they just asked them a few questions and let them go," she said.

The protest in the village had been held against illegal construction of settlements by the zionist  regime.

The presence and continued expansion of zionist  settlements in occupied Palestine has created a major obstacle for the efforts to establish peace in the Middle East.

More than half a million zionist  live in over 120 illegal settlements built since zionist  occupation of the Palestinian territories of the West Bank and East al-Quds in 1967.

The UN and most countries regard the zionist  settlements as illegal because the territories were captured by zionist  in a war in 1967 and are hence subject to the Geneva Conventions, which forbids construction on occupied lands.


quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Syria Battle Damascus



Syria Battle Damascus

Syrian army forces have regained full control of a strategic town south of the capital Damascus following heavy clashes with foreign-backed militants.


The state television said on Wednesday that following days of clashes with foreign-backed militants "The army has taken town of Hujeira."

"The town is totally under the control of the army after three days of fighting. This has tightened the noose on armed terrorist groups," said a senior security official, adding, "It gives a new dimension to securing the southern entrance of Damascus and cutting supply lines to the terrorist groups present south of Damascus."

On Tuesday, in the flashpoint city of Homs, Syrian troops seized several vehicles equipped with heavy machinegun and killed their drivers.

Also on Monday, the Syrian troops carried out a military operation against Takfiri militants in the key neighborhood of Barzeh, located north of Damascus, inflicting heavy losses on them.

On Sunday, Syrian soldiers regained full control of a strategic base, dubbed Base 80, near Aleppo International Airport.

Syria has been gripped by deadly unrest since 2011.

The Western powers and their regional allies -- especially Qatar, Saudi Arabia, and Turkey -- are reportedly supporting the militants operating inside Syria.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Edward J. Snowden , NSA, revelações .






Quando Ban Ki-moon, o secretário-geral da ONU, visitou a Casa Branca em abril para discutir as armas químicas da Síria, as negociações de paz entre Israel e Palestina e a mudança climática, ele teve um encontro cordial e rotineiro com o presidente Barack Obama.

Entretanto, a Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) começou a trabalhar antecipadamente e interceptou os pontos que Ban discutiria na reunião, feito que a agência mais tarde relatou como um "destaque operacional" em um boletim interno semanal cheio de bravatas.

É difícil imaginar que vantagem isso poderia ter dado a Obama em uma conversa amigável. Mas foi uma ação emblemática de uma agência que, durante décadas, operou sob o princípio de que qualquer bisbilhotagem que possa ser praticada contra um alvo estrangeiro de qualquer interesse concebível deve ser feita.

De milhares de documentos secretos, a NSA emerge como um animal eletrônico onívoro de capacidades inacreditáveis, espionando e se intrometendo mundo afora para saquear os segredos de governos e outros alvos. Ela espiona rotineiramente amigos e inimigos. A missão oficial do órgão inclui usar seus poderes de vigilância para obter "vantagem diplomática" sobre aliados como França e Alemanha e "vantagem econômica" sobre Japão e Brasil, entre outros países.

Com as revelações sobre a NSA, houve um desfile de protestos na União Europeia, no Brasil, no México, na França, na Alemanha e na Espanha. James R. Clapper Jr., diretor da inteligência nacional, refutou repetidamente essas objeções como hipocrisia e insolência de países que também praticam espionagem. Mas, em uma entrevista recente, ele reconheceu que a escala da intromissão da NSA, com seus 35 mil funcionários e verbas anuais de US$ 10,8 bilhões, a diferenciam. "Não há dúvida de que, de um ponto de vista de capacidade, nós provavelmente somos muito maiores que qualquer um no planeta, talvez com exceção de Rússia e China", disse ele.

Desde que Edward J. Snowden começou a divulgar os documentos da agência em junho, a enxurrada contínua de revelações abriu o debate sobre a missão da agência desde sua criação, em 1952. A Casa Branca ordenou uma revisão de sua coleta de informações domésticas e estrangeiras.

Uma revisão dos documentos secretos do órgão obtidos por Snowden e compartilhados com o "New York Times" pelo jornal britânico "Guardian", oferece uma rica amostra das operações globais da agência e sua cultura.

Nascida na época em que um telefonema de longa distância ainda era um pouco exótico, a NSA viu o número de seus alvos potenciais explodir com o advento dos computadores pessoais, da internet e dos telefones celulares. Hoje a NSA extrai o conteúdo de cabos de fibra óptica, instala-se em centros telefônicos e hubs de internet, invade digitalmente notebooks e planta bugs em smartphones do mundo inteiro.

A base de dados Dishfire da agência -nada acontece sem um codinome na NSA- armazena há anos mensagens de texto do mundo todo, por via das dúvidas. Sua coleção Tracfin acumula gigabytes de compras com cartão de crédito. O rapaz que finge enviar uma mensagem de texto em um cibercafé na Jordânia pode estar usando uma técnica da NSA chamada Polarbreeze (Brisa Polar) para xeretar os computadores próximos. O empresário russo com grande atividade social na internet pode se tornar alimento para o Snacks (Serviços de Conhecimento em Colaboração de Análise de Rede Social, em inglês) da agência louca por siglas, que descobre as hierarquias pessoais e de organizações a partir de textos.

A estação da agência de espionagem no Texas interceptou 478 e-mails enquanto ajudava a frustrar um complô jihadista para matar um artista sueco que havia desenhado imagens do profeta Maomé. Analistas da NSA entregaram para as autoridades do Aeroporto Internacional Kennedy nomes e números de voo de membros de um bando chinês de tráfico humano.
Na operação chamada Orlandocard, técnicos da NSA instalaram um computador chamado "pote de mel" na web, que atraiu visitas de 77.413 computadores estrangeiros e plantou programas de espionagem em mais de mil que a agência considerou de futuro interesse potencial.


 



MISSÃO GRANDIOSA

"Nossa missão", diz o atual plano de cinco anos da agência, que só poderá ser desclassificado como secreto após 2032, "é responder a perguntas sobre atividades ameaçadoras que outros pretendem manter ocultas".

As aspirações são grandiosas: "dominar totalmente" a inteligência estrangeira transmitida em redes de comunicações.

A linguagem é corporativa: "Nossos processos empresariais devem promover a tomada de decisões com base em dados". Mas o tom também é surpreendentemente moralista para um órgão governamental.

Talvez para desmentir qualquer ideia de que bisbilhotar é um empreendimento obscuro, a inteligência de sinais, ou Sigint, o termo artístico para interceptações eletrônicas, é apresentada como a mais nobre das vocações. "Os profissionais da Sigint devem ter moral elevado, mesmo quando terroristas ou ditadores tentam explorar nossas liberdades", afirma o plano. "Alguns de nossos adversários dirão ou farão qualquer coisa para promover sua causa; nós não."

Os documentos da NSA obtidos por Snowden e compartilhados com o "Times", que são milhares e na maioria datados de 2007 a 2012, fazem parte de uma coletânea de cerca de 50 mil itens dedicados principalmente a sua contrapartida britânica, o Quartel-General de Comunicações do Governo, ou GCHQ na sigla em inglês.

Embora não sejam abrangentes, os documentos dão uma noção do alcance e das capacidades da agência: que vão de navios da marinha que captam transmissões de rádio ao navegar ao largo da China, a antenas de satélite em Fort Meade, Maryland, que ingerem as transações bancárias mundiais, até os telhados de 80 embaixadas e consulados americanos ao redor do mundo, dos quais o Serviço de Coleta Especial da agência aponta suas antenas.

Mas os documentos divulgados por Snowden às vezes também parecem salientar os limites do que se pode realizar, mesmo com a mais intensa captação de inteligência.

A poderosa espionagem da NSA no Afeganistão, descrita nos documentos como abrangendo igualmente órgãos do governo e esconderijos de militantes taleban de segunda ordem, deixou de produzir uma vitória clara contra um inimigo de baixa tecnologia. A agência registrou que a Síria acumulava seu arsenal de armas químicas, mas esse conhecimento não serviu para evitar a terrível chacina perto de Damasco em agosto.

Os documentos tendem a celebrar os sucessos autodescritos do órgão, mas não omitem totalmente os erros e fracassos da agência: enxurradas de informações obtidas a um custo enorme que ficam sem análise, interceptações que não podem ser lidas por falta de capacidades linguísticas e computadores que -até na NSA- enlouquecem de todas as maneiras habituais.

 



MAPEANDO RASTROS

Em maio de 2009, analistas da agência souberam que o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, faria uma rara viagem à província do Curdistão, uma região montanhosa no noroeste do país. A agência imediatamente organizou uma missão de espionagem de alta tecnologia, parte de um projeto em andamento concentrado no aiatolá Khamenei chamado de Operação Dreadnought (navio de batalha).

Trabalhando intimamente com a Agência Nacional de Inteligência Geoespacial, que lida com fotografias de satélites, assim como com o GCHQ britânico, a equipe da NSA estudou, a partir de satélites, o círculo do líder iraniano, seus veículos e seus armamentos e interceptou mensagens de tráfego aéreo quando aviões e helicópteros decolavam e pousavam.

Ela o escutou quando ele se dirigiu a uma multidão em um campo de futebol, estudou as estações de radar da defesa aérea iraniana e registrou a rica pista de comunicações de viajantes, incluindo coordenadas de satélites iranianos obtidas por um programa da NSA chamado Ghosthunter (caçador de fantasmas). A ideia não era tanto captar as palavras do líder iraniano, mas reunir dados para a espionagem geral do Irã no caso de uma crise.

Essas coleta de "impressões digitais de comunicações" é a chave do que a NSA faz. Ela permite que computadores da agência rastreiem o fluxo de comunicações internacionais e destaquem mensagens ligadas ao "líder supremo" do Irã. Em uma crise, a capacidade de invadir as comunicações de alvos poderia ser vantajosa.

Esse enorme investimento em coleta de dados é conduzido pela pressão dos "clientes" da agência dentro do governo. Segundo relatos, a NSA fornece mais da metade das informações entregues à Casa Branca no briefing diário do presidente. Em toda crise internacional, políticos americanos recorrem à NSA para ter informações privilegiadas.

PRESSÃO PARA INFORMAR

Isso cria uma intensa pressão para que nada escape. Na onda de investimentos que se seguiu aos atentados de 11 de Setembro, o órgão se expandiu para muito além de sua sede em Maryland.

Construiu ou ampliou importantes instalações na Geórgia, no Texas, no Colorado, no Havaí, no Alasca, no Estado de Washington e em Utah. Seus oficiais também operam em grandes estações no exterior, na Inglaterra, na Austrália, na Coreia do Sul e no Japão, em bases militares no estrangeiro e em salas fechadas que abrigam o Serviço de Coleta Especial nas missões diplomáticas dos EUA.

Usando uma combinação de convencimento, sigilo e força legal, a agência transformou as empresas americanas de internet e telecomunicações em parceiras na captação de dados: instalou filtros em suas redes, apresentou ordens de tribunais, construiu "portas dos fundos" em seus softwares e adquiriu chaves para burlar suas criptografias.

Mesmo essa vasta rede dirigida por americanos é apenas parte da história. Durante décadas, a NSA compartilhou as funções de espionagem com o resto dos chamados Cinco Olhos, as agências Sigint no Reino Unido, no Canadá, na Austrália e na Nova Zelândia. Uma cooperação mais limitada ocorre com vários outros países, incluindo acordos formais chamados de Nove Olhos, 14 Olhos e Nacsi, uma aliança de agências dos 26 países da Otan.

 



A extensão do compartilhamento do Sigint pode ser surpreendente: "A NSA pode ter um relacionamento com o Vietnã", relatou um documento do GCHQ de 2009. Mas um recente documento de treinamento desse órgão sugere que nem tudo é compartilhado, mesmo entre os EUA e o Reino Unido. "Os relatórios sobre bem-estar econômico", diz ele, referindo-se a informações captadas para ajudar a economia britânica, "não podem ser compartilhados com parceiros estrangeiros."

A invasão de computadores tornou-se a área de crescimento da agência. Parte dos documentos descreve as façanhas das Operações de Acesso Personalizado, a divisão da NSA que invade computadores em todo o mundo para roubar seus dados e às vezes deixar software espião. A TAO é cada vez mais importante em parte porque permite que a agência evite a criptografia ao capturar mensagens enquanto são escritas ou lidas, quando não estão codificadas.

Mas Joel F. Brenner, ex-inspetor-geral da agência, diz que grande parte das críticas às operações da NSA é injusta e reflete ingenuidade sobre a verdadeira política de espionagem. "A agência está sendo intimidada por fazer bem demais o que deve fazer", disse ele.

sábado, 9 de novembro de 2013

The Abu al Fadl al Abbas Brigade having a laugh. like they are taunting the enemy, whilst enjoying a nice cup of tea.



Not long after a friend called from Damascus to tell him one of the holiest shrines in Shia Islam had been damaged by Syrian rebels, Baghdad student Ammar Sadiq was on the move.

Raging with a desire for vengeance, the 21-year-old set off for the border, a six-hour drive through Iraq's western deserts. He was one more jihadist on a road to war, a well-trodden path through lands that not long ago were used by jihadists coming the other way. When he got to Syria, however, he did not plan to join the Sunni insurgents now blazing through the north, but the equally vehement Shia groups defending the capital.

"It was like a thunderbolt hit me," said Sadiq. "My friend was telling me that wahhabis from Saudi and Afghanis were trying to destroy the [Shia] shrine of Sayyida Zeinab. I did not wait even to tell my parents. All I was thinking of is to go to Syria and protect the shrine, though I have not used a weapon in my life."

Sadiq was trying to join a group named Abu Fadl al-Abbas, which over the past 14 months has emerged as one of the most powerful in Syria.

Interviews with serving and former members of Abu Fadl al-Abbas suggest that upwards of 10,000 volunteers – all of them Shia Muslims, and many from outside Syria – have joined their ranks in the past year alone. The group's raison d'etre is to be custodian of Shia holy sites, especially Sayyida Zeinab, a golden-domed Damascus landmark, but its role has taken it to most corners of Syria's war. It is now a direct battlefield rival, both in numbers and power, for Jabhat al-Nusra, the jihadist group that takes a prominent role among opposition fighting groups.

Word of Abu Fadl al-Abbas has spread to Baghdad and elsewhere in the Shia diaspora. Many of its volunteers hail from Iraq's Shia heartland, where the group started some time last year with a fatwa delivered in Najaf by the renowned cleric Abu al-Qasim al-Ta'ai, who gave religious authority to the Shia going to fight in Syria.

The effect led to a surge of young Iraqis wanting to wage jihad and a groundswell of community support for a sectarian war in a neighbouring state, less than five years after similar bloodletting had ravaged Iraq.

Recruitment centres soon opened; militia leaders who had guided the rampage against the Sunni rebellion from 2004, first against the occupying American army, then against the ancient theocratic foe, were again mobilised. Cadres were called to arms, just as they were in 2006 when al-Qaida in Iraq succeeded – twice – in destroying another holy Shia mosque, the Imam al-Askari shrine in Samarra.

For Sadiq, however, joining Abu Fadl al-Abbas did not prove easy. First, Iraqi border guards advised him not to cross into Syria. They eventually let him pass after believing his story of trying to reach his family. He made it as far as Deir al-Zour, a city largely in control of rebels and the al-Qaida-aligned Jabhat al-Nusra, a group that no young Iraqi Shia wants to encounter without support.

Sadiq found the leaders in Damascus of Abu Fadl al-Abbas and soon learned that recruitment carried with it strict duties and obligations that he had not expected.

"The moment you join the brigade, you have to join the Syrian government army," he said. "You have to fight with President Bashar al-Assad before you fight for [the brigade]. The Syrian army will tell you that you have to know that you are protecting Syria, not only the shrine."

His quest wavering in the face of a very different role to the guard duty he had anticipated and relentless pressure from relatives back home, Sadiq gave up on his quest for jihad and returned to Baghdad.

Abu Fadl Al-Abbas has been more prominent in recent months than at any time since it started operating around in about March last year. Its increased role on the battlefields has come at the same time as Hezbollah has publicly stepped up its involvement, particularly in leading the attack on the border town of Qusair. Over the same period a weary Syrian army has had a boost in both morale and energy. A war that was starting to look unwinnable now looks to have an end point after all.

"There is no major fight anywhere, except the far north and east where Abu Fadl al-Abbas isn't deployed," said a Syrian businessman who has helped integrate Shias from outside Syria into the group. "Its influence is very important and growing."

The increased organisation of the group was evident in Baghdad, according to Sadiq. "The first step is to register with one of the Shia Islamic resistance offices, like Righteous League [Asaib al-Haq], Mukhtar Army or Iraqi Hezbullah."

Then comes a trip to a boot camp in Iran. "You have to enrol on a 45-day training course in Iran to be specialised in using a specific weapon like rocket launchers, Kalashnikov, sniper rifle or RPGs [rocket-propelled grenades]. After the course, you will be handed over to an Iranian middleman who will take you to Syria to join the brigade."

Murtadha Aqeel, 21, a college student from Baghdad, decided to join the jihadists in Syria at the end of 2011. He registered his name and was told that he had two choices, either to join the fighting near Sayyida Zeinab or in Darayya, south-east of Damascus, home to another Shia shrine, Sukayna, named after a daughter of Imam Hussain.

"If you go to Syria, you have one choice only, which is to die," Murthada said. "You stay for two or three months and come home for two months. Then you return."

Murthada trained with a Kalashnikov on the plains of southern Iraq; gruelling 12-hour days with a thousand other would-be jihadists. He said he was sent to Mashhad in Iran, then to Beirut, and on to Damascus by aeroplane.

"Once you get to the capital, there is a training centre near the shrine where all volunteers have to do a quick session of military training. Then they meet with Abu Ajeeb ([the commander of Abu Fadl al-Abbas] who asks all the volunteers to be careful and to go home safe," Murthada said.

"All of the volunteers come from abroad. We have everything to facilitate our fight. There are all kinds of weapons, no shortages at all. Three meals and hotels to host the fighters, mobiles and internet which are never cut."

In spite of the presence of the Sayyida Zeinab shrine, the battle to control the area, which is an essential approach to Damascus, has descended into a grinding but lethal stalemate.

"We face repeated attacks by the FSA [Free Syrian Army] all day, especially by mortars and artillery," Murthada said. "We were able to fortify the shrine ... but the mortars are giving us a hard time. The attacks get even more intense at night.

"Four of my colleagues were killed by snipers; one of them was Iraqi, another was Lebanese and the other two were Iranians. More than 35 others were wounded.

"There is no need for the Syrian army in Sayyida Zeinab. The brigade's fighters are protecting everything from the airport to the capital to Sweida [a Druze town near the Golan Heights], including residential areas, hospitals, government buildings, police stations, schools, mosques and hospitals."

Just over the barricades that now carve a jagged path through central Damascus and surround the gold-topped shrine, Syrian opposition fighters have been monitoring the prominence of the Shia group.

Almost all the rebel fighters, a mix of mainstream Syrians who want to replace Assad and jihadists whose battle has little to do with the country they are fighting in, rail against their enemy on the issue of Sayyida Zeinab, accusing the regime of using it as a pretext for inviting Shia fighters to join the conflict.

Abu Ahmed, an FSA commander operating near the Sayyida Zeinab shrine, said he and other Sunnis had no wish to damage it. Many in his ranks used to be local shopkeepers, whose livelihoods depended on the Shia tourist trade. He said the siege of the shrine began last July after a bomb killed four senior Syrian security figures in central Damascus. "The Shia went down to the streets with their arms and blocked all the roads and began to detain people," he said. "They killed a lot of our fighters. Then they began to gather around the shrine with members of Hezbollah, the [Iraqi] Mahdi Army and Syrian Shia.

"Since last July till today, we are fighting with them every day. We suggested a buffer zone around the shrine, but they refused. We are the biggest losers if the shrine is destroyed as we will lose our businesses," Abu Ahmed said.

A leader of Jabhat al-Nusra in Damascus, who called himself Abu Hafs, said: "These Shia fighters have been in Syria since the beginning of the revolution fighting with the regime. We know that Iran and Iraq are sending fighters to Syria – only now it has become public."

Jabhat al-Nusra, which includes large numbers of foreign fighters in its ranks, has made little effort to hide its hatred of the Shia branch of Islam and its willingness to attack shrines that are important to its followers.

Groups that fight under the banner of the Free Syria Army, however, are much less inclined to view the Shia as a theocratic foe, regarding them instead as a powerful backer of their main enemy, the regime.

"Now, they are in Qusair," said Abu Hafs. "They kill everyone they see on their way, even children. They slaughter them by knives. We are in a continuous fight with them in Damascus and Qusair.

"We worship God and they worship graves, but we also avoid attacking religious sites. A week ago, the Syrian army was hiding behind a church – we cancelled our attack in order not to destroy the church."

Abu Hafs's claim to be a protector of shrines is derided by Shia fighters. One of them, Jamal al-Ali, a member of Hezbollah who had volunteered to fight with Abu Fadl al-Abbas, said: "You have to know that the aim of these rebels is to destroy the Alawite state in Syria and to start that they have to destroy all the shrines. They are issuing endless calls for jihad against Hezbollah and Abu Fadl al-Abbas.

Back in Baghdad, Sadiq is preparing for a second bid at jihad. Hoping to make his next trip more successful than the last, he is waiting for a chaperone – a Lebanese woman based in the US – to take him to Beirut and finally back to Syria.

Whatever their motivations, the undeniable outcome is that both sides are now in open war across an ancient sectarian faultline in place since the schism in Islam emerged nearly 1,400 years ago.